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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Começa a cair o muro de arrimo do Lugar Bonito

Caiu uma parte do muro de arrimo do Lugar Bonito
Há cinco meses o local esperava por uma ação das autoridades pública. Ela não veio e o muro desabou.
Uma parte do muro de arrimo, exatamente aquela que segurava uma das baias de contemplação do Rio Amazonas na Orla da Beira Rio, no Lugar Bonito, caiu e está na lama da praia do prolongamento da Orla no Bairro de Santa Inês, entre a rampa nº 1 e o Forte São José.
Desde o final de março, quando as águas grandes e agitadas do Rio Amazonas bateram forte no local e afetaram a estrutura do muro de arrimo que as autoridades, responsáveis pela orla e pelo Lugar Bonito sabiam do ocorrido e que teriam que tomar as providências para evitar o que aconteceu.
Nem a Secretaria de Estado da Infraestrutura, nem a Secretaria de Estado do Turismo, nem a Secretaria Municipal de Obras do Município de Macapá agiram, isoladamente ou conjuntamente para evitar a queda e os prejuízos que agora estão consumados.
No momento o local, que fora de contemplação, é de grande perigo, principalmente para crianças, pois é fácil deduzir que, ali a correnteza do rio é mais forte e o baque das ondas é mais violento. A noite, sem iluminação, o perigo dobra.
Até agora as autoridades ainda não anunciaram qualquer providência.
 
Em março de 2012, durante a ressaca, na maré alta

De abril a meados de setembro (2012) ficou assim, pedindo socorro

Na semana passada não aguentou e caiu. Agora está assim.
 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

SOBRE O PROAMAPÁ

DESENVOLVIMENTO
Rodolfo Juarez
Não gosto de me referir a uma coisa que não conheço. Mesmo assim vou quebrar essa rotina e falar da proposta que será mostrada hoje à comunidade administrativa do Estado do Amapá – um programa de desenvolvimento.
E sabem por que?
Porque pior do que ter um plano ruim é não ter qualquer plano.
Não adianta imaginar que um Estado como o Amapá pode ser entregue a sua própria sorte ou à sorte dos seus dirigentes. Na Administração Pública não há possibilidade de ser contar apenas com a sorte, precisam ser estabelecidos critérios de execução e de avaliação da execução. Chega a ser uma questão cultural.
O Estado do Amapá se recente dessa cultura.
Entra governo e sai governo e não há definição de políticas públicas adequadas, a não ser na teoria de alguns “iluminados” que são escalados para falar em política pública e, por isso, na primeira fala, às trata com se fossem uma questão particular, individual ou de acesso restrito, esquecendo que para ser política pública, precisa ser de interesses do povo.
O Estado do Amapá há muito se recente de um plano de desenvolvimento.
Sabemos que, para um Estado como o Amapá, que tem necessidade de desenvolver-se e para isso tem potencial e capacidade, possivelmente os mandatários olham para o tamanho do mandato e vêem logo que não possível realizar tudo o que precisar realizar em apenas quatro anos.
Logo é tomado pela vontade de ficar oito. E, para isso, faz qualquer negócio!
E ai, nem se ficar 20 anos.
Aliás, que não faz muito tempo todos por aqui, que estavam no poder e tinham ambição de nele permanecer, anunciavam claramente, não um plano para o desenvolvimento do Amapá em 20 anos, mas um plano de Poder para 20 anos.
Deu no que deu!
Mesmo assim, com tantos exemplos ruins, as coisas que se referem ao poder e ao plano de desenvolvimento, continuam adormecidas.
Aquele plano referente ao poder, pode até ser rasgado e queimado para o bem de todos, mas aquele que se refere ao desenvolvimento não pode ficar sem ser trabalhado e finalizado.
Pode ser até por isso, por esse tal plano de poder de 20 anos, que as coisas estão tendo muitas dificuldades para avançar por aqui. Muitos dos que falavam nesse plano de poder de 20 anos continuam por ai, certamente não falando claramente, mas esperando uma oportunidade para ser recolocado como estratégia para desenvolvimento do Estado.
Estou esperando para conhecer o plano que o Governo do Estado vai apresentar hoje aos seus principais funcionários e, também, às lideranças políticas que lhe oferecem sustentação para coordenar a administração estadual.
O nome eu sei, mas é só isso: chamas-se PROAMAPA.
Mas isso quer dizer quase nada, pois não teria lógica ser chamado CONTRAMAPA.
Prometo que vou me esforçar para conhecer o plano e também para analisar os seus programas e os seus projetos e atividades. Afinal de contas foram necessários 17 meses do atual Governo do Estado para que a população conhecesse um plano de desenvolvimento para o Amapá e tomara que não seja apenas para ser transformado em um slogan de divulgação governamental.