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quinta-feira, 21 de março de 2013

Acidente em Almeirim: autoridades pedem 30 dias

Autoridades pedem 30 dias para concluir a identificação dos passageiros.
Depois do acidente, surgiram denúncias contra a companhia. Avião bimotor caiu no dia 12 de março, matando dez pessoas.
A Associação Brasileira de Taxi Aéreo enviou um representante ao Pará para acompanhar as investigações da queda de um avião da Fretax em Almeirim, noroeste do estado. Dez pessoas morreram no acidente.
Depois do acidente, surgiram denúncias contra a companhia. Um ex-funcionário da empresa diz que era comum o copiloto ser retirado para dar lugar a passageiros. “Era uma prática comum de tirar o copiloto e botar o passageiro no lugar do copiloto, era uma prática comum e acontece até hoje, como aconteceu nesse último acidente”, afirma o funcionário, que prefere não se identificar.
A denúncia foi criticada pelo representante da Associação Brasileira de Taxi Aéreo, o advogado Georges Ferreira. Mas ele diz que a entidade não tem como acompanhar cada associado: “A Associação busca cobrar um padrão de qualidade de todos os seus associados. Agora o que cada um faz ou deixa de fazer, isso realmente é impossível de nós verificarmos”, conta o advogado.
O acidente aconteceu na terça-feira (12). A aeronave levava funcionários para a Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no estado do Amapá, e caiu a 20 km do aeroporto de Monte Dourado.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu as atividades da companhia. Segundo a Anac, o avião não poderia ter voado sem copiloto.
A Polícia Civil em Monte Dourado já ouviu um representante da Fretax, mas segundo o delegado responsável pelo caso, ele deve ser ouvido novamente para prestar mais esclarecimentos. A Polícia também aguarda a documentação da aeronave para dar continuidade às investigações.
Até segunda-feira, dia 18, nenhum dos corpos fora liberado pelo IML de Belém. O trabalho de identificação deve ser concluído em um prazo de 30 dias.
Veja a lista de vítimas:
José Carlos Vieira Junior (Piloto)
Joanes Viana
Reijunho Lima de Oliveira
Marcelo Alves de Moraes
José Sebastião da Silva
Jhonatan Aguiar de Souza
Cezar Lucena da Silva
Izaquiel Soares dos Santos
Dorival Pereira Feitosa
Arnaldo Oliveira Conceição

quarta-feira, 13 de março de 2013

Acidente aéreo em Almeirim/PA: 10 mortes confirmadas

Dez corpos foram localizados, segundo o Instituto Médico Legal. Aeronave levava funcionários para hidrelétrica no Amapá.

Dez pessoas morreram após um acidente com um bimotor no município de Almeirim na região noroeste do Pará. O acidente aconteceu por volta das 20h30 desta terça-feira (12) e o avião foi encontrado no início da manhã desta quarta-feira (13).
A aeronave levava funcionários para a Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no estado do Amapá, e caiu a 20 km do aeroporto de Monte Dourado.
O avião modelo Embraer 821-Carajá, prefixo PT-VAQ, da companhia de táxi aéreo Fretax, fretado pela Cesbe (companhia de engenharia responsável pela construção da hidrelétrica), saiu de Belém às 19h, com dez pessoas a bordo – o piloto e mais nove trabalhadores da Cesbe.
O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) realiza um mapeamento dos destroços do bimotor, encontrados numa região de mata de uma vila da região. As razões da queda da aeronave serão investigadas.
Peritos do Instituto de Criminalística e auxiliares do Instituto Médico Legal (IML) foram enviados ao local do acidente para fazer a remoção dos dez corpos localizados.
Em nota, a Fretax confirmou que dez pessoas morreram no acidente e lamentou o ocorrido com a aeronave de sua propriedade. A empresa disse que as causas serão apuradas.
"No momento, a empresa está prestando total assistência aos envolvidos no sinistro, bem como tomará todas as providências junto aos seus familiares, que receberão todo suporte e informações necessárias. A aeronave encontrava-se plenamente aeronavegável e estava com todas as revisões atualizadas, e o tripulante com habilitação e exame médico válidos", informou a Fretax.

Avião cai em Almeirim, oeste do Pará

As primeiras informações dão conta de que não houve sobrevivente
Fonte: site da Amazônia Brasil Rádio Web (Jeso Carneiro – Blog do Jesu)
Nove passageiros, todos trabalhadores das obras da hidrelétrica de Santo Antônio, piloto e co-piloto morreram carbonizados em queda de um avião bimotor, modelo Carajás, que desapareceu dos radares na noite de ontem (12), foi encontrado está manhã no município de Almeirim, oeste do Pará.
O avião caiu na área de plantio de eucalipto pertencente à Jari Celulose.
As mortes foram confirmadas na manhã desta quarta-feira pela reportagem do Jornal da Manhã, apresentado pelos jornalistas Paulo Silva e Domiciano Gomes que é transmitido pela Amazônia Brasil Rádio Web.
Segundo relato do repórter Marcelo Sarraf, presente no local do acidente, as cenas eram chocantes e o corpo do piloto com as mãos seguras ao manche do avião, ainda queimava.
Conforme o Dr. Picanço, diretor do hospital de Laranjal do Jari, o hospital de Monte Dourado encontra-se fechado o que impossibilitaria atender algum sobrevivente caso houvesse, tornando a tragédia ainda mais dramática.
Fonte: Portal G1
Um bimotor desaparecido na noite da última terça-feira (12) foi encontrado no início da manhã desta quarta-feira (13), no município de Almeirim, na região noroeste do Pará.
A aeronave, que levava funcionários para a Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no estado do Amapá, caiu a 20 quilômetros do aeroporto de Monte Dourado [município de Almeirim].
Não houve sobreviventes.
O avião da companhia de táxi aéreo Fretax, fretado pela Cesbe (companhia de engenharia responsável pela construção da hidrelétrica), saiu de Belém às 19h, com dez pessoas a bordo, o piloto e mais nove trabalhadores da Cesbe.
O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), ainda está mapeando os destroços do bimotor, encontrados numa região de mata de uma vila da região. As razões da queda da aeronave ainda vão ser investigadas.
 
 

 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

O PASSAGEIRO DE AVIÃO - A SAIDA

Rodolfo Juarez
Está mais do que provado que viajar de avião, saindo de Macapá ou chegando a Macapá, não é solução para as questões da população, mesmo aquelas que podem pagar as passagens de preço exagerados que são cobrados pelas empresas aéreas.
O que é uma estratégia de marketing nas áreas mais densas do país se transformou em uma alternativa de lucro em regiões como Macapá que, sem contar com saída rodoviária, o avião passa a ser o veiculo mais adequado para sair ou chegar.
Já está na hora dos agentes públicos do Estado do Amapá reconhecerem que o modo oferecido atualmente para a população é injusto e não atende às condições econômicas dos que moram por aqui e precisam sair, seja pela razão que for.
Os estudos que, há mais de 20 anos mostraram a necessidade de contar com uma frota fluvial confiável, segura e regular para o transporte de passageiros, estão confirmados agora e necessitando serem atualizados para atender às necessidades da população.
O exemplo está ai na cara. Para quem precisa sair de Macapá, esta semana, por exemplo, terá que pagar até 20 vezes o valor do que, em algumas oportunidades, é oferecido, pelas mesmas empresas, aos mesmos passageiros.
Reativar o transporte fluvial entre Macapá e Belém e entre Macapá e outros sedes municipais dos municípios da Ilha de Marajó, principalmente, é uma necessidade.
Então, elaborar um plano diretor para atender essa logística é uma necessidade e tem o Governo do Estado essa responsabilidade.
A cada dia as dificuldades aumentam e basta comparar o preço da estação de passageiros do Aeroporto Internacional de Macapá, que supera os 100 milhões de reais, para se entender que o investimento no transporte fluvial pode ser a alternativa que vai responder à parcela mais pobre da população, aquela que está ficando sem qualquer condição de ir, por exemplo, a Belém.
Além do que haveria o aproveitamento da imensa margem do Rio Amazonas que deixa por conta da água – e apenas dela – as mudança que estão se observando nesse lado do Rio onde está Macapá e Santana, os dois maiores centros urbanos do Amapá.
Aliás, que em Santana, já está instalado e com grande sucesso, o Porto Organizado e Macapá, administrado por uma empresa municipal vinculada à Prefeitura de Santana, absolutamente rentável e apresentando perspectivas que se constituem, sempre, em referência de desenvolvimento a médio e longo prazo.
Uma frota dimensionada adequadamente para transporte de passageiro e carga poderá ser a solução para os problemas que a população enfrenta hoje, sentindo-se ilhada, sem qualquer chance de sair da cidade, devido os altos preços das empresas de aviação que sempre estiveram de constas para o Estado.
É o desafio.
Um estudo técnico bem feito atrairia empresas para operar o sistema através de contrato de concessão de serviço público, no mesmo molde em que as prefeituras de Macapá e Santana já usam para o transporte coletivo urbano e a Secretaria de Estado dos Transportes já usa no transporte coletivo intermunicipal.
A tecnologia, os levantamento estruturais, a funcionalidade, a logística podem ser obtidos através de uma simples chamada de licitação para elaboração do projeto e, em seguida, atrair as empresas que operariam o sistema, exatamente como acontece em outros centros, principalmente Manaus.
Quem tal pensar na parte mais pobre da população? Pode ser a saída!