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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Estado do Amapá - Parte VIII


A HISTÓRIA DA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS – PARTE VIII
Rodolfo Juarez
A expansão dos serviços do Departamento Regional do DR-SESI/AP e do DR-SENAI/AP, listada no plano estratégico do Sistema, aprovado para o período 1997-2001 com prioridade, orientava que, em 1988 dever-se-ia iniciar as tratativas para definir o local e o projeto para a consecução da expansão dos serviços do sistema para a sede do município de Santana, onde estava o endereço do polo industrial do Estado.
Nesse período a ICOMI havia criado a empresa Santana Participações tendo como objetivo principal negociar o patrimônio que havia construído em Santana. A diretoria da Federação das Indústrias do Amapá (Fiep), com o aval do Conselho de Representes da instituição habilitou-se para a aquisição de parte do que vinha sendo oferecido para a comunidade: o prédio da administração da Vila Amazonas, o prédio onde funcionava a sede social do Santana Esporte Clube, o prédio do supermercado da Icomi, o prédio do cinema da Vila Amazonas e toda a área terra corresponde às quadras onde estavam as edificações.
Também foi pedido proposta para o complexo esportivo Augusto Antunes com: um campo de futebol, com arquibandas, vestiários, o sistema de iluminação, o sistema de iluminação, estacionamento, uma piscina semiolímpica e uma quadra de esporte multiuso, descoberta, com iluminação.
Foi o projeto de viabilidade apresentado e defendido durante reunião do Conselho Nacional do SESI, que autorizou a negociação com a empresa Santana Participações, tendo a frente o presidente do Conselho Regional do SESI/AP.
Bem sucedida a negociação entre o Departamento Regional do SESI/DR/AP e a empresa Santana Participação, foi autorizada a aquisição tanto da área de administração e lazer como da área de esportes, cujo pré-contrato foi assinado no dia 25 de maio de 1998.
Com o negocio fechado e a forma de pagamento acertada, foi feito o projeto para restauração dos prédios, estádio, piscina e dos demais ambientes adquiridos, e a construção de salas de aula para atender ás necessidades tanto da escola do Sesi, como das oficinas do Senai.
Foram autorizados os serviços de reforma, adaptação, restauração nos prédios antigos e a construção de um bloco de salas de aula, bem como a construção de toda a cerca das áreas adquiridas e o asfaltamento dos acessos internos e do estacionamento do estádio de futebol, o Estádio Augusto Antunes.
Os serviços foram realizados de acordo com o cronograma estabelecido para os executores e a entrega dos prédios, todos restaurados, entrega da piscina semiolímpica e do estádio de futebol à gestão do DR-SESI/AP no dia 14 de dezembro de 1998, dia da fundação da Federação das Indústrias do Estado do Amapá.
Em janeiro de 1999 assumia, depois de ser reeleito em outubro, para governar o Estado por mais um mandato de 4 anos, João Alberto Rodrigues Capiberibe, o mesmo acontecia para o governo do Brasil com a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. Annibal Barcelos entrava para o seu terceiro ano de mandato como prefeito de Macapá e o Dr. Tadeu como prefeito de Santana.
Na Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) assumia para completar o mandato de presidente do Engenheiro Rodolfo dos Santos Juarez, o também engenheiro, Leônidas Cardoso Platon, isso a partir do mês de abril, depois de realizada a reunião ordinária do Conselho de Representantes.
Antes, no dia 11 de janeiro de 1999, Rodolfo dos Santos Juarez (presidente da Federação) e os presidente de sindicato: Joferson Costa de Araújo e Silva (Sindicato da Madeira), Jose dos Santos (Sindicato da Panificação), Leônidas Cardoso Platon (Sindicato da Construção), Izaias Matias Antunes (Sindicato Oleiro-Cerâmico), José Góes de Almeida (Sindicato da Industria do Mobiliário) e Walter Sampaio Cantuária (Sindicato das Industrias Gráficas) estiveram em audiência com o presidente da Confederação Nacional da Indústria, o senador Fernando Bezerra, para pedir ao presidente da República, Fernando Henrique Cardoso a manutenção e a urgente liberação dos 50 milhões de reais prometidos para a BR-156 como parte do Projeto Brasil em Ação, considerado pela Fiap como fundamental para o desenvolvimento do Amapá e que seria a prioridade do engenheiro presidente Rodolfo dos Santos Juarez.
Em 19 de janeiro de 1999 veio a resposta do senador, presidente da CNI, através do Ofício n.º 27/99-GPB, comunicando que estivera com o ministro dos Transportes tratando o assunto e informado que a CNI “estará unida ás demais forças que se posicionam em favor dessa justa reivindicação.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Amapá -Parte VII


Rodolfo Juarez
No dia 14 de dezembro de 1996, Francisco Leite da Silva, havia sido reconduzido para o mandato de 4 anos (97/98/99/2000), que encerraria uma fase importante da Federação das Indústrias do Amapá, com a grande reforma e ampliação do CAT Homero Charles Platon, do Departamento Regional o SESI/AP, que implicara no aumento da capacidade de atendimento da comunidade industriaria do Amapá em educação, saúde.
O CTP Francisco Leite, do Departamento Regional do SENAI/AP, começaria o ano de 1997 com mais oferta de cursos de pequeno, médio e longa duração.
Também estava programada para o final do ano, dia 14 de dezembro, dia do aniversário de fundação da Federação das Indústrias do Amapá, a inauguração da Casa da Indústria, na Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd, n.º 2000, Bairro de Santa Rita, construído para ser a sede própria da Federação das Indústrias do Amapá.
O presidente Francisco Leite não chegou a ver o prédio da Casa da Indústria concluído (seu sonho), mas quando morreu já sabia que haveria destinação de verba para a construção do Teatro do SESI, que recebeu o nome de Leonor Barreto Franco, uma forma de agradecimento do Conselho Regional do SESI/AP, pelo apoio da então presidente do Conselho Nacional do SESI.
Com 1.200 metros quadrados, com acabamento do piso em Korodur, com granilite polido, filetação para dilatação plástica e rodapé de 15 cm do mesmo material. A cobertura em telhas de zinco tratado, fixada com elementos próprios, com esquadria de alumínio e vidro, conjunto motogerador e estacionamento interno para 24 veículos e entrada e saída para carros e pedestres pela Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd. A entrada para o estacionamento era pela Avenida Cora de Carvalho.
O prédio da Casa da Indústria e a área de estacionamento como a arborização ornamental e de porte tiveram os serviços executados em 240 dias, com a inauguração realizada no dia 14 de dezembro de 1997. Os filhos do presidente Francisco Leite da Silva, José Enock Carneiro Leite e José Enoilton Carneiro Leite foram os que fizeram o descerramento da placa dando por inaugurado o prédio, momento que contou com a presença do governador do Estado, João Alberto Rodrigues Capiberibe (1995/2001) e o prefeito de Macapá. Annibal Barcelos (1997/2000).
Ainda em 1997, durante a última reunião ordinária tanto do Conselho Regional do SESI como do Conselho Regional do SENAI, como também do Conselho Superior do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e do Conselho de Representantes da Federação, fora aprovada a gestão integrada de todas as casas o que foi homologado durantes as últimas reuniões ordinárias dos conselhos nacionais daqueles organismos, ocorridas em novembro de 1997.
O Plano Estratégico para o Sistema FIAP (DR-SESI/AP, DR-SENAI/AP, IEL e FIAP), aprovado em 1997, para ser executado em 1998 definia o orçamento e projetava os investimentos.
Dentre os investimentos que constavam do plano, constava a construção do Teatro do SESI (construído em 1988) e a expansão das atividades do Sesi e do Senai para o município de Santana.
A Icomi havia criada uma empresa Santana Participações com o objetivo de negociar o patrimônio que havia formado e que estava em Santana, como: a sede Administração da Vila, o prédio do Supermercado, o Cinema, o prédio que servira para sede do Santana Esporte Clube, e toda a área onde estavam localizados esses prédios, bem como o Campo de Futebol Augusto Antunes e todo o sistema de apoio (arquibancada, vestiários, estacionamento etc), e a Piscina Semiolímpica.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Amapá - Parte VI


Rodolfo Juarez
Em 1995 foi deliberado pelo Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que os mandatos para presidente da Confederação e das Federações passariam para 4 anos (anteriormente era de 3 anos) com as eleições sempre realizadas em anos que não coincidissem com eleições Gerais (presidente da República. governado de Estado e do Distrito Federal, senadores, deputados federais e deputados estaduais) ou eleições Municipais (prefeitos e vereadores).
O mandato da Diretoria e demais Poderes da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) terminaria em 1996 (triênio 94/95/96), ano de eleição municipal e, por isso, por decisão do Conselho de Representantes, foi prorrogado por mais um ano, para terminar em1997.
Em 1995, foi iniciada um dos mais profícuos projetos da Federação das Indústrias do Amapá – o Encontro da Indústria.
Tendo como o principal parceiro o IRDA, o Instituto Regional de Desenvolvimento do Amapá, vinculado à Indústria de Comércio e Mineração (ICOMI), que indicou e deu condições para que o Encontro da Indústria, realizados sempre na semana do Dia da Indústria (25 de maio), fosse realizado nas dependências da Icomi, em Serra do Navio, oferecendo o alojamento, a alimentação e o espaço para os três dias do evento.
O grande anfitrião, presidente do IRDA e diretor adjunto da Federação das Indústrias do Amapá, era o engenheiro Fernando Guimarães, um entusiasta do desenvolvimento do Amapá e que percebia na instituição Federação das Indústrias, um canal importante para atingir os objetivos e contribuir com os resultados.
O Encontro da Indústria sempre realizado a partir da última sexta-feira do mês de maio de cada ano, quando havia o deslocamento das equipes técnicas e da direção da Federação, do IRDA, do Governo do Estado e dos dirigentes dos municípios convidados para, no começo da noite, ser instalado o encontro e anunciado os temas em debate, todos de direto interesse do desenvolvimento industrial do Estado.
O sábado era reservado aos debates dos temas selecionados previamente e no domingo, pela parte da manhã, votada a proposta-resumo que seria entregue às autoridades estaduais, regionais e nacionais. Depois do almoço, o retorno para Macapá.
O terceiro Encontro da Indústria, no Amapá, levado a efeito em Serra do Navio, teve um viés turístico e, por esse motivo, boa parte da delegação, suficiente para lotar o vagão de passageiros da Estrada de Ferro do Amapá, foi de trem, observando e tirando conclusões sobre o potencial que seria avaliado durante o encontro.
Governava o Estado do Amapá nesse período, João Alberto Rodrigues Capiberibe, que participou durante os três dias do encontro, presidindo a sessão de abertura e de encerramento.
Foi derradeira participação do presidente Francisco Leite da Silva em um evento de grande porte pois, em seguida, começou a sua luta contra os males que acabaram por tirar a sua vida em 8 de outubro de 1997, deixando aberta uma lacuna que nunca mais foi preenchida na gestão da Federação das Indústrias do Amapá.
Já em outubro de 1997 estava em andamento a construção do prédio da Casa da Indústria, para onde fora projetado o funcionamento administrativo da Federação das Indústrias do Amapá, do Instituto Euvaldo Lodi, a Direção do Departamento Regional do SESI, do Departamento Regional do SENAI. A Casa da Indústria estava adequada ao funcionamento integrado da gestão contábil, administrativa e financeira do Sistema Fiap, compromisso assumido perante os departamentos nacionais respectivos e o Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

A história das Federação das Indústrias do Amapá - Parte V


Rodolfo Juarez
Em 14 de dezembro de 1993 tomou posse, para um mandato de 3 anos, de 1994 a 1996, tendo como presidente Francisco Leite da silva e vice-presidente Antônio Armando Barrau Fascio Filho; como vice-presidentes: Leônidas Cardoso Platon, Joferson Costa de Araújo e Silva, Izaias Matias Antunes e Antenor Alves Braga; diretores adjuntos: Antônio Lucival Gonçalves de Queiroz, José Góes de Almeida, Fernando Guimarães Santos José Enock Carneiro Leite; 1.º secretário: Walter Sampaio Cantuária, 2.º secretário: Claudemir Dinis Nery; 1.º tesoureiro: Gilberto do Carmo Pinto, e 2.º tesoureiro: José Enoilton Carneiro Leite. A eleição foi realizada no dia 19 de agosto de 1993.
Nesse momento mais dois importantes órgãos faziam parte da estrutura operacional da Federação das Indústrias do Amapá: o IEL – Instituto Euvaldo Lodi e o -  DAMPI/AP - Departamento de Assistência às Médias e Pequenas Indústrias do Amapá.
No final de 1993 e início de 1994 foi elaborado o projeto da sede da Federação das Indústrias do Amapá e encaminhado para a alta direção da CNI no sentido de indicar os possíveis apoios financeiros para a construção do prédio.
O terreno escolhido pelos órgãos técnicos e pelos órgãos decisórios da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) foi o da Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd, até então um terreno ocioso, abandonado e se constituindo um problema para a segurança do Centro de Formação Profissional Francisco Leite, que havia recebido esse nome, por decisão do Conselho de Regional do SENAI e homologado pelo Conselho Nacional, como resposta à dedicação e gastos feitos pelo presidente da Federação que assumira, em dezembro/93, o segundo mandato consecutivo de 3 anos cada.
O Conselho Nacional do SESI, depois de examinar a documentação do terreno e a viabilidade do projeto, foi quem mais contribuiu com os recursos necessários para a construção do prédio, 75% (setenta e cinco por cento). O restante ficou para ser custeado pela própria Federação e pelas empresas que formavam os respectivos sindicatos filiados e por recursos próprios dos dirigentes da Federação, pessoas físicas.
Foi uma espécie de compensação pela dedicação e forma como foram executados os serviços no CAT Homero Charles Platon, todas as obras com elogios oficializados nas reuniões do Conselho Nacional.
O ano de 1994 foi um ano de realizações no DR-SESI/AP, naquele ano foram concluídas as obras do Malocão do SESI, da ampliação das salas de aula, no segundo piso do CAT Homero Charles Platon e a restauração da Piscina e construção do prédio da nova lanchonete.
O ano de 1995 começou com um baque no nosso corpo diretivo. No dia 12 de janeiro deste ano morreu o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Amapá, Antonio Armando Barrau Fascio Filho, no exercício do mandato. Com a morte do primeiro vice-presidente da Federação o cargo foi declarado vago e eleito para ocupá-lo, pelo restante do mandato, o engenheiro Rodolfo dos Santos Juarez, que, para tanto, teve que se desligar do vínculo técnico que mantinha no DR-SENAI/AP.
Seguiu o ano de 1995 com a execução do cronograma de obras estabelecido para o triênio 94/95/96, com a conclusão das obras no CAT Homero Charles Platon e a aprovação, no Conselho Nacional do Sesi do financiamento parcial da Casa da Indústria.
O projeto da Casa da Indústria, para ser construído no terreno da Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd precisou da aprovação do Conselho Regional do Senai, do Conselho de Representantes da Federação das Indústrias e homologado pelo Conselho Nacional do Senai.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Estado do Amapá - Parte IV


Rodolfo Juarez
Em 1992, na primeira reunião ordinária dos conselhos regionais do Sesi e do Senai do Amapá e do Conselho de Representante da Federação ficaram definidas as prioridades: primeiro se trabalharia as melhorias do Centro de Formação Profissional do DR-SENAI/AP, em seguida as melhorias do Centro de Atividade Homero Charles Platon do DR-SESI/AP. Para a Federação das Indústrias do Amapá ficou definido que se procuraria outro prédio onde, além das necessidades administrativas da Fiap, também se atenderia as necessidades do Departamento Regional do Senai.
Com essa macro definição do cronograma de melhorias, o corpo técnico da Federação das Indústrias do Amapá, já reforçado com profissionais da párea de engenharia, de administração e direito, sob o comando do engenheiro Rodolfo dos Santos Juarez, começou a desenvolver os projetos constantes dos programas aprovados nas reuniões de março.
A melhoria no Centro de Formação Profissional do DR-SENAI/AP, conforme havia sido definido pelos conselhos normativos do Senai, do Sesi e da Federação, foi trabalhada em primeiro lugar. Pronto o projeto e estimado o preço da obra, foi elaborado o cronograma financeiro. Apresentado para o Conselho Nacional e Departamento Nacional do SENAI, com o apoio da Diretoria da CNI, o projeto foi aprovado e estabelecido o cronograma de desembolso, o que permitiu o desenvolvimento do processo licitatório, acompanhado por técnicos dos órgãos nacionais do SENAI.
Em 240 dias o prédio do Centro de Formação Profissional do SENAI foi restaurado na parte existente, e mais do que duplicado a sua área de salas de aula e oficinas. A área externa, que não constava do projeto apresentado à direção dos órgãos nacionais, foram feitas às custas do presidente Francisco Leite da Silva e do vice-presidente Antônio Armando Barrau Fascio Filho.
Em março de 1992 a Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) mudou de endereço, deixando o prédio da então Rua Independência e mudando-se para um prédio na Avenida Coriolano Jucá, esquina com a Rua General Rondon, onde hoje funciona a loja do Boticário.
Nesse prédio, juntamente com a administração e serviços da Federação, foi instalado, no segundo piso, o Departamento Regional do SENAI. Toas as adaptações, recuperações e restaurações foram realizadas a expensas do presidente da Federação das Industrias do Amapá (Fiap), Francisco Leite da Silva.
Enquanto a equipe técnica da Fiap trabalhava os projetos para melhorias no Centro de Atividades Homero Charles Platon do DR-SESI/AP, o presidente Francisco Leite da Silva, com o aval do Conselho de Representante da Federação, apresentava, ao presidente da CNI e Diretor do Departamento Nacional do SENAI, os projetos que melhorariam as condições do Centro de Atividades no Bairro do Trem.
Os projetos travavam de: restauração na piscina, ampliação do número de salas de aula, recuperação de todo o cercado e entradas do CAT, construção do malocão, recuperação do campo de futebol gramado, recuperação das duas quadras de esporte, recuperação da sala de dança, recuperação da piscina e construção do teatro e de toda a circulação interna no prédio.
O cronograma de liberação de recursos foi aprovado pelo Conselho Nacional que orientou os demais administradores para que houvesse um programa especial no Departamento Nacional para cobrir as necessidades apresentadas pelo Amapá e aprovadas pelos órgãos deliberativos SESI nacional.
Foi triplicada a capacidade de absorção de alunos e duplicada a quantidade de professores e pessoal complementar (continua no próximo artigo).

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Amapá - Parte III


Rodolfo Juarez
Designados o Diretor Regional do SENAI/AP, Professor Elito Hora Fontes Menezes, e o Superintendente Regional do SESI/AP, Professor José Figueiredo de Souza, estava definido a regionalização dos dois departamentos, com a recomendação de ajustar às necessidades de cada um à realidade da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) e, principalmente, conhecer as práticas que vinham sendo adotadas pelos delegados nas respectivas delegacias, com o objetivo de tornar a transição com um mínimo de prejuízos aos projetos e sistemas que vinham sendo utilizados pelos respectivos delegados do SESI e do SENAI, ambos vinculados ao modelo de gestão dos respectivos departamentos orientados pela Federação das Indústrias do Estado do Pará.
As estruturas físicas, tanto do DR-SESI/AP como do DR-SENAI/AP, agora, não estavam adequadas ao funcionamento como um departamento regional, assim como o quadro de pessoal mostrava-se reduzido para executar, mesmo as mínimas funções de cada um dos departamentos, afinal de contas, as duas unidades funcionavam como delegacias dos departamentos regionais paraenses.
Em novembro de 1991, nas reuniões do Conselho Nacional do Sesi, do Conselho Nacional do Senai e do Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria foram aprovados os planos estratégicos dos três organismos. Essas propostas exigiam a coordenação de projetos específicos tanto pelo Diretor Regional do DR - SENAI/AP, como do Superintendente do DR-SESI/AP.
Uma avaliação feita pela equipe técnica dos respectivos órgãos nacionais e os técnicos locais definiu-se que o vice-presidente da Federação das Indústrias do Amapá e Conselheiro Titular do Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rodolfo dos Santos Juarez, engenheiro de profissão, seria mais útil para o sistema atuando na consecução dos projetos aprovados dos dois departamento regionais.
A renúncia do cargo de primeiro vice-presidente e delegado junto a CNI ocorreu no dia 30 de setembro de 1991 e resultou na eleição e posse, no mesmo dia, do empresário Antônio Armando Barrau Fascio Filho, apresentado pelo Sindicato da Indústria da Construção – Sinduscon/AP, nos cargos de vice-presidente da Fiap e Delegado junto ao Conselho de Representantes da CNI.
Nessa época a Diretoria da Federação das Indústrias do Amapá também começava a sentir o peso da responsabilidade. Funcionando em um prédio alugado, com poucas condições de atender ás necessidades administrativas da Federação, ainda tinha que encontrar espaço para o funcionamento dos dois Departamentos, com salas administrativas para o Diretor do Departamento Regional do SENAI/AP e para o Superintendente do Departamento do Regional do SESI/AP.
No prédio da Escola do Senai, com 4 salas de aula e uma oficina multi, localizado na Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd, não sobrava espaço para acomodar a Direção Regional. O professor José Adeobaldo Andrade, delegado da Delegacia do Senai no Amapá, mostrou as dificuldades logo na primeira visita dos diretores da Federação à Escola.
Já o delegado do Sesi-DR/AP, Rubens Baraúna, havia reservado duas salas, uma para a Diretoria da escola e da delegacia e outra para a Secretaria da Escola, no prédio da Escola Visconde de Mauá, na Rua Leopoldo Machado, no Bairro do Trem, que ainda tinha espaço para 8 salas de aula, uma sala para o setor médico, uma para o setor de educação física e lazer, e uma sala para atendimento odontológico.
O ano de 1992 iniciava para a Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) com a com proposta melhora as instalações administrativas da própria federação e, ainda mais urgente, as condições de instalação do Centro de Formação Profissional do Senai e o Centro de Atividades Homero Charles Platon. Para essa empreitada o presidente da Federação das Indústrias do Amapá, Francisco Leite da Silva, contou com o irrestrito apoio e a confiança do presidente da Confederação Nacional da Indústria (continua próximo artigo).

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

História da Federação das Indústrias do Estado do Amapá - Parte II


Rodolfo Juarez
No segundo semestre de 1991, houve a regionalização do Sesi e do Senai, com a transformação de cada uma das delegacias em Departamento Regional do Sesi e Departamento Regional do Senai.
Durante a última reunião ordinária de 1991 do Conselho Nacional do Sesi, e a última reunião ordinária do mesmo ano do Conselho Nacional do Senai, foi encaminhada e aprovada a regionalização dos dois departamentos: o Departamento Regional do Sesi e o Departamento Regional do Senai, vinculados à Federação das Indústrias do Estado do Amapá.
O Serviço Social da Indústria (SESI), criado pela Confederação Nacional da Indústria em 1.º de julho de 1946, por ordem do presidente da República Eurico Gaspar Dutra constante no Decreto-Lei 9.403, de 25 de junho de 1946, com a finalidade de planejar e executar medidas que contribuíssem para o bem estar social dos trabalhadores na indústria e nas atividades assemelhadas. 
Mais tarde foi aprovado o Regulamento do Serviço Social da Indústria (SESI) pelo Decreto Federal n.º 57.375, de 2 de dezembro de 1965. Nos 70 artigos do Regulamento do Sesi estão todas as regras que devem ser observadas e praticadas pelos seus gestores. No artigo 5.º do Regulamento está listado o rol dos principais objetivos o Sesi, quais sejam: alfabetização do trabalhador e seus dependentes, educação de base, educação para a economia, educação para a saúde (física, mental e emocional), educação familiar, educação moral e cívica, e educação comunitária.
O art. 37 do Regulamento do Sesi define que nos estados onde houver federação de indústrias, oficialmente reconhecidas e filiadas à Confederação Nacional da Indústria será constituído um Conselho Regional e instalado um Departamento Regional do Sesi com jurisdição em toda o Estado e  que os órgãos regionais, embora sujeitos às diretrizes e normas gerais estabelecidas, no que se refere à administração dos seus serviços, gestão dos seus recursos, regime de trabalho e relações empregatícias.
O presidente da Federação das Indústrias é o presidente do Conselho Regional do SESI e Diretor do Departamento Regional do SESI, por ordem dos artigos 38 e 44 do Regulamento daquela instituição.
Já o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) foi criado diretamente pelo presidente da República, Getúlio Vargas, em 22 de janeiro de 1942, com a competência para organizar e administrar, em todo o país, escolas de aprendizagem dos industriários. A ordem está no Decreto-Lei n.º 4.048, publicado no diário Oficial da União, em 24 de janeiro de 1942.
O SENAI, tanto a nível nacional como regional, é orientado por dois organismos: um encarregado do planejamento e definição política organizacional, os conselhos nacionais e regionais, como órgãos normativos; e o departamento nacional com os departamentos regionais, órgãos de administração, encarregados da execução do que é planejado pelos respectivos conselhos.
O presidente da federação das indústrias do Estado será o presidente do Conselho Regional do SENAI ou um representante indicado pelo presidente. Já o Departamento Regional do SENAI será dirigido por um diretor nomeado, mediante entendimento com o presidente do Conselho Regional, pelo presidente do Conselho Nacional do SENAI, é o que orientam os artigos 32 e 37 do Regimento do SENAI.
Observando as ordens decretadas e os regimentos tanto do SESI como do SENAI, o presidente da Federação das Indústrias do Amapá, Francisco Leite da Silva, ouvido pelo presidente do Conselho Nacional do SENAI, concordou com a nomeação do primeiro Diretor Regional do SENAI/AP, o professor Helito Hora Fontes Menezes.
Foi, também, designado para primeiro superintendente do Departamento do SESI/AP o professor José Figueiredo de Souza, que já vinha atuando como professor de educação física da Delegacia do SESI do Pará, no Amapá (continua no próximo artigo).

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Estado do Amapá - Parte I


Rodolfo Juarez
A Federação das Indústrias do Estado do Amapá (Fieap), fundada no dia 14 de dezembro de 1990, com o nome de Federação das Indústrias do Amapá (Fiap), pelos presidentes e delegados dos sindicatos que se constituíram no grupo de sindicatos fundadores da atual Federação das Indústrias do Estado do Amapá (Fieap), ou seja: Sindicato das Indústrias de Produtos Gráficas do Amapá (SIGAP), Sindicato Estadual das Indústrias de Alfaiataria, Confecção, Tapeçaria e Estofados (SEIACTE), Sindicato Estadual das Indústrias de Alimento, Panificação e Confeitaria (SEIAPC), Sindicato Estadual das Indústrias de Madeira e Artefatos de Madeira (SEIMAM) e Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amapá (SINDUSCOM/AP), representados pelos seus respectivos presidentes e delegados.
Os presidentes e delegados de sindicatos que participaram da reunião de fundação da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) foram os empresários: Francisco Leite da Silva (construção civil), Rodolfo dos Santos Juarez (costura industrial), Gilberto do Carmo Pinto (construção civil), Walter Sampaio Cantuária (indústria gráfica), Pierre Alcolumbre (construção civil), Claudionor Soares Barbosa (construção civil), Nilson Matos (construção civil), Izaias Matias Antunes (oleiro cerâmico), Ladislau Pedroso Monte (construção civil) e Joferson Costa de Araújo e Silva (indústria da madeira).
Atuou, secretariando a reunião de fundação da Federação das Indústrias do Amapá (Fieap), Roberto Coelho do Nascimento (Roberto Gato). A reunião de fundação aconteceu na Avenida Mendonça Furtado, n.º 1526, em Macapá/AP, no salão de reuniões da empresa L.C.L - Leite Construções e Comércio Ltda.
Logo em seguida à fundação da Federação das Indústrias do Amapá foi aprovado o Estatuto da entidade que passaria a orientar a eleição da primeira Diretoria que ficou assim composta: Presidente, Francisco Leite da silva; Vice-Presidente, Rodolfo dos Santos Juarez, e mais 4 vice-presidentes, 4 diretores adjuntos, o primeiro e o segundo secretário e o primeiro e o segundo tesoureiro.
A nominata foi apresentada em cartório para registro da primeira diretoria e do conselho fiscal (também eleito na reunião de fundação), no final do ano de 1990.
A primeira sede da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) foi um prédio alugado e localizado na Avenida Independência, hoje Binga Uchoa, onde permaneceu por dois anos, até o final de 1992.
Com os registros cartoriais, os documentos de apresentação de toda a Diretoria e do Conselho Fiscal e outros documentos constante do rol de exigências da CNI, o presidente Francisco Leite e eu, o vice-presidente, fomos a Brasília para solicitar a filiação da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) na Confederação Nacional da Indústria (CNI) o que aconteceu na reunião ordinária do Conselho de Representantes da CNI, realizada no final do mês de março de 1991.
A meta seguinte era a regionalização dos departamentos regionais do Sesi e do Senai. O que veio a acontecer no segundo semestre de 1991, depois das reuniões havidas no Conselho Nacional do Sesi e Conselho Nacional do Senai com a transformação de cada uma das delegacias regionais respectivas em Departamento Regional do Sesi e Departamento Regional do Senai.
Naquele momento a estrutura física tanto do Sesi como do Senai, no Amapá, não estavam adequadas ao padrão observado nos departamentos vinculados às federações de indústria de outros estados, precisando de melhorias tanto na estruturação como nos projetos voltados para a comunidade industrial do Amapá, justificado por serem delegacias de departamentos de uma federação de indústria de outro estado.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na época, era o senador Albano Franco, eleito pelo Estado de Sergipe e com mandato de senador até 1994, que demonstrava grande interesse nas respectivas regionalizações (continua no próximo artigo).

segunda-feira, 19 de março de 2018

Federação das Indústrias do Amapá: o problema atual contém a solução futura


Rodolfo Juarez
A Federação das Indústrias do Estado do Amapá, uma entidade sindical de grau superior, vive um dos seus momentos administrativos mais difíceis desde a sua fundação no dia 14 de dezembro de 1990.
No último dia 16 de março, uma decisão da Justiça Especializada do Trabalho, depois de apreciar o competente processo judicial, resolveu anular a Assembleia Geral Extraordinária da Federação realizada no dia 9 de janeiro de 2016, na qual fora prorrogado o mandato da atual diretoria da entidade.
Depois de anular os efeitos da decisão que prorrogou o mandato, a juíza titular da 1.º Vara do Trabalho, em Macapá, deu o prazo de 60 dias para que fosse realizada nos eleições e empossada a nova diretoria, isso até o dia 16 de maio de 2018, sob pena de pesadas multas para a própria Federação das Indústrias e 15 pessoas físicas que são réus no processo do RTOrd. N.º 0000730-60.2016.5.08.0209.
Mandou ainda a magistrada, que fosse encaminhado oficio ao Cartório Jucá, onde teria sido registrada a ata da assembleia geral extraordinária realizada no dia 9 de janeiro de 2016, dando ciência da decisão e mandando que seja anulado o registro, como também mandou oficiar a Confederação Nacional da Indústria dando conhecimento da decisão tomada pela Justiça do Trabalho.
Desde o começo do segundo semestre de 2013 que a Federação das Indústrias do Estado do Amapá perdeu a confiança do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Conselho Nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que fizeram a intervenção administrativa nos dois órgãos aqui no Amapá e os mantém nessa condição até a presente data.
Apesar de todo o esforço que possam fazer os interventores, eles não se comunicam com os dirigentes dos sindicatos que estruturam a Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP) e não atendem as expectativas do setor industrial que é o motivo da existência tanto do SESI quando do SENAI.
Os programas dos dois órgãos ficam completamente fora de sintonia com o desenvolvimento local e perdem a principal finalidade e para a qual existem que é atender as necessidades de saúde, educação e lazer do industriário amapaense (no caso do SESI) e da educação técnica (no caso do SENAI).
A responsabilidade da situação em que se encontra a Federação é dos próprios conselheiros, eleitos pelos sindicatos, com o fim específico de atuarem de acordo com os interesses da Federação das Indústrias do Estado Amapá. Está também com aqueles conselheiros a chave para as iniciativas para o restabelecimento.
A decisão tomada pela juíza do trabalho, titular da 1.º Vara do Trabalho, antes de ser um prejuízo para a Federação das Indústrias é uma oportunidade para que os próprios conselheiros comecem a trabalhar na recuperação administrativa e da representatividade do setor industrial, reconhecendo a falta que as propostas da Fieap estão fazendo para o desenvolvimento do Estado e o crescimento dos setores industrias representados pelos sindicatos.
Agora é importante que haja representatividade e que os conselheiros entendam que são responsáveis pela direção que deve tomar a Federação e que o cargo de presidente, como todos os da diretoria, devem estar atentos e obedientes aos interesses das empresas industriais, fortalecendo ou alterando as políticas públicas que são destinadas ao setor industrial do Amapá.
Os conselheiros precisam encerrar esse ciclo que levou a Federação das Indústrias do Estado do Amapá a servir a interesses que não os da política industrial para o Estado, da Região Norte e do Brasil, tendo posição na Confederação Nacional da Indústria que possam fazer crescer o setor no Amapá, criando emprego, gerando renda e aumentando as perspectivas das empresas. 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Federação das Indústrias tem nova chance

Rodolfo Juarez
A Federação das Indústrias do Estado do Amapá continua o seu inferno astral, agora com o afastamento da presidente Josi Rocha e a volta ao comando da entidade de uma comissão provisória presidida pelo presidente do Sindicato das Indústrias da Madeira, Joferson Costa de Araújo e Silva, conselheiro do Conselho de Representantes desde a fundação em dezembro de 1990.
Pela importância que tem no cenário industrial do Amapá, a Federação das Indústrias é uma instituição sindical de grau superior, que cuja administração deveria comandar o Departamento Regional do Serviço Social da Indústria no Amapá (SESI-DR/AP) e o Departamento Regional do Serviço de Aprendizagem Industrial no Amapá (SENAI-DR/AP).
Tanto o Sesi como o Senai são organizações mantidas pela indústria local, com apoio e orientação da respectivos departamentos nacionais. O Sesi com a responsabilidade primária de atender, nas áreas social, cultural, educacional e médica, os trabalhadores do setor industrial do Amapá; e o Senai para atender a preparação da mão de obra para a indústria local.
As dificuldades gerenciais enfrentadas pela Federação das Indústrias do Estado do Amapá refletem nas administrações técnicas que devem ser executadas no Senai e no Sesi, com atendimento prioritário ao trabalhador da indústria e seus familiares, mas com a necessária integração com a comunidade.
O crescimento da importância da Federação despertou os interesses de políticos – o que já havia acontecido em outros estados – e a direção da entidade passou a fazer parte do plano de poder daqueles que conseguiam um mandato eletivo.
Fátima Pelaes, primeiramente; Vinícius Gurgel, logo em seguida e Josi Rocha foram atraídos para a presidência da Fieap sem que houvesse o preparo necessário para exercer uma das mais complicadas administrações do país. Mista na prática, pública na realidade e com a fiscalização de cada um dos setores da indústria ativa do Estado.
O primeiro pecado foi a “invenção” de sindicatos que não são representativos e a eleição de presidentes descomprometidos com o setor industrial e comprometidos com o setor político partidário.
Esse cenário levou a Federação a sucessivas crises com as intervenções no Sesi e no Senai, além da desfiliação da Federação Amapaense dos quadros da Confederação Nacional da Indústria - CNI.
A crise instalou-se quando houve a banalização de cargos tanto no Sesi como no Senai, preenchidos para atender acordos não confessáveis entre conselheiros e dirigentes, em uma busca de vantagens, sem levar em consideração que o dinheiro das instituições era do trabalhador.
Os resultados foram catastróficos.
Recentemente a Federação das Indústrias do Amapá ficou sem pagar os funcionários, como ainda permanece, por 6 meses seguidos, estando, nessa momento além de cinco meses de atraso de salários, sem cumprir o cronograma de férias e o pagamento do 13.º salário, uma vez que foi cessada o auxilio financeiro aportado pela Confederação das Indústrias e essa se tornara a única fonte de renda da Federação.
Ainda conta a federação com um braço educacional e de apoio que e o do Instituo Euvaldo Lodi, com atribuição, inclusive, de colocar mão de obra para estágio o que seria a sua principal fonte de renda.
Sem qualquer plano, segue a Federação com frentes de lutas na Justiça do Trabalho (com relação ao pagamento dos funcionários dispensados), no Ministério do Trabalho (na luta por reconhecimento ou não de sindicatos) e com a Confederação, para a readmissão plena da Fieap nos quadros sociais da entidade nacional.

Os sindicatos patronais da indústria no Amapá têm, agora, mais uma oportunidade para corrigir todas essas falhas e seguir em frente com a missão que tem a Federação de capitanear o desenvolvimento da indústria local.

sábado, 13 de dezembro de 2014

A crise na Federação das Indústrias do Estado do Amapá

Rodolfo Juarez
Está difícil a situação da Federação das Indústrias do Estado do Amapá. Fundada no dia 14 de dezembro de 1990 como uma entidade sindical, patronal, de grau superior, não demorou a criar condições para a regionalização do Serviço Social da Indústria – SESI e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI.
O primeiro presidente, o empresário da construção civil, Francisco Leite da Silva, soube conduzir os primeiros passos da instituição que ganhou notoriedade regional pela importância e pelo que projetou para o desenvolvimento industrial do Estado do Amapá.
Os encontros anuais da indústria, dos quais três deles realizados na Serra do Navio, contou com a participação de todos os entes interessados no desenvolvimento do Amapá, principalmente o Governo do Estado que via na Federação uma grande porta de entrada dos negócios que precisavam ser realizados por aqui.
Desde 2002 quando assumiu o comando do sistema o presidente Sivaldo, sob a batuta da deputada federal Fátima Pelaes, houve a inserção da política partidária na instituição com a aquiescência dos conselheiros do Conselho de Representantes, trazendo as dificuldades para a Federação das Indústrias.
Depois veio a presidência de Telma Gurgel, com a influência do mandato de deputado federal de Vinicius Gurgel, concluiu o processo de politização das eleições da instituição, com o inchaço de sindicatos filiados sem a necessária representação das categorias econômicas pelas quais requeriam o direito de participar.
Os litígios foram para o Judiciário, principalmente para definir a representatividade dos sindicatos que pleiteavam o direito ao voto e, com esse voto, o direito de participar das unidades regionalizadas do SESI e do SENAI que passaram a ser cabide de emprego para os parentes dos dirigentes sindicais filiados à federação.
O Estatuto da entidade passou por reformas claramente tendenciosas à agasalhar os sindicatos que se alinham, em maioria, de um dado ou de outro dos pretendentes, até chegar em uma disputa interminável na justiça para saber quais os sindicatos que tinham ou não direito de votar e escolher os dirigentes da Federação.
O presidente da Federação das Indústrias depois de tomar posse assume a direção regional do SESI e a presidência dos conselhos regionais do SESI e do SENAI, além de passar a comandar o Instituto Euvaldo Lodi - IEL através de superintendente de livre nomeação do presidente.
A última eleição elegeu a presidente e o vice-presidente, sendo que, depois da posse o vice-presidente renunciou o cargo que foi entregue pelo conselho ao irmão da presidente, a deputada federal eleita Josi Rocha.
Por uma série de irregularidades apontadas por uma auditoria externa, o SESI e o SENAI foram retirados da tutela da Federação, sob várias alegações e perigo de continuar sendo prejudicadas as duas instituições, com a direção da Federação não tendo, até agora, forças suficientes para desfazer a intervenção que já perdura por mais de um ano.
Nesse momento Sesi e Senai continua sob o comando das respectivas direções nacionais, a Federação das Industrias do Estado do Amapá riscada do quadro societário da Confederação Nacional da Indústrias e os empregados da Federação sem receber salário desde Setembro, além de 13º, e o depósito do Fundo de Garantia.

Dia 14 de dezembro a Federação completa 24 anos sem saber o que pode fazer e sem ter o que fazer, a não ser continuar a luta para que a normalidade volte a fazer parte do dia-a-dia dessa importante instituição estadual.

sábado, 17 de agosto de 2013

Intervenção no Sesi e no Senai do Amapá

Rodolfo Juarez
O Conselho de Representantes da Federação das Indústrias do Estado do Amapá não tem conseguido encontrar um caminho para conduzir a instituição e os órgãos que lhes são diretamente vinculados – Sesi e Senai -, em paz gerencial e em obediência às regras que orientam as administrações desses órgãos.
A Fieap é uma organização sindical de grau superior, formada pelos sindicatos patronais das categorias econômicas da indústria e comunicação, dirigida por presidente eleito por conselheiros, que formam o conselho de representantes, indicados pelos sindicatos filiados e que assume a responsabilidade de orientar a gestão do Departamento Regional do Sesi e do Departamento Regional do Senai, além das atividades do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).
Recentemente a Federação entrou em uma disputa de grupos, com forte vertente da política partidária, que provocou contendas judiciais e até físicas, para saber quem dirigiria a Federação e, em consequência os departamento s regionais do Sesi e do Senai.
As notícias incompletas ou distorcidas acabaram não dando oportunidade para que houvesse divulgação do que acontecia na Federação, mesmo para o consumo interno, pois, externamente era travada uma briga sem quartel em flagrante prejuízo para a instituição e os sindicatos filiados.
O resultado veio a galope.
Por decisão dos conselhos nacionais do Sesi e do Senai, houve intervenção administrativa, gerencial e financeira nos regionais respectivos pelo prazo de 120 dias, prorrogáveis, o que significa que os dois órgãos não deixarão de cumprir o papel que lhes cabe como instituição, mas, diretamente supervisionado pelos respectivos departamentos nacionais.
Um grupo de 21 pessoas, todas dos departamentos nacionais respectivos, assumiu a gestão dos dois departamentos regionais e afastou toda e qualquer ingerência administrativa da atual gestão da Federação.
A Federação, ao contrário do que chegou a ser anunciado, não está sob intervenção, pois é uma organização sindical com vida e gestão próprias, o que está sob a gestão dos departamentos nacionais é a administração das duas casas, inclusive com um único interventor que responde pelo comando do Sesi e do Senai.
Uma situação anômala que anuncia reparos para as duas administrações, mas que, certamente, não atende os interesses da indústria local, uma vez que, sendo a intervenção uma situação sustentada por anormalidades, carrega vícios técnicos insuperáveis, muito embora sejam especialistas em gestão da administração para os dois departamentos.
A lição principal do episódio fica para os próprios empresários do setor industrial e de comunicação, pois agora contam com uma equipe absolutamente estranha e que terá a dificuldade natural para relacionar-se de acordo com as necessidades da indústria local, além do que, fica a diferença da desconfiança ou mesmo, da certeza da falta de relação.
Por mais esforçados e compreensíveis que sejam aqueles que exercem a intervenção nas duas casas, terão dificuldades para ajustar o conhecimento às urgentes necessidades das empresas que, em tese, seriam as principais usuárias tanto do Sesi como do Senai.

Nenhuma intervenção é agradável para as gerencias, nem para as que são afastadas, pois se sentem prejudicadas e, muito menos, para aqueles que assumem o rótulo de interventores, pois, sentem-se invasores dos interesses.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Federação das Indústrias do Estado do Amapá

Rodolfo Juarez
Tudo indica que a Federação das Indústrias do Estado do Amapá, depois de enfrentar dificuldades políticas, redescobre a sua direção e está buscando reorganizar-se administrativa e politicamente, para poder desempenhar o importante papel que lhe é reservado no processo de desenvolvimento da indústria no Amapá.
A Federação das Indústrias do Amapá foi fundada no dia 14 de dezembro de 1990, pelos sindicatos patronais de empresas industriais organizados conforme a legislação sindical de então e com o objetivo de compor o espectro sócio-empresarial que constituiria o quadro econômico do Estado, resultado da transformação do Território Federal, consagrado na Constituição Federal de 1988.
A década de 90 foi de muitas conquistas tendo nesse período, além da afirmação como instituição a filiação da Federação na Confederação Nacional da Indústria pré-requisito para iniciar o processo de regionalização do Serviço Social da Indústria - SESI, do Serviço Nacional de Aprendizagem Nacional – SENAI e da implantação do Instituto Euvaldo Lodi na Federação.
Francisco Leite da Silva, diretor da empresas LCL – Leite Construções Ltda., empresa filiada ao Sindicato da Indústria da Construção Civil, foi o primeiro presidente da Federação das Indústrias, tendo como vice-presidente, Antônio Armando Barrau Fáscio Filho, diretor geral da empresa Sanecir Ltda.
Francisco Leite, além de ser um empresário na expressão da palavra, também compreendia a importância de instituições como a Federação, tanto que não mediu esforços para montar uma boa diretoria, que compreendia o espaço que lhe era reservado no Estatuto Social da Federação, entendendo a importância do Conselho de Representantes e do Conselho Fiscal.
Na época o Sesi e o Senai já funcionavam no Amapá como delegacias regionais sob a supervisão do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará. Foram muitas as ações para que ficasse demonstrada a capacidade dos empresários da indústria local para assumir o comando dos dois órgãos – SESI e SENAI.
A regionalização foi uma questão de tempo e de demonstração de preparo da equipe local e, quase simultaneamente os conselheiros do Conselho Nacional do Sesi e do Conselho Nacional do Senai, decidiram pela autonomia, transformando as duas delegacias, subordinadas diretamente à Federação das Industrias do Pará, em departamentos regionais, sob a orientação dos empresários da Federação das Indústrias do Amapá.
Francisco Leite foi presidente por pouco mais de sete anos quando, no exercício da presidência da entidade, faleceu e deixou um caminho inteiro para ser percorrido pelos seus sucessores: Rodolfo Juarez, Leônidas Platon, Sivaldo Brito, Telma Gurgel e, atualmente, Joseane Rocha.
O mandato que exerci foi de consolidação e uma espécie de transição. Consolidação com a incumbência de concluir o que Francisco Leite tinha encaminhado como a aquisição, da ICOMI, do complexo esportivo em Santana, e a construção do prédio para a sede da Federação onde hoje funciona, na Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd, além da consolidação do projeto de administração para todos os órgãos da Federação, construindo o que se convencionou chamar o Sistema FIAP.
Todo esse resultado foi alvo de uma disputa entre os grupos formados pelas entidades sindicais patronais do setor industrial. Passaram-se mais de 10 anos para que, agora em 2013, voltasse a sensação de que há calma no setor, com os dirigentes dispostos a exercer uma administração de acordo com a necessidade de progresso a da entidade e do setor industrial.
Dentre os atuais mandatários: conselheiros, auxiliares e funcionários -, alguns vêm desde a época da fundação da Federação e para representá-los destaco José Enoilton Carneiro Leite, filho do presidente Francisco Leite da Silva.
A Federação precisa ser um filtro das idéias, das apurações e avaliação dos índices da indústria no Estado do Amapá.  

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Federação das Indústrias & Docas de Satana

Rodolfo Juarez
O mês de dezembro tem me reservado espaço para fazer importantes registros na historia de minha passagem por aqui. Agora, vou falar de dois desses registros, entre outros igualmente significativos.
Os dois no mesmo dia e em anos diferentes. Os anos foram 1990 e 2002, sendo que 14 de dezembro é o dia, que este ano cai na sexta-feira e é bom para comemorar.
No dia 14 de dezembro de 1990, com a participação especial do empresário Francisco Leite da Silva e Roberto Coelho do Nascimento (Roberto Gato), completávamos uma das etapas mais importantes, tenho certeza, do nosso labor conjunto – a fundação da Federação das Indústrias do Amapá.
Transformados em estados, o Território Federal do Amapá e o Território Federal Roraima, na letra da Constituição Federal de 5 de outubro de 1988, e acompanhando o desempenho do Estado do Tocantins, criado pela mesma Carta Magna Brasileiro de 88, havia necessidade de o Amapá ter a representação sindical de grau superior, onde estavam os outros Estados – a Confederação Nacional da Indústria.
Como não havia os sindicatos patronais, da atividade industrial, em quantidade suficiente para fundar a Federação das Indústrias do Amapá, restava fundar, primeiramente, os sindicatos. Assim foi feito e no dia 14 de dezembro de 1990, os estatutos sociais da federação foram aprovados e, na mesma reunião, eleita a sua primeira Presidência, com Francisco Leite da Silva no cargo de presidente e Antônio Armando Barrau Fáscio Filho no cargo de vice-presidente. Fui designado o primeiro executivo da Federação, no cargo de superintendente.
A primeira sede, locada, ficava na Rua Independência, em um prédio ás proximidades da Avenida Mendonça Júnior.
Pleiteada a filiação da Federação das Indústrias do Amapá na Confederação Nacional da Indústria, os passos seguintes foram a regionalização do Serviço Social da Indústria – SESI e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI.
Dez anos depois foi construída e inaugurada, também no dia 14 de dezembro, a sede própria da Federação das Indústrias do Amapá.
No dia 14 de dezembro de 2002, o Município de Santana, através da Companhia Docas de Santana, firmava com o Ministério dos Transportes, através da Companhia Docas do Pará, o Convênio de Delegação nº 009/2002, concedendo, por 25 anos, a administração do Porto de Macapá à Companhia Docas de Santana, uma empresa municipal constituída, na forma da Lei Municipal nº 545/2001, no dia 29 de outubro de 2001, pelo então prefeito, Rosemiro Rocha. Fui designado o primeiro presidente da Empresa.
Era a conclusão de primeira parte de um projeto que hoje representa uma das mais importantes decisões tomadas em todo o Estado e, certamente, a mais importante decisão empreendedora, tomada pelo Município de Santana desde a sua criação.
A Companhia Docas de Santana, desde quando foi instituída, focou nesse objetivo e teve que vencer barreiras levantadas, tanto pelos dirigentes da Companhia Docas do Pará, que não queriam abrir mão do Porto de Macapá, como pelo histórico de tentativas frustras feitas anteriormente, tanto pelo Município de Santana como pelo próprio Estado do Amapá.
Hoje a Companhia Docas de Santana é, certamente, a empresa pública que tem a maior rentabilidade no Estado, acumulando riquezas, conhecimento e vagas para os trabalhadores, com perspectivas, as mais espetaculares.
Então, no dia 14 de dezembro, está registrado na HHistória do Amapá, dois grandes momentos da estruturação econômica do Amapá, que personalizam o Estado e são reconhecidos nacional e mundialmente, por tudo o que foi colocado nas justificativas que convenceram alguns incrédulos burocratas com endereço na Capital Federal, que receberam justificativas e planos elaborados por uma equipe da qual tive a oportunidade de participar.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O lamento do Gato

Rodolfo Juarez
Os problemas que os dirigentes da Federação das Indústrias do Estado do Amapá vêm enfrentando para decidir quem comanda a entidade pelos próximos quatro anos tem abalado, profundamente, as motivações que levaram os idealistas do final da década de noventa a organizar a representação sindical do setor industrial no Amapá.
Francisco Leite da Silva, Antônio Armando Barrau Fáscio Filho, José Negreiros, Leônidas Cardoso Platon, Isaias Matias Antunes, Valter Sampaio Cantuária, entre outros, com coordenação operacional sob minha responsabilidade e de Roberto Coelho do Nascimento, não imaginávamos estaria sendo criado também um local de litígio e de confrontos, não em defesa do setor industrial amapaense e sim em defesa do efêmero poder de dirigir o setor.
Roberto Coelho do Nascimento, o Roberto Gato, foi com quem contei para desenvolver o trabalho na parte executiva do processo e com Francisco Leite da Silva e Antônio Armando Barrau Fáscio Filho, no apoio logístico e político para esse desenvolvimento.
Desde 5 de outubro, quando a Constituição Federal transformou o Território Federal do Amapá em Estado do Amapá que, no dia seguinte o novo estado começava a ajustar-se estruturalmente para, no dia primeiro de janeiro de 1991, ver-se instalado o primeiro Governo do Estado comandado por um governador eleito pelos eleitores aptos no Amapá.
O governador escolhido, o último da série iniciada com a revolução de 1964, o sergipano Gilton Garcia, ficara encarregado de tomar todas as providências no sentido de dar condições para que fosse realizada a eleição para os cargos de: Governador do Estado e seu respectivo vice-governador, 3 Senadores da República, 8 Deputados Federais, 24 Deputados Estaduais e ainda tomar as últimas providências com relação à estrutura física local e as aberturas com relação às estruturas de políticas setoriais de desenvolvimento.
O cumprimento com eficácia das metas pelo governador Gilton Garcia, poderia credenciá-lo a um dos cargos políticos oferecidos pelo Estado do Amapá, nas eleições de 1994, pois não teria essas condições nas eleições de 1990.
Foram nove meses de muito trabalho e alguns resultados que marcando a administração do sergipano, podendo ser citado como exemplos, a retificação e construção de toda a Rua Leopoldo Machado e a Construção do Estádio Zerão.
Na área da política empresarial o incentivo para que fossem criadas as federações da indústria e do comércio no Estado.
Dos sindicatos patronais dos setores industriais, apenas a indústria da construção civil e a indústria gráfica estavam organizados e tinham os sindicatos fundados e funcionando. Os demais setores como oleiro cerâmico, da panificação, da costura industrial, da madeira, tiveram que ser organizado e, para isso, contou com a habilidade e a competência de Roberto Coelho do Nascimento que já estava no setor comercial, há mais tempo, trabalhando na Secretaria Geral da Associação Comercial e Industrial do Amapá.
Fez a parte que lhe cabia e possibilitou a fundação da Federação das Indústrias do Amapá (esse o primeiro nome), no dia 14 de dezembro de 1990.
De lá Roberto Gato, a convite de José Alcolumbre, foi para organizar os sindicatos do setor de comércio e assemelhados, para em seguida funda a Federação do Comercio do Amapá, em fevereiro de 1991. José Alcolumbre foi o primeiro presidente da Federação do Comércio.
Roberto Gato, então, por sua competência, está na história destas duas organizações sindicais patronais e agora com inevitável sentimento de tristeza com lamento o que vem acontecendo na Federação as Indústrias do Estado do Amapá.