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quinta-feira, 7 de março de 2019

Se o ano começa depois do Carnaval ...


Rodolfo Juarez
O Carnaval chegou e passou, finalmente!
Apesar do esforço de alguns e as necessidades de todos, o ano só começa mesmo depois das festas de Momo. Foi assim mais uma vez!
Desde o primeiro dia do ano, quando houve a posse do presidente da República e dos governadores de Estado e do Distrito Federal, que a população acompanha a assunção de novos dirigentes e representantes do povo para que organize as administrações setoriais e comecem o trabalho prometido para ser executado conforme o interesse da população.
Depois das posses dos chefes do Poder Executivo vieram as posses dos parlamentares da Câmara Federal, do Senado da República e das Assembleias Legislativas e a eleição e posse dos presidentes de cada um destes 29 dirigentes que se completa no sentido de, também, trabalhar pelo que interessa à população.
Faltava o começo do trabalho para os novos presidentes do Tribunal de Justiça, do Tribunal de Contas e do Ministério Público que, agora, desde ontem, com a pose dos novos dirigentes do Ministério Público, já conhecem os programas que serão desenvolvidos em 2019.
Ufa! Demorou!
Tomara que agora, passado o Carnaval, se confirme a máxima que a população não deixa de expressas: agora, sim, começou o ano.
Mas o que aconteceu em Janeiro e Fevereiro se nem mesmo o Executivo completou o seu processo de mudanças e mantém muita gente, principalmente aqueles que têm vínculo precário com o Estado na forma de cargo comissionado, função gratificada ou contrato administrativo?
Esses dois meses acabam se constituindo em um espaço de tempo sem qualuer resultado prático, muito embora tenha sido um tempo suficiente para gastar 1/6 do orçamento anual do Estado o que representa algo muito próximo de um bilhão de reais sem que haja qualquer resultado prático que interesse à população.
Até mesmo as sucessivas declarações de dificuldades por qual passa o Estado não servem para alertar os dirigentes para a necessidade de economizar e transformar essa economia em bens e serviços que interesses à população.
Estamos enfrentando um rigoroso período de chuvas, onde os serviços no campo estão atrasados e os serviços nas cidades completamente parados desafiando aos técnicos do serviço público, principalmente do Governo, a acionarem qualquer dispositivo capaz de melhorar a confiança do povo nos seus dirigentes e, até, neles mesmos.
O drama social local apresenta sinais de agravamento sem a população poder contar com as contenções que foram prometidas e que esperam por muito tempo. As redes sociais aumentam o volume das reclamações, identificam prováveis culpados e transformam essas pessoas ou instituições em vilões preferenciais e que passam a receber ataque de todos os lados.
Como as soluções não aparecem, o jeito que a massa encontra é entrar na corrente de reclamação e começar a, também, caminhar em círculos, deixando de lado todos os acertos outrora cometidos e se constituindo em mais um daqueles que grita sabendo que não vai ser ouvido.
Passado o Carnaval observa-se que estamos com os comandos administrativos renovados restando saber a disposição de cada qual, uma vez que já é notório que este processo funciona como uma corrente e que, dessa forma, a corrente é tão forte como o elo mais fraco.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Para onde vai o carnaval amapaense?

Rodolfo Juarez
Depois da empolgação trazida pelos carnavais da segunda metade da década de 1990 e de grande parte da década de 2000, a década de 2010 está conseguindo consumir todas as conquistas acumuladas desde os primórdios dos desfiles das escolas de samba na Praça Barão, depois na Avenida FAB e no Sambódromo.
No carnaval dos três últimos anos não só o Sambódromo ficou em silencio e sem o desfile das escolas de samba.
Também as comissões de frente, mestres-salas e porta-bandeiras deixaram de evoluir, os carros alegóricos não saíram dos barracões, a rainha de bateria não se apresentou e as próprias baterias calaram e não permitiram que os enredos fossem desenvolvidos e os interpretes pudessem cantar a todo fôlego.
Os brincantes não desfilaram e os torcedores não torceram. As equipes de apoio não apoiaram e os ambulantes não venderam. A imprensa não registrou, os espectadores ficaram em casa, mas todos se perguntando: para onde vai o carnaval amapaense?
O carnaval do Amapá que chegou a ser classificado como o mais importante da Amazônia, e um dos mais qualificados do Brasil encolheu, murchou e só não desapareceu completamente porque o calendário não permite e por ter, os foliões, ido atrás de alternativas e inventado o carnaval de Santana e mantido o carnaval de blocos, embora sem maiores pretensões a não ser brincar o carnaval.
Não faz tempo que a pista da Avenida Ivaldo Veras era disputada por muitos e, pelo menos 40 mil pessoas participavam, diretamente, do carnaval amapaense e movimentavam valores que eram significantes para os grandes, médios e pequenos empresários e para aqueles que exerciam a atividade comercial apenas no período do carnaval – os ambulantes. Além desses as costureiras e costureiros, os interpretes, os coreógrafos e tantos outros profissionais participavam do projeto carnaval, impulsionando a economia, a cultura e dando oportunidade para os lazeres particulares.
Nos últimos três anos a criatividade dos carnavalescos do Estado do Amapá foi congelada por um grupo que está tendo dificuldades para justificar a interrupção, a falta de compreensão da realidade e, principalmente, deixando de reconhecer a capacidade criativa daqueles que poderiam estar comandando o carnaval no Amapá e se deixaram dominar por aqueles que nunca vão interpretar o carnaval como uma festa do povo e sim como uma janela para mostrar seu egoísmo e seus sonhos.
Mas a situação tem muito a ver com a interpretação da realidade de parte daqueles que assumiram a responsabilidade pela gestão dos interesses da população. Não é possível que não haja a percepção da importância do evento que no resto do Brasil só cresce e o setor público não tenha interesse em colocar-se parte do ambiente favorável para proporcionar oportunidade de festa para um povo que está desaprendendo a comemorar suas próprias conquistas.
Colocar a desculpa na crise é desconhecer a capacidade de superação de uma população que precisa apenas de oportunidades. Não dá para aceitar a punição da população só porque ela reclama dos serviços de saúde pública, de educação pública e da segurança pública.
Confundir essas coisas é encomendar a tristeza para os mais carentes, aqueles que não têm voz, mas que tem a maior dependência das decisões dos governantes.

O carnaval amapaense pode ficar reduzido à Banda, aos poucos blocos e às muitas reclamações daqueles que querem apenas um motivo para ver que podem ser iguais aos outros e que crises se vence com alegria, competência e compromisso, não com abandono, descaso ou desculpa. 

sábado, 30 de janeiro de 2016

Novos rumos para o carnaval amapaense

Rodolfo Juarez
Este ano as escolas de samba não vão passar na Ivaldo Veras e o Sambódromo vai ficar mudo, sem a torcida e sem o espetáculo de cores e arte que a população já se acostumou a admirar.
Uma decisão aparentemente oportunista da Liga das Escolas de Samba alinhou-se ao pensamento do Governo e apresentou como principal resultado o cancelamento do desfile das escolas de samba do grupo especial e do grupo de acesso.
Algumas escolas já estavam a meio caminho do desfile, com fantasias desenhadas e em elaboração, e todas já haviam definido o enredo, o samba de enredo e já estavam com os CDs do carnaval 2016.
No mesmo dia da tomada de decisão pelo cancelamento do desfile, a Liga e o Governo do Estado resolveram anunciar a criação de um grupo de trabalho para estudar as condições que possibilitasse, em 2017, a realização do desfile.
Os prováveis membros daquele grupo de trabalho foram lembrados durante a reunião, o que não foi lembrado, entretanto, pelo menos até agora, foi formalização do grupo, nem pela Liga das Escolas de Samba e nem pelo Governo do Estado.
Foi neste ambiente desfavorável que o radialista, empresário, compositor e cantor, Ivo Canutti começou um trabalho para reordenar os interesses do carnaval na visão externa às escolas de samba, visando proporcionar uma entrada triunfal, de todas as escolas, no novo contexto, se valendo do seu programa de rádio.
Está conversando com todos os ex-presidentes da Liga das Escolas de Samba e com profissionais especializados em gestão compartilhada, na busca de um ponto que possa ser convergente aos interesses das escolas, dos brincantes e dos amantes do carnaval amapaense.
Enquanto o Governo ou a Liga não formaliza o grupo de trabalho que se destinaria a estudar o atual momento da administração, das organizações carnavalescas e o gasto do dinheiro público, se constrói um massa crítica, segundo Ivo Canutti, para subsidiar qualquer proposta no sentido de não perder o “bonde da história” que colocou o carnaval amapaense como um dos mais importantes do Norte do Brasil.
Os brincantes e amantes do carnaval estão ansiosos por uma definição favorável ao Carnaval, onde todos os esforços despendidos sejam no sentido de garantir uma “virada” nas razões para um carnaval sustentável.
O cancelamento do desfile deste ano acabou provocando a criatividade, a inovação e a renovação, exatamente depois de várias dificuldades enfrentadas pelas organizações jurídicas que recebiam o dinheiro do contribuinte e não conseguiam prestar contas como exige a regra pública.
Trata-se de um problema indiscutivelmente gigante que envolve diretamente mais de 50 mil pessoas e indiretamente grande parte da população de Macapá.

Os novos rumos precisam ser definidos. O “barco” do carnaval precisa levantar os ferros e continuar a sua viagem pela estrada da alegria, distribuindo risos e felicidade por onde passar, independente das pessoas e das coisas. 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Carnaval 2015 - Resultados

MACAPÁ
Piratas da Batucada vence o Carnaval de 2015 do Grupo Especial
A Escola de Samba Piratas da Batucada venceu o carnaval amapaense de 2015 depois de somar 179,8 pontos na apuração realizada no final da tarde da quarta-feira de cinzas.
A Universidade de Samba Boêmios do Laguinho ficou com o vice-campeonato (178,3 pontos), seguido de Maracatu da Favela (178,1), Piratas Estilizados (177,8), Unidos do Buritizal (177,8) – o desempate foi nos critérios estabelecidos pela Liga -, Cidade de Macapá (176,5) e em sétimo e último lugar, a escola Império da Zona Norte com 176,2 pontos.
Piratas da Batucada foi campeã com o enredo “Quem conta um conto, aumenta um ponto”, fácil de entender e muito bem distribuído na avenida, deixando todos satisfeitos com o desfile e, principalmente, após a apuração das notas, com o titulo de Campeão do Carnaval 2015.
Piratas da Batucada foi a penúltima escola se apresentar no domingo, dia 15, segundo dia de desfile das escolas no Sambódromo.

Solidariedade vence o Grupo de Acesso e ganha o direito de estar no Grupo Especial em 2016.
A escola de samba Solidariedade conquistou pela quarta vez o título do grupo de acesso do carnaval amapaense. O resultado foi divulgado na quarta-feira, dia 18, durante apuração no sambódromo de Macapá.
A agremiação levou para avenida Ivaldo Veras no sábado (14) a trajetória de vida do desembargador Gilberto Pinheiro, do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap).
A Solidariedade  alcançou a nota 175,7. A segunda colocada foi a escola Emissários da Cegonha com 175.3 pontos.
A última colocação ficou com Império do Povo, com 156.2.  Além do título, a Solidariedade conquistou uma vaga para concorrer no grupo especial, em 2016.
A agremiação do bairro Jesus de Nazaré, da Zona Central de Macapá, contou no sambódromo a trajetória de vida do desembargador Gilberto Pinheiro, do Tribunal de Justiça do Amapá. A escola buscou a estratégia de iniciar o desfile em ritmo lento, mas acelerou o passo após trinta minutos de tempo corrido.

RIO DE JANEIRO
Deu Beija-Flor pela 13.ª vez no carnaval do Rio de Janeiro
A escola de Nilópolis, na Baixada Fluminense, resgatou neste carnaval a exaltação da cultura e a alma africana, tema que já deu à azul e branca vários campeonatos, inclusive este de 2015.
Foi a terceira escola a entrar na Sapucaí no segundo dia de desfile das escolas do Grupo Especial do Rio, a Beija-Flor defendeu o enredo: "Um Griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial. Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade".
Com o título de 2015 a Beija Flor chega ao seu 13.º título no carnaval carioca, e optou mais uma vez pelo luxo e tradição, sem recorrer a grandes inovações ou recursos tecnológicos, apostando na perfeição técnica e na empolgação dos seus integrantes apaixonados para esquecer o 7º lugar do ano passado.
Embalado pela voz única e marcante de Neguinho da Beija-Flor, que neste ano completa 40 anos de escola, o samba-enredo foi ponto alto e ajudou a manter a empolgação dos 3.700 componentes, que vieram distribuídos em 42 alas, 7 carros e 1 tripé.

SÃO PAULO
Vai-Vai vence o carnaval de São Paulo
A escola de samba Vai-Vai venceu o carnaval 2015 em São Paulo. A taça foi conquistada com uma virada no quesito evolução, último da lista. Até a abertura dos quatro envelopes finais, a Mocidade Alegre liderava, mas terminou em segundo com 269,6 pontos. A campeã somou 269,9.
Foram rebaixadas Mancha Verde, com 267,9 pontos, e Tom Maior, com 267,7. A Mancha Verde celebrou o centenário do Palmeiras. Já a Tom Maior defendeu o enredo "Adrenalina".
Penúltima a entrar no Anhembi, a Vai-Vai fez um tributo à cantora Elis Regina, que completaria 70 anos em 2015. A vice Mocidade, fez uma homenagem à Marília Pera.

No Grupo de Acesso, Unidos do Peruche levou o título. Ela sobe para o Grupo Especial acompanha da Pérola Negra, vice-campeã. A escola de samba Tricolor Independente foi rebaixada.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Carnaval e seus riscos

Rodolfo Juarez
Apesar de não ser uma unanimidade o carnaval é tido como a grande festa do povo brasileiro.
No Amapá as escolas, os blocos e o povo comungam da ideia de que é preciso brincar o carnaval para depois dar a sua opinião.
É um tempo de muito trabalho para o sistema de segurança social que, com o passar dos anos, vem se acostumando com a situação e preparando uma verdadeira operação para garantir a segurança dos que brincam e daqueles que não brincam e preferem atuar com espectador.
O trânsito ganha atenção especial por causa dos maus condutores, aqueles que não aprendem a lição vendo e arriscam tudo, chegando ao cúmulo de assumir o volante de veículos depois de ingerir álcool imaginando que o que acontece com os outros não acontece com ele.
Ledo engano!
Infelizmente muitas famílias têm marcas desse período de Momo. Muitas vidas foram perdidas ao longo do tempo por causa da imprudência de condutores que não cumpriram as regras básicas do trânsito e desrespeitaram a lei da vida.
Tomara que este ano haja mais consciência. Que as campanhas que não foram feitas surtam os seus efeitos e que os trabalhadores do sistema de segurança tenham paciência e compreensão para evitar que o pior aconteça.
É verdade que não é fácil dar explicações para algumas questões básicas nacionais, como a permanência de Macapá entre as 50 cidades mais violentas do mundo e se todos souberem disso, pode até influenciar e todos colaborarem para que Macapá saia, em 2015 dessa lista.
Uma questão semelhante é registrada como perigosa neste período de carnaval. Acontece que vários jovens entendem que é também tempo de libertinagem. Vários jovens e muitos adultos. E o resultado está no aumento dos registros de jovens e pessoas adultas, mas principalmente os jovens, acometidos pelo vírus HIV.
A distribuição da camisinha pelas instituições públicas e não públicas, sem o devido esclarecimento, acaba funcionando como um estímulo e um convite para que haja a libertinagem e, nem sempre com a proteção à vida.
As drogas ilegais e até as legais, como as bebidas alcoólicas, acabam sendo a motivação para os descuidos e para os grandes prejuízos sociais que destroem o sacrifício dos órgãos de segurança social e os planos dos dirigentes públicos que vêm nos índices, resultados de desobediências absurdas.

Então, o carnaval é uma festa que seria agradável no futuro se não houvesse as imprudências do presente.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Vila Isabel é campeã no Rio de Janeiro

Vila Isabel é campeã do carnaval do Rio em 2013
A campeã do desfile das escolas de samba carioca de 2013 é a Vila Isabel. A agremiação terminou o apuração com 299,7 pontos, acima da Beija-Flor, que teve 299,4, e ficou em segundo lugar.
Na terceira posição ficou a Unidos da Tijuca, com 299,2 pontos. Foram avaliados dez quesitos: harmonia, conjunto, mestre-sala e porta-bandeira, enredo, comissão de frente, alegoria e adereços, bateria, samba-enredo, fantasia e evolução, sendo que o último era o principal critério de desempate em caso de duas escolas terminassem com a mesma pontuação.
Com o tema enredo “A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo – água no feijão que chegou mais um”, a agremiação buscou entreter os foliões com uma festa no estilo arraial, mostrando a vida dura nas lavouras e a prosa e poesia das cantorias típicas.
A escola levou para a avenida 3.800 componentes e 7 carros alegóricos divididos em 33 alas. A vice-campeã foi a Beija-Flor
O resultado final foi o seguinte:
Vila Isabel - 299,7
Beija-Flor – 299,4
Unidos da Tijuca – 299,2
Imperatriz – 298,3
Salgueiro – 297,9
Grande Rio – 297,2
Portela – 296,6
Mangueira – 296,5
União da Ilha – 294,9
São Clemente – 293,5
Mocidade – 293,5
Inocentes – 291,1

Maracatu é bi-campeã em Macapá

Maracatu é bi-campeão do carnaval amapaense com o tic-tac do relógio da Favela
Logo que terminou a apuração a festa começou e não tem hora para acabar. O bi-campeonato é um feito inédito.
A escola de Samba Maracatu da Favela foi a grande campeã do carnaval amapaense, em 2013, ao alcançar 179,1 pontos na contagem geral. Foi a última escola a desfilar no sábado, levantou o público na arquibancada ao raiar do dia e marcou hora certa no seu enredo – “Tic-tac, tic-tac, tic-tac... Acertem os ponteiros; é tempo de folia”. As comemorações já começaram e, segundos os dirigentes da escola, o tic-tac não está calibrado em hora para terminar. A escola vencedora do Grupo de Acesso foi a Império da Zona Norte que marcou 175,1 pontos.
O resultado geral, com a respectiva pontuação, entre as escolas que se apresentaram pelo Grupo Especial, foi a seguinte: Maracatu da Favela, campeã, (179,1 pontos), Piratas Estilizados (178,4 pontos), Boêmios do Laguinho (178,3 pontos), Piratas da Batucada (178,2 pontos), Império do Povo (177,5 pontos) e Cidade de Macapá (175,4 pontos). No Grupo de Acesso: Império da Zona Norte (175,1 pontos), Solidariedade (175,0 pontos), Unidos do Buritizal (174,9 pontos) e Emissário da Cegonha (169,9 pontos).

Carnaval amapaense: os problemas continuam

Rodolfo Juarez
Os desfiles das escolas de samba realizados na sexta e no sábado trouxeram de volta os mesmos problemas de outros anos. Problemas de ordem gerencial, que teriam que ser resolvidos muito antes e que, além de não serem resolvidos, foram deixados para serem atestados na hora, com que desafiando o cumprimento de regras muito bem conhecidas e que todos sabiam que precisavam ser cumpridas.
O atraso do primeiro dia foi devido à fiscalização que, diga-se, não tão rigorosa, mas que foi suficiente para castigar os brincantes da primeira escola e, principalmente, testar a paciência do torcedor que havia se deslocado da zona norte para a zona sul, no Sambódromo, com todas as dificuldades conhecidas, tendo que esperar duas horas para ver o desfile da escola que representava aquela parte da cidade.
Esse erro poderia ter sido evitado. Aliás, precisam ser evitados todos os erros, se o carnaval está mesmo nos motivos para o desenvolvimento do turismo no Amapá.
A necessária evolução do carnaval local não é notada. O que se percebe é um esforço muito grande dos presidentes das escolas de samba para colocar a agremiação na disputa dos campeonatos, sempre esperando que a administração do evento seja também comprometida com o resultado.
O carnaval amapaense continua tendo grandes dificuldades para encontrar o caminho desenhado com a construção do Sambódromo. A falta de confiança na gestão do evento, com a intervenção demasiada do setor público ou com a submissão dos que estão à frente da liga ao setor público, se perde o rumo e se encontram os problemas.
O carnaval amapaense precisa dotar os setores da gestão do evento de autonomia: com o planejamento feito por todos e a execução pela direção de carnaval escolhida, deixando os setores financeiros e de arbitragem, com independência para suas decisões.
O carnaval é uma questão de interesse popular. Tem que ser bem feita a comunicação – outro setor que deve ser autônomo -, para que alguém assuma a responsabilidade pelo que é dito e pelo que é prometido.
A cobertura feita pela imprensa local é cheia de boa vontade, mas apenas isso, na maioria dos casos falta profissionalismo. Os padrões, para um evento que está sendo preparado para ser um dos motivos econômicos do Estado, precisam estar definidos e conhecidos. A falta de definição faz com que esse padrão seja mostrado à população em diversas cores, conforme aquela mais conveniente para aquele que está fazendo a sua avaliação.
Esse cuidado é da organização do evento, da entidade que é constituída e tem direção definida pelas escolas.
Um exemplo da falta de cuidado, por parte da organização, foi dado pelo presidente da liga quando acompanhava os jurados – ele pessoalmente -, até às cabines e, depois, no final do desfile, sabe lá até onde.
Isso cria um clima de desconfiança entre os espectadores.
Imagine se antes do início em uma partida de futebol, o juiz fosse lavado ao meio do campo pelo presidente da federação de futebol e, principalmente, se ao final do jogo, tivesse buscá-lo no portão de saída do alambrado.
Precisa haver adequada preparação das pessoas, tanto as físicas quanto as jurídicas, para que comecem a mudar o enfoque que é dado ao carnaval, doutra forma vamos continuar dizendo que o nosso carnaval precisa melhorar.
É claro que a melhora será sempre e a qualquer tempo, o objeto de cada escola, mas é preciso que essa busca venha harmonizada, para que todos os esforços sejam feitos no mesmo sentido e com os mesmos objetivos.   

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Mocidade Alegre é bi em São Paulo


Repetiu a vitória de 2012 obtendo 268,9 pontos e venceu o carnaval paulistano de 2013.
Em uma apuração disputada e decidida no último quesito, a Mocidade Alegre repetiu a vitória do ano passado e saiu como a grande vencedora do carnaval de São Paulo 2013, com 268,9 pontos. Este é o oitavo título da Mocidade.
A escola ficou empatada com Rosas de Ouro, mas pelos critérios de desempate das notas do samba de enredo acabou levando o troféu.
Na outra ponta da tabela, a Vila Maria e Mancha Verde foram rebaixadas.
A apuração das notas do carnaval paulista foi realizada nesta terça-feira, dia 12, no Sambódromo de São Paulo e não foi permitida a participação do público no evento para evitar incidente como o do ano passado.
O clima da apuração foi tranquilo. Os integrantes da escola Nenê de Vila Matilde comemoram bastante as notas. A escola retornou ao grupo especial neste ano.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Segundo dia das escolas de samba no Sambódromo

Desfilara no segundo dia, sábado, na Avenida Ivaldo Veras, a exemplo da sexta-feira, cinco escolas de samba – duas do grupo de acesso e três do grupo especial.
Segundo o regulamento das dez escolas cinco permanecerão do grupo especial que receberá a companhia de mais uma, a que for a melhor do Segundo Grupo. A última colocada na classificação do grupo especial cairá pra o grupo de acesso; entre as que disputam pelo grupo de acesso, três permanecerão e uma subirá para o grupo especial.
O projeto para 2014 com relação aos dois grupos é de que permanecerão 6 no primeiro grupo e 4 no segundo.
Com relação ao desfile de sábado, dia 9 de fevereiro, pode-se dizer que segue:
 
Buritizal
A escola de samba Unidos do Buritizal trouxe para a Avenida Ivaldo Veras o enredo “Da Capadocia para o Mundo, salve Jorge e os Guerreiros de Ogum Yê”. Teve alguns problemas para começara a evolução mas ao final e para afinar-se com o som da avenida.
O público se limitava a aguardar e só começou a participar depois de mais da metade do tempo destinada à escola.
Não foi uma das melhores apresentações da Unidos do Buritizal mas suficiente para ter chances de ganhara a classificação para o grupo especial.

Solidariedade
A escola de samba Solidariedade fez um desfile que pode ser considerado técnico. Pecou apenas pelo número de brincantes, considerado pequeno para o desenvolvimento do enredo “Da lança à dança, da espada à fé: amor, ferro e aço – Saravá São Jorge! És Ogunhaê-Babá”.
Surpreendeu este ano por ter apresentado carros alegóricos bem acabados e mostrando que também pode voltar ao grupo especial.
 
Piratas da Batucada
O enredo “Sonho e amores do mito caboclo” não teve o desenvolvimento que era esperado pelos seus próprios admiradores. A animação que parece estar no sangue do piratista expôs a falta de qualidade dos carros.
Os amantes do carnaval ainda têm na cabeça o Piratão de outros carnavais, onde despontava sempre como a provável campeã. Ao que parece as cicatrizes das recentes divisões internas dentro da escola ainda não foram tratadas e os resultados podem ser o reflexo disso tudo.
As chances de vitória, apesar de sempre existir, são pequenas mas o suficiente para deixar os admiradores, os brincantes e a diretoria com a sensação de que podem ser a surpresa no final da apuração.
Claro que é uma situação bem diferente daquela que perdurou desde a inauguração do Sambódromo em 1997, quando o Piratão fazia prevalecer a sua qualidade em perfeita sintonia com a garra de todos na escola. 
 
Império do Povo
A escola de Santana entrou na avenida como candidata ao título trazendo o enredo “Pedra Branca do Amapari, o tesouro da Amazônia”. Mais uma vez a garra dos santanenses foi decisiva na boa apresentação da escola, mas também não veio trazendo o número esperado de brincantes.
Um enredo muito bem desenvolvido e a principal dificuldades foi para evitar os buracos, exatamente o ponto que pode fazer falta na contagem final, descontando a evolução ou mesmo da harmonia, considerando que houve dificuldades para compactar a escola.
 
Maracatu da Favela
A campeã do ano passado trouxe este ano o enredo “Tic-Tac, Tic-Tac, Tic-Tac ... acertem os seus ponteiros”. Um enredo que pela sua simplicidade passou a impressão que a direção de carnaval teve problemas para desenvolvê-lo e fazer com que fosse compreendido na arquibancada.
A participação dos brincantes foi decisiva para suprir as inevitáveis falhas, entretanto podem ter sido encoberta pelos bons carros alegóricos, alguns até maiores que o aparentemente necessário.
É, outra vez, a escola de samba Maracatu da Favela uma forte candidata ao título de 2013.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Primeiro dia das escolas de samba no Sambódromo

 
Escolas levam para a avenida o reino da fantasia no primeiro dia de desfiles
O Sambódromo de Macapá foi colorido com os tons vibrantes das alegorias das cinco escolas que se apresentaram na primeira noite
Palco de um dos maiores espetáculos culturais, o cinzento Sambódromo de Macapá foi colorido com os tons vibrantes das alegorias da Escola de Samba Império da Zona Norte, que abriu o desfile do Carnaval Amapaense de 2013. Na esperança de ascender entre as grandes, a escola desfilou com garra, mas teve problemas com o acabamento dos carros, com a evolução das alas e na apresentação do enredo "Batuque e Marabaixo: Sons de Reis que Ecoam da Mãe África".
A primeira noite de desfiles do Grupo de Acesso iniciou com um atraso de quase duas horas. A Escola de Samba Mocidade Independente Império da Zona Norte foi impedida de começar sua apresentação na hora marcada, às 22h, por conta de uma ação fiscalizadora do Juizado da Infância e Juventude da Comarca de Macapá.
O problema se deu em função do atraso na apresentação pela Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá (Liesap) de documentos junto à Justiça, os quais, sem eles, não permitiram a participação de crianças a adolescentes nas escolas de samba que se apresentaram, nesta sexta-feira (8) na Avenida Ivaldo Veras, onde fica localizado o Sambódromo.
Atraso
        
O impasse foi dirimido somente duas horas após o início previsto para os desfiles. Segundo a juíza da Vara da Infância e Juventude, Gilcinete da Rocha Lopes, havia muitas crianças prontas a entrar no Sambódromo na Império da Zona Norte, a qual foi impedida pela ação fiscalizadora do Juizado.
         Em coletiva à imprensa no Sambódromo, a juíza explicou que aguardava ainda um laudo da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o qual autorizaria a participação dos menores nos desfiles. O documento foi entregue pela Liesap pouco antes da meia-noite. Após avalição da juíza, o desfile foi autorizado.
         Prevista para entrar à 1 hora da manhã, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Emissários da Cegonha, iniciou seu desfile por volta de 1h30, recuperando um pouco do tempo perdido com o atraso inicial. Com o enredo “Criar é dar forma ao próprio destino”. A escola entrou com um desfile modesto. Antes do desfile, sem chuva, alguns operários ainda davam os últimos retoques as alegorias na passarela do samba.
Boêmios e Estilizados
A ordem do primeiro dia dos desfiles na Ivaldo Veras, ainda teve a Embaixada de Samba Cidade de Macapá, com o enredo “Energia: fonte de vida que gera calor, progresso, samba e amor” e a Piratas Estilizados que homenageou o tradicional reduto da boemia macapaense como enredo “Bar do Abreu 30 anos de história e tradição. Estilizados vivencia sua trajetória na apoteose da emoção.
O desfile do primeiro dia foi encerrado com a apresentação da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho que impressionou com alegorias bem trabalhadas na homenagear o Estado de Pernambuco. O enredo “Nação Pernambucália: Um frevo no meio do mundo”.
A escola incorporou o espírito nordestino e emocionou o público ao incensar a avenida a cantar o samba que fez alusões ao tradicional dança do frevo que pontua os carnavais nas de Olinda (Jornal A Gazeta – 09.02.13).

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Carnaval: a morte da galinha dos ovos de outro

Rodolfo Juarez
O sambódromo amapaense está completando 16 anos neste carnaval.
Construído em tempo recorde para o carnaval de 1997, era considerado a alavanca que faltava para que o carnaval “oficial”, aquele que é realizado pelas escolas de samba, deslanchar seguindo o modelo carioca, devido o sucesso que havia alcançado nas memoráveis disputas realizadas na Avenida FAB.
Sem as linhas de distribuição de energia que limitava a altura dos carros alegóricos na FAB, os carnavalescos das escolas sonhavam com carros muito mais altos e com enredos que seriam lidas com facilidade pela população.
Era contagiante ver os dirigentes das escolas de samba fazendo os seus planos de crescimento e autonomia, inclusive financeira, para realizar um dos principais carnavais do Brasil.
O então governador do Amapá, João Alberto Capiberibe, foi convencido que o investimento era importante e tinha o aval da população. Não mediu esforços e priorizou a construção, depois de mandar elaborar um projeto audacioso e inovador, com seis módulos e uma estrutura de iluminação que ainda não tinha sido experimentado no Estado.
O carnaval que levou o desfile das escolas de samba para a Avenida Ivaldo Veras recebeu apoio de todos, principalmente da população, que aceitou e participou do evento, respondendo a todas as dúvidas que poderia ter o Governo com relação ao investimento.
Amilton Continho e João Henrique, engenheiros, João Capiberibe, governador, podem ser considerados aqueles que foram decisivos, do lado do Estado, para a realização dos serviços de construção da obra; Darcy Carvalho, Eraldo Almeida, Peixinho e Waldir Carrera, também indispensáveis na construção, representando os dirigentes da liga e das escolas de samba.
Naquele momento não havia dúvida que o carnaval decolara para alcançar alturas jamais imaginadas.
Mas os motores daquele “foguete” não conseguiram manter a propulsão por muito tempo. As pessoas, tanto do lado do governo, como do lado do carnaval, foram substituídas e os substitutos não entenderam que havia um projeto para ser executado.
Chegaram a imaginar que o carnaval poderia ser responsável por eleições de: deputados estaduais, vereadores, prefeitos, deputados federais, governadores, entre outros cargos políticos.
Não compreenderam que isso só aconteceria se houvesse continuidade no projeto do carnaval.
Houve um tempo que as disputas, por exemplo, para a direção da Liga das Escolas de Samba foi tão politizada que ficou clara a interferência dos mais importantes partidos políticos de então, na eleição que, por essa razão, acabou indo ser discutida no judiciário.
Nesse momento todos perderam.
A Liga que não conseguiu manter a autoridade necessária perante os seus filiados e acumulou desconfiança da população; e os políticos que conseguiram matar a “galinha dos ovos de ouro”.
Dentre as consequências imediatas houve de tudo nos carnavais seguintes, com os intrusos levando, depois de uma desastrada pintura na pista de desfile, ao cancelamento do carnaval, daquele ano, depois de todos os gastos feitos.
As consequências mediatas estão com a desativação da Liga das Escolas de Samba, por absoluta inadimplência, e a fundação de outra instituição – ama liga independente.
Tudo começa de novo e os que estão trabalhando sabem disso.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Financiamento do Carnaval no Amapá

Rodolfo Juarez
Os dirigentes das escolas de samba já estão com a sensação de que os dias estão mais curtos e de que as semanas não têm mais sete dias. A reta final de preparação começou na reta inicial, ou seja, pouquíssimo tempo para preparar tudo para o desfile dos dias oito e nove de fevereiro.
Quando o carnaval acontece no começo do mês de fevereiro é claro que os cronogramas da preparação do carnaval de cada escola ficam muito mais apertados e, este ano, ainda apareceram problemas adicionais para a definição daqueles que estariam dirigindo o desfile oficial.
Executar o desfile oficial das escolas de samba é uma carga de trabalho organizacional muito forte e conta com planos parciais que devem ser muito bem executados para ganhar a confiança dos dirigentes das escolas de samba e transmitir essa confiança para a população que, através do Governo, investe milhões para a realização do evento.
Os que fazem o carnaval no Amapá já perceberam que, a cada ano, as cobranças da população são mais objetivas e muito mais coerentes com o entendimento do que é a aplicação do dinheiro público.
Vai chegar a um ponto em que as justificativas ficarão escassas e os argumentos não serão suficientes para que permaneça o financiamento do carnaval exclusivamente através do patrocínio das entidades públicas.
Não que esses entes públicos não tenham a obrigação de “investir” no Carnaval, como em outras manifestações populares. Isso não, mas deve ser um investimento complementar à outros recursos claramente aplicados no desenvolvimento da manifestação popular como o carnaval.
O cardápio de justificativas do Governo e da Prefeitura, mesmo variado, não tem mais evitado que, muitas vozes se levantem, em número maior a cada ano, pedindo explicação e, na falta dessas explicações, pedindo a cessação do patrocínio público à festividade, analisando que os recursos teriam formas mais eficazes de aplicação, com resultados mais interessantes para a população.
Este ano não podem as escolas e a entidade que congrega as escolas, deixar de prestar contas dos recursos que recebem diretamente dos entes públicos e daqueles outros recursos que arrecadam através da venda de ingressos, patrocínio e serviço.
A inquietação da população, com relação ao financiamento de boa parte do carnaval com dinheiro público, cresce a cada ano e caminha para um momento crítico com sérios riscos de serem feitas exigências que podem prejudicar as condições que hoje as escolas e os organizadores têm para realizar o desfile oficial.
Aparentemente não são notadas razões que dificultem a prestação de contas do carnaval, mesmo assim são repetidas as situações que culminam com dificuldades para que essas prestações de contas sejam realizadas.
Desconfiança e descrédito são os resultados que precisam ser combatidos nas ações pós-carnaval, para que a confiança da população seja readquirida naqueles que se esforçam para executar o melhor que podem fazer e para aqueles que precisam permanecer motivados para não criar dificuldades para financiar o evento com dinheiro público.
Já são claros os sinais de que os limites da população, com relação ao financiamento do desfile das escolas com dinheiro público, estão sendo atingidos e isso pode se não for bem cuidado, criara grandes dificuldades, maiores que as atuais, àqueles que sempre acreditaram que podem fazer, em Macapá, um carnaval de boa qualidade.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

30 anos de fundação do GRIS Solidariedade

No dia 15 de janeiro de 1983, foi fundado o Bloco Solidariedade, nome sugerido por Beloca e Adelson, prestando uma homenagem ao Sindicato dos Trabalhadores Poloneses, exemplo de integração, força e determinação, com as cores verde, vermelho e branco, estas propostas por Nonato e Careca.

Em 1984 o Grêmio Recreativo Império de Samba Solidariedade passou a fazer parte das escolas de samba do segundo grupo e por esse motivo assumiu o nome que hoje ostenta e adotou o jacaré como símbolo quando desenvolveu o enredo “De Jacareacanga a Jesus de Nazaré”.

O primeiro samba da escola foi composto em 1983 por Tadeu e interpretado por Beloca. O primeiro mestre-sala foi o Paraguaçu, a primeira porta bandeira foi Socorro Nascimento. O primeiro mestre de bateria foi Porfírio, que teve o auxílio de Zé Maria. A primeira estilista-costureira da Escola foi a professora Maria Braga.

 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Carnaval 2013: ordem do desfile oficial


CARNAVAL 2013
ORDEM DO DEFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA DE MACAPÁ E SANTANA

PRIMEIRO DIA: 08/02 – SEXTA-FEIRA
de
Ordem
 
Hora
 
Escola
 
Enredo
01
22:00
Império da Zona Norte
Batuque e Marabaixo, sons de reis que ecoam da Mãe África
02
23:30
Emissários da Cegonha
Criar é dar forma ao próprio destino
03
01:00
Embaixada de Samba Cidade de Macapá
Energia: Fonte da vida que gera calor, progresso, samba e amor.
 
04
 
02:30
 
Piratas Estilizados
Bar do Abreu é tradição. Estilizados vivencia a sua história na apoteose da ilusão.
05
04:00
Boêmios do Laquinho
Nação Pernambucana:  um frevo no Meio do Mundo

SEGUNDO DIA: 09/02 – SÁBADO
de
Ordem
 
Hora
 
Escola
 
Enredo
01
22:00
Unidos do Buritizal
Da Capadócia para o mundo, salve Jorge e os guerreiros de Ogum Yê.
 
02
 
23:30
 
Solidariedade
Da lança à dança, da espada à fé: amor ferro e aço – sarava São Jorge! És Ogunhaê-Babá.
03
01:00
Piratas da Batucada
Sonho e amores do mito caboclo
04
02:30
Império do Povo
Pedra Branca do Amaparí, o tesouro da Amazônia.
05
04:00
Maracatu da Favela
Tic-tac, tic-tac, tic-tac... Acertem os seus ponteiros: é tempo de folia.