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domingo, 2 de agosto de 2020

Sem perder a linha e a fé


Rodolfo Juarez
O tradicional mês das férias está encerrando nesta sexta-feira, dia 31 de julho. Este ano está se caracterizando pelo cancelamento dos grandes eventos que são “propriedades” do povo.
O Macapá Verão, que é um desses eventos, foi escolhido pela gestão do atual prefeito de Macapá para ser uma das marcas da sua administração, ficou no silencia. Sempre uma época agitada, com muita gente falando alto, correndo de um lado para o outro ou simplesmente se protegendo do sol escaldante, próprio do Equador Macapaense.
Neste verão das férias tudo foi muito diferente. Uma diferença que deixa as suas sequelas, principalmente para os negócios dos pequenos empreendedores que esperam esse período para garantir melhoria na sua qualidade de vida, morando em Macapá ou Distrito da Fazendinha.
Os negócios foram fracos pela ausência dos frequentadores, obedientes que foram às autoridades que recomendaram, para o período, que ficasse em casa, e evitassem aglomerações, mantendo o isolamento social.
Seria o último trabalho no Macapá Verão do atual prefeito de Macapá, que sempre apoiou o evento dando condições, dentro dos limites do Tesouro do município, para que os locais fossem minimamente atraentes e que pudessem dar um mínimo de conforto, especialmente para as famílias mais pobres que sempre estão dispostas a viver aquele que é o maior evento do verão, ou período sem chuva, em todo o município de Macapá.
Nesse tempo também é muito movimentado o Curiau, com suas comidas típicas e banho perto. Este ano também não tem, como não acontecem para os veraneios do Lontra, de São Joaquim, do Curicaca e de outras terras de particulares aproveitadas para atrair os visitantes, como nas regiões de lagos acessadas a partir da BR-156.
É o grande desafio para compreender o momento!
Não adianta rebelar-se, arriscar-se ou ignorar a realidade. Desta feita o vírus invisivel não permitiu também o divertimento da população. Está obrigando aos precavidos que fiquem em casa, experimentando um Macapá Verão diferente, que exige muito cuidado, no mínimo redobrado, para que não desafie o agressor que já levou tanta gente para a sepultura.
Podemos dizer que estamos no momento mais delicado de todo o processo. Sair do alcance do novo coronavírus é o principal objetivo de cada um. Portanto desafiá-lo e arriscar o poder de ataque que tem o vírus não é indicado para ninguém.
O sol está ai. Nasce, como sempre, para todos. Não deixe que um exagero ou descuido dê oportunidade para receber um ataque, na maioria das vezes sem perceber qualquer coisa diferente.
Não resta qualquer dúvida que o preço que a população está pagando é muito alto. Não é exagero de ninguém quando algum de nós fica sem saber o que fazer e entediado, querendo “sabe-se lá o que”.
Mas é preciso ter paciência, compreender o que está acontecendo, entender a lógica desse tempo e proteger-se sempre das armadilhas que estão espalhadas pelo nosso caminho, pronto para prender-nos e, não adianta duvidar, pode nos reter definitivamente.
Assim é esse tempo. Claro que não o escolhemos para viver, mas temos que vivê-lo sem perder a linha e a fé.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Macapá Verão e as eleições no Crea/AP


Está terminando o primeiro semestre de 2020. Foram seis meses onde todas as atenções, logo depois do Carnaval, quando “reza a lenda” que vai começar o ano, todas as atenções se voltaram para o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e à covid-19, além do fracasso dos projetos do Governo do Estado que faziam parte do único plano que é precariamente seguido pelos que autorizam os gastos da receita orçamentária e extraorçamentária constante do orçamento de 2020.
Desta feita nem a condição de precária execução foi cumprida, mesmo com a execução das despesas efetivadas comprometendo metade, ou mais, do valor orçado para 2020 que supera 5 bilhões de reais o que significa que mais de 2 bilhões e meio do orçamento já foram gastos.
Os resultados práticos para a população estão invisíveis e coronavírus vai ser responsabilizado pelos precaríssimos resultados apurados.
Essa é uma avaliação que os órgãos de controle estão fazendo e as respostas só serão completadas em 2021 ou 2022, tal a histórica lentidão na analise das contas públicas por aqui.
O mês de julho 2020, já se sabe, será diferente para professores, alunos, pais de alunos e para os demais profissionais da educação no Amapá.
Macapá Verão de 2020 vai entrar para a história pela sua não realização.
O mês de julho de 2020 será diferente para os profissionais de engenharia e agronomia no Estado do Amapá, como nos demais estados da Federação e no Distrito Federal onde serão realizadas, no dia 15 de julho, uma quarta-feira, as eleições gerais no Sistema Confea/Creas.
Aqui no Amapá serão eleitos o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia; o diretor da Caixa de Assistência no Amapá – a Mútua; e o diretor administrativo da Caixa de Assistência – a Mutua, além de votação para o presidente do Conselho Federal de Engenharia, do qual os Creas Regionais são suporte.
No Estado do Amapá quatro (4) nomes concorrem ao cargo de Presidente do Crea/AP; três (3) nomes concorrem ao cargo de Diretor Geral da Caixa de Assistência (Mútua); e três (3) concorrem ao cargo de Diretor Administrativo da Caixa de Assistência (Mútua).
Todos os cargos são honoríficos e sem qualquer remuneração oficial. O que atrai tantos profissionais para a disputa são as mordomias e as diárias e ajuda de custo que são polpudas e em grande número, além das participações em congressos, encontros de líderes, entre tantos outros “eventos”.
As anuidades dos profissionais da engenharia e agronomia, e o pagamento das Anotações de Responsabilidade Técnica e do registro de empresas em cada Crea do local onde a empresa tem contrato, entre outras receitas acabam bancando as reuniões e encontros dos dirigentes do Sistema Confea/Creas.
Ozeias Campos (chapa 33), Edson Kuwahara (chapa 30; Alexandre Pastana (chapa 45) e Sidney Almeida (Chapa 40), são os candidatos a presidente do Crea/AP; Luiz Alberto (chapa 61), Telison Rosa (chapa 65) e Marcos Jucá (chapa 64) concorrem ao cargo de Diretor Geral da Mútua; Marco Aurélio (chapa 70), José Amarildo (70), Manoel Barbosa (chapa 72) concorre ao cargo de Diretor Administrativo da Mútua.
Para o cargo de presidente do Confea estão inscrito e vão concorrer: Paulo Roberto (chapa 12), Marcos Moliterno (chapa 15), Diogo Mesquita (chapa 20), Joel Kruger (chapa 22), Alexandre Magno (chapa 24) e Rizomar Rodrigues (chapa 27).