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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Ypiranga: o sonho acabou no primeiro cochilo


Rodolfo Juarez
Na quarta-feira, dia 13 de fevereiro, houve uma partida de futebol em Macapá, válida pela Copa do Brasil, no momento a mais importante competição para os clubes brasileiros, tanto os que são candidatos ao título como para aqueles que são apenas participantes.
Clubes de todo o Brasil têm a chance de disputar a Copa do Brasil que dá um prêmio para o campeão que supera os 60 milhões de reais e para aquele que joga a primeira partida, um pouco mais de 500 mil reais. Tanto no primeiro caso (o time campeão), como no segundo caso (o time que é eliminado no primeiro jogo), o resultado financeiro torna as competições classificatórias muito disputadas e, às vezes, interessantes.
Para as disputas de 2019 o representante amapaense definido, por ter sido campeão do ano de 2018, foi o Ypiranga Clube.
Também por isso, começou uma disputa interna para saber que deveria ser o presidente do Clube nesse momento. Aquele que fora o presidente durante o campeonato de 2018, por razões internas do Clube, não deveria continuar no comando, muito embora estivesse interessado, alegando o investimento que fizera para vencer a competição estadual de 2018.
Essa disputa da “cartolagem” levou incertezas e a decisões inusitadas, sendo que uma delas foi levar o time para treinar em Belém, com a alegação deque aqui não haveria estádio e ambiente para os treinamentos. É importante dizer que o presidente do Ypiranga no momento da conquista do campeonato era de Belém do Pará.
Assim, o time do Ypiranga foi formado fora de Macapá, com alguns poucos jogadores daqui, e veio para o primeiro jogo sem fazer uma partida oficial sequer, antes de participar da mais importante e rara competição – a Copa do Brasil.
O jogo foi na quarta-feira, dia 13, para um público de pouco mais de dois mil torcedores, contra o Cuiabá Esporte Clube, no Estádio Zerão, uma partida que não poderia, sequer, empatar senão seria eliminado. Perdeu o jogo e acabou o sonho no primeiro e longo cochilo.
Esses acontecimentos poderiam servir para que os dirigentes do futebol amapaense, principalmente os da Federação Amapaense de Futebol, deixassem de ser revanchistas, egoístas e oportunistas e privilegiasse o futebol como um dos entretenimentos preferidos dos brasileiros.
Como está, os problemas do futebol do Amapá só aumentam, seja nas questões do futebol profissional ou do futebol amador, tanto são os desestímulos impostos aos dirigentes que acabam por deixar de lado uma das vertentes da esportividade e do despertar da responsabilidade pelo que se pode fazer.
Mesmo com este cenário, onde o descrédito já atingiu o torcedor, depois de não merecer qualquer consideração do setor público ou privado, que virou de costas para o futebol do Amapá, deixando ao abandono completo alguns dos poucos que ainda continuam na luta.
Tentar outra forma de disputa, noutra época do ano, dando possibilidade para que o campeonato local termine às vésperas da Copa do Brasil, por exemplo, com o representante do Estado podendo apresentar uma equipe em condições de fazer frente, não ao Cuiabá, mas a outro qualquer clube brasileiro, e passar de fase.
Os dirigentes precisam ser inteligentes e convincentes para vencer mais esta crise, agora no esporte, não deixando que a política partidária domine a condução do futebol no Amapá, cheia de calombos que estão servindo de esconderijo para os oportunistas, os vendilhões e interesseiros.
A mudança precisa começar com os dirigentes, para depois conquistar a confiabilidade do setor privado e público e, principalmente, do torcedor. 

quarta-feira, 19 de março de 2014

Quem paga é o povo

Rodolfo Juarez
Não dá para acreditar.
A Federação Amapaense de Futebol, que tinha marcado a abertura do campeonato de futebol profissional para o dia 15 de março, cumpriu essa parte da promessa.
Acontece que tinha também marcado outros jogos em seguida. Mas nada, mal terminou a partida e veio o anúncio de que uma nova partida pela competição, só depois, sem dada definida, como se isso também não fosse o descumprimento do Estatuto do Torcedor.
É a primeira vez que uma competição começa e para logo depois de haver começado. Uma disposição para brincar com os clubes que, afinal de contas, são os que fazem a competição.
Mas isso tem motivo?
Tem. E são motivos locais e nacionais.
O modelo desenhado pela Confederação e aprovado pela maioria das federações estaduais, está levando o futebol brasileiro para um buraco que ele está com dificuldades de sair e as únicas portas de acesso ao problema são as próprias federações estaduais.
Essas entidades, Confederação e federações estaduais, estão ficando com todo o dinheiro gerado pelo esporte, através de patrocínios milionários de autarquias, empresas públicas e governos estaduais e municipais, nem que para isso tenha que ferrar os clubes e passar a dar em conta-gotas aos dirigentes, alguns com vontade de ser os únicos profissionais da entidade esportiva.
No atual modelo, as federações estaduais recebem um avantajado recurso, sob o carimbo de “auxílio financeiro” que seria para manter a estrutura da federação e projetar o crescimento do futebol, com os dirigentes nacionais, recebendo em troca, o voto para as sucessivas reeleições, até que o dirigente, principalmente o presidente, seja apanhado com a boca na botija, fazendo o que não está no rol de suas atribuições.
Acontece que para garantir o poder, os dirigentes das federações – a do Amapá no meio – acabam também prestando “socorro” a alguns dirigentes que são levados a participar de campeonatos sem qualquer lucratividade e objetivo.
As rendas são ridículas, pois não há promoção e, até mesmo, confiança do torcedor na competição que, não raro, apresenta-se sem objetivos.
As categorias de base, que seria uma das motivações para uma federação como a do Amapá, ficam relegadas e sendo realizadas como se torneios fossem sem qualquer assistência aos atletas e com treinadores que têm apenas boa vontade de acertar e que dizem gostar do futebol.
É por isso que o campeonato amapaense começou, mas não começou.
O jogo, como classificou o próprio presidente de uma das agremiações, “foi um treino para os jogos das competições nacionais”.
Os clubes não têm condições de participar da competição e os dirigentes da Federação de Futebol estão desesperados, pois, na regra da Confederação Nacional, a federação estadual tem que realizar o campeonato para poder continuar contando com as benesses do “auxílio mensal” que é bem gordo.
Agora a pressão da vez está sob o dinheiro público, a tal da ajuda que os dirigentes da federação querem para fazer a competição, a mais curta possível, para depois mandar o relatório para a CBF em troca das entradas para os jogos da Copa do Mundo, reserva dos melhores lugares nos estádios, com tudo pago, inclusive o deslocamento, para os dirigentes da federação e seus convidados.
Quem paga?

Adivinhou que disse que é o povo. E não pode reclamar.

terça-feira, 11 de março de 2014

Não existe Federação sem clubes

Rodolfo Juarez
Está prometido para o próximo sábado, dia 15, a abertura do Campeonato Amapaense de Futebol Profissional de 2014.
Faz tempo que tudo relativo ao futebol do Amapá é promessa, jamais um programa e muito menos um plano. Ninguém ignora a obrigação de cumprir o Estatuto do Torcedor, entretanto, cumprir essa regra, para alguns dirigentes locais, é considerado como um entrave para o desenvolvimento do futebol, inclusive, entre esses “alguns” estão dirigentes da própria Federação Amapaense de Futebol.
Apesar de todos os campeonatos, profissionais e amadores que constam do calendário da Federação estarem comprometidos, o maior reflexo é no campeonato de futebol profissional, pois, desde o nascedouro, tem objetivos claros e entre eles, o de selecionar o representante, ou os representantes, do Estado para as competições nacionais.
O campeonato de futebol profissional vem, a cada ano, perdendo o seu principal fundamento esportivo que é a disputa.
É inadmissível que, a menos de uma semana para abertura da competição, que conta com apenas 6 clubes para fazer o campeonato este ano, quatro deles não tenham confirmando se estão em condições de assumir os custos da disputa. O certo é que a fase de preparação já foi sacrificada e nem realizada foi.
Como os organizadores do campeonato podem pretender que o torcedor vá ao estádio para ver um jogo entre times que, sequer, fizeram um único treino?
Os torcedores já têm a certeza de que irão assistir jogos sem qualquer padrão técnico, entre times completamente desentrosados e sabendo das desculpas, razoáveis, que serão dadas pelos técnicos ou pelos próprios dirigentes dos respectivos clubes, de que não houve tempo para contratar os jogadores que pretendiam.
E porque não tiveram esse tempo?
A resposta, apesar de ser obvia, é o resultado dos procedimentos inapropriados que tomaram conta da administração do futebol local, faz tempo.
Os clubes vivem em dois mundos diferentes: um do profissionalismo, que define as relações de emprego entre o clube e os seus atletas, entre os clubes e os seus demais profissionais; e um amadorismo, exercido pelos dirigentes que não encontram saída no círculo vicioso, a não ser o de “deixar como está para ver como é que fica”.
As leis trabalhistas não isentam de cumprimento a instituição que estabelece relação de emprego com seus trabalhadores (jogadores, técnicos, cuidadores, médicos, etc.) e o clube é obrigado a estabelecer essa relação de emprego que tem a recompensa, pelo trabalho, pago em dinheiro. Exatamente o dinheiro que falta.
Como programar uma competição, que vai exige que o clube gaste dinheiro, sem que esse clube disponha de dinheiro?
Não há milagre!
Mas há o espaço para as promessas, para a inverdade, para a enganação e, principalmente, para a ilusão e, até, ações que possam comprometer o pouco que cada clube ou dirigente de clube tenha.
Depender, exclusivamente, de apoio de patrocinadores e do dinheiro público, aquele que é repassado pelos agentes públicos, significa comprometer o sucesso da competição, a finalidade dos recursos públicos e viciar os dirigentes que, angustiados, quando não sonham, imaginam que se trata de uma “obrigação”.
Não adianta eleger culpados.
O que precisa ser feito é uma mudança racional nos procedimentos que se adotou até agora. Doutra forma as competições continuarão definhando até serem completamente exauridas.

Também não adianta imaginar que haverá federação sem clubes ou campeonatos sem times.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

A realidade do Zerão

Rodolfo Juarez
Os amapaenses, mesmo não tendo os bônus prometidos para as cidades sedes dos jogos da Copa do Mundo, certamente vão arcar com os ônus da competição, seja de forma direta, com as manifestações de rua, ou de forma indireta com as alegações dos custos da copa quando terminar a competição.
Ainda está na memória dos amapaenses a quantidade de esperanças que foi deixada aqui pelo ex-presidente Lula. Ele vendeu a ilusão, juntamente com o então ministro dos Esportes, de que Macapá poderia ser base de uma das seleções que vêm disputar o torneio mundial no Brasil.
Visitas ao estádio estadual, fotos com o presidente, o ministro, o governador e o presidente da federação batendo bola no meio do mundo e uma carrada de promessas que colocou em linha, com o pouco ativo secretário de estado da infraestrutura, uma empresa especializada em produção de maquetes e um marqueteiro treinado em vender ilusões.
A maquete do estádio estadual veio parar aqui, no Amapá. Trouxe todos os truques do moderno processo eletrônico, que mostrava como ficaria o estádio lotado ou vazio e como chegariam os torcedores ao estádio, ou como os torcedores deixariam o estádio, indo buscar os seus carros em um estacionamento cheio de árvores e iluminado ou aqueles que prefeririam os modernos ônibus para o transporte coletivo, usando o bilhete único, tudo com todos felizes, mesmo quando o seu time perdesse.
O fato é que o sonho virou pesadelo e o estádio estadual, por quase oito anos ficou fechadinho, fechadinho, sem servir para nada e a tão cantada linha do equador, que divide o campo de jogo, saiu de moda, deixou de ser falada e não foi mais lembrada em qualquer discurso feito por qualquer das autoridades.
O estádio que fora construído em oito meses, levou para ser reformado, oito anos, a um custo superior ao da construção.
Nem mesmo a pista olímpica que, várias vezes foi anunciada como comprada e paga, está no lugar e a informação de que estaria metade em Macapá e outra metade nos armazéns da Companhia Docas do Pará, em Belém, foi dada pelo próprio secretário de infraestrutura do Estado, quando assinava por aquela secretaria o engenheiro Joel Banha.
Como vai ficar outro lado da cobertura prometida e que estava na tal maquete iluminada? A maquete deve estar guardada em algum lugar? O projeto, nem isso tem.
E os acessos, o estacionamento, as catracas eletrônicas?
E o bilhete único, as passagens mais em conta para os espetáculos? Onde estão?
Quem prometeu isso deveria ser cobrado agora. Impedido de comparecer em outra solenidade, com outro presidente e novamente prometer.
Vamos começar, outra vez, onde tudo parou!
Os vestiários, prometidos de moderna concepção, são os mesmos. Os sanitários vaporizados, também prometidos, ficam na conta das ilusões.
Vamos continuar com o mesmo Estádio, nas mesmas condições, que se não for corretamente mantido, estará, outra vez iniciando a sua volta ao passado, sendo usado para todos e para tudo, sem qualquer zelo, seja nas instalações ou no gramado.
Daqui a pouco, como está acontecendo no Sambódromo e no Monumento do Marco Zero, com a desculpa de dar ocupação para o “espaço ocioso”, poderá estar sendo utilizado por uma repartição, por uma associação, ou seja, lá pelo que for, sem respeitar a finalidade para com a qual foi concebido e com as mais diferentes desculpas que “justificam” as medidas.

Tomara que os dirigentes administrativos compreendam que o Estádio Estadual não é uma repartição pública e sim um palco com fins bem definidos e com objetivos que devem ser perseguidos pelos que têm essa incumbência.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Nota a Imprensa Esportiva

Devido ao que considerei falta de respeito ao Diretor do Departamento Técnico da Federação Amapaense de Futebol, agressão às Leis Esportiva, ao Regulamento do Campeonato Amapaense de Futebol Profissional de 2012 por parte do Presidente da Federação Amapaense de Futebol e desconsideração com a maioria dos clubes participantes do campeonato de 2012, inclusive aqueles que não se classificaram para as disputas do segundo turno, RESOLVEMOS a parir de hoje, dia 23 de julho de 2012, nos descomprometermos com a execução de quaisquer atividades que sejam atribuição do Departamento Técnico da FAF, aquelas que aceitamos quando acatamos a designação para o cargo no dia 16 de março de 2012.
Rodolfo Juarez
Macapá/AP

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Tabela do Segundo Turno do Campeonato Amapaense


Depois de conhecidos os seis clubes classificados para o segundo turno do campeonato de futebol profissional de 2012, organizado e executado pela Federação Amapaense de Futebol as letras da tabela foram substituidas pelos clubes correspondentes.
A decisão do segundo turno está marcada para o dia 29 de julho de 2012.

domingo, 17 de junho de 2012

Último jogo do primeiro turno: campeonato de 2012

É do Independente a última vaga para disputar o segundo turno do Campeonato de 2012
Jogando um bom futebol o “Carcará” venceu o São José no Augusto Antunes por 3 x 2 e garantiu a quarta colocação.
O Independente recebeu no sábado a tarde, no Estádio Augusto Antunes, em Santana, o São José, para realizar o último jogo do primeiro turno do campeonato amapaense de 2012.
Precisando, pelo menos, empatar a partida, o Independente não esperou o São José tomar as iniciativas do jogo e saiu jogando no ataque e logo nos primeiros minutos abriu o marcador.
Com 1 x 0 no placar e jogando bem, procurava furar a defesa do tricolor do Laguinho que, entretanto suportava bem a pressão e saia em contra-ataques perigosos. E foi num desses contra-ataques que empatou a partida em 1 x 1 e assustou a torcida do Independente que ficara apreensiva, mas confiava na equipe, pois o time jogava uma boa partida.
Quando o Independente fez 2 x 1 a torcida começou a cantar aliviada, pois precisava tomar dois gols para o time não se classificar para continuar no campeonato e o sonho de conquistar o título de 2012.
No meio do segundo do tempo o São José empatou, outra vez, o jogo, agora em 2 x 2, mas os jogadores e a torcida do São José ainda comemoravam o gol de desempate quando, na saída de bola o Independente recuperou a vantagem e fez 3 x 2.
O técnico Germano Tiago procurou substituir as pelas que já estavam dando sinais de cansaço e garantiu, apesar da pressão do São José para empatar o jogo, a vantagem até o apito final do bom árbitro da partida.
Com o resultado o Independente assumiu a 4ª colocação na tabela do primeiro turno com 9 (nove) pontos, mesmo número do Santos que, também empatam no soldo de gols (os dois times ficaram com saldo negativo de um gol). O desempate foi no terceiro item, confronto direto entre Santos e Independente, realizado no dia 31 de maio quando o Santos derrotou o Independente por 2 x 1 no Glicerão.
OS CLASSIFICADOS
Depois da realização do último jogo do primeiro turno do campeonato de 2012, ficaram classificados para as disputas do segundo turno os seguintes clubes: Ypiranga, 1º colocado, com o mesmo número de pontos do Oratório, 12 pontos, mas com o saldo de 5 (cinco) contra 3 (três) gols; em 3º lugar ficou o Santos, com 9 pontos, juntamente com o Independente, 4º colocado, com a vantagem do Santos sendo definida no terceiro item de desempate (confronto direto); em 5º lugar ficou o São José, com 8 pontos; em 6º lugar o Santana, com 7 pontos, mesma pontuação do São Paulo. O desempate ficou no saldo de gols, o Santana teve 1 gol de saldo negativo e o São Paulo 3 gols de Saldo Negativo.
OS DESCLASSIFICADOS
Não conseguiram passara para o segundo turno do campeonato de 2012 o São Paulo e o Trem.
ADECISÃO
A decisão do primeiro turno está confirmada para o dia 21 de junho, quinta-feira, as oito e meia da noite, no Estádio Glicério de Souza Marques, onde está sendo esperada lotação completa.
Para essa partida já foi encaminhado pedido à Confederação Brasileiro de Futebol (CBF) para que escale o árbitro FIFA para dirigir o jogo, como uma atração à mais na decisão.
OS PRÓXIMOS JOGOS
A primeira rodada do segundo turno começa no domingo, dia 24, às 17 horas, no Estádio Glicerão, com o jogo Ypiranga (1º colocado) e Independente (4º colocado).
Na terça, dia 26 de junho, às 20:30 horas, jogam Oratório e Santos, no Glicério Marques e na quinta, dia 28 de junho, no Glicerão, também às 20:30 horas, jogam São José e Santana.

Campeonato amapaense de 2012 - final do primeito turno

 Futebol profissional 2012: Classificação no final do primeiro turno do campeonato. Os seis primeiros se classificam para o segundo turno que começa no domingo, dia 24.06
Antes, no dia 21 de junho, acontece, no Glicério Marques, a final do primeiro turno entre Ypiranga e Oratório com o Ypiranga jogando pelo empate.
O quadro abaixo tem os resultados dos 28 jogos do primeiro turno e a classficação compacta.

domingo, 10 de junho de 2012

Campeonato Amapaense 2012 - Classificação após a 6ª Rodada do 1º Turno

CAMPEONATO AMAPARENSE 2012

Ypiranga vence fora de casa, encosta no Oratório e se candidata à decisão do primeiro turno
Jogando bem, contra um Independente indeciso, o Ypiranga fez 2 x 0 no primeiro tempo.
Jogando sábado no Estádio Augusto Antunes, em Santana, 20 km de Macapá, o Ypiranga, através do atacante Josa, fez 2 x 0 no Independente e assumiu a vice-liderança da competição com 9 pontos e encostou no Oratório que é o líder com 11 pontos.
O Ypiranga começou a partida querendo jogo e antes do 15 minutos fazia 1 x 0 e deixava o time do Independente, que jogava em casa, ainda mais nervoso. Nada dava certo para o time da Vila Maia.
Antes de terminar o primeiro tempo, já nos últimos 5 minutos, Josa, mas uma vez completava uma joga que começou na lateral e fazia 2 x 0 que levou para o vestiário, no intervalo do jogo, o Ypiranga desconfiado a penas de si mesmo e o Independente, sabendo que tinha de operar um milagre.
Depois de um começo de segundo tempo com jogas perigosas alternadas nas áreas do Ypiranga e do Independente, a partir dos 15 minutos o time de Macapá controlou o jogo e manteve o placar até o encerramento da partida.
Com o resultado o Ypiranga pulou da sexta para a segunda colocação e passou a depender apenas das suas próprias forças para ser uma das equipes que estará no dia 21 decidindo o primeiro turno. O outro time que depende apenas dele mesmo para ir às finais do primeiro turno é Oratório, que joga esta segunda-feira, contra Trem, às 20:30 horas, no Estádio Glicerão. O Ypiranga joga na teça-feira, contra o São Paulo.
Depois do encerramento dos jogos da sexta rodada do primeiro turno a classificação do campeonato ficou assim: 1º colocado, Oratório, com 11 pontos; 2º colocado, Ypiranga, com 9 pontos; 3º colocado, o Santos com 8 pontos, mesma pontuação do São José, 4º colocado, mas leva a vantagem por ter duas vitorias contra 1 do São José; 5º colocado, o São Paulo, com 7 pontos; 6º colocado é o Santana, com 6 pontos, mesma pontuação do Independente, 7º colocado, mas leva a vantagem pelo saldo de gols, o Santana tem 1 gol como saldo negativo enquanto que o Independente tem 2 gols como saldo negativo; em 8º lugar, o Trem, com 4 pontos.
Os jugos da última rodada, a sétima, do primeiro turno, começam nesta segunda-feira, com o jogo Oratório (na primeira colocação) e Trem (na oitava e ultima colocação). Os times classificados em 1º e 2º lugares disputam, em partida única, com vantagem do empate para o primeiro colocado, o titulo do primeiro turno, que corresponde a uma vaga na final; os classificados em 7º e 8º lugares, não disputarão o segundo turno.
A 7ª rodada completa tem os seguintes jogos:
Dia 11/06, segunda-feira, às 20h:30min: Oratório e Trem, no Glicerão.
Dia 12/06, terça-feira, às 20h30min: Ypiranga e São Paulo, no Glicerão.
Dia 14/06, quinta-feira, às 20h30min: Santos e Santana, no Glicerão.
Dia 16/06, sábado, às 17horas, Independente e São José, no Augusto Antunes.     


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Jogo Santos 0 x 0 São José

Santos x São José não saem do zero e tudo fica para a última rodada
O jogo foi melhor no primeiro tempo, mas os goleiros foram soberanos durante todo o jogo.
Em jogo válido pela sexta rodada do primeiro turno, Santos e São José, respectivamente 2º e 3º colocado na Classificação Geral, empataram sem movimentar o placar, mas o jogo foi bom com várias oportunidades perdidas ou anuladas pelas defesas adversárias.
Com uma boa arbitragem de Orlando Carlos Magno, que deixou o jogo por conta dos jogadores e pouco apareceu na partida, exatamente como recomenda o elementar “gibi” da arbitragem.
Com o resultado os dois times continuaram nas posições que estavam, 2º e 3º lugares e ainda sonhando como uma vaga na decisão do dia 21 de junho no Estádio Glicério Marques, às 20:30.
Depois do jogo Santos 0 x 0 São José Zero, a classificação ficou da seguinte maneira: 1º lugar: Oratório, 11 pontos; 2º lugar: Santos, com 8 pontos mas com 2 vitória contra uma do São José que é o 3º colocado, também com 8 pontos; 4º lugar: São Paulo, 7 pontos; 5º lugar: Independente, com 6 pontos, desempatando com o Ypiranga, 6º colocado, que também tem 6 pontos, mas tem um gol a menos que o Independente; Santana, com 6 pontos; e Trem, com 4 pontos fecha a classificação do campeonato de 2012.
No sábado, no Estádio Augusto Antunes, jogam Independente (5º colocado) contra o Ypiranga (6º colocado). Um jogo sem favorito e que deixará o vencedor na vice-liderança. O empate não é bom para nenhuma das duas equipes que pode, inclusive, não disputar o segundo turno.
O jogo de sábado, em Santana, começa às 17 horas.

Calssificação do Campeonato de futebol 2012

Calssificação após o jogo Santos 0 x 0 São José, realizado no dia 07.06.12

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Classificação do Campeonato Amapaense de 2012


Classificãção do Campeonato Amapaense de Futebol Profissional de 2012, depois do primeiro jogo da sexta rodada, Trem 1 x 1 São Paulo.


Estádio Zerão - Junho/1990


Aspecto da construção do Estádio Zerão em junho de 1990. O construção do Estádio Estadual Milton de Souza Correa demorou 9 meses e foi executada pela Empresa Estacom Engenharia S.A 



terça-feira, 8 de maio de 2012

Campeonato Amapaense de 2012


Em noite inspirada Oratório joga bem e vence o Ypiranga Clube em jogo da segunda rodada do turno

O placar de 1 x 0 não reflete a supremacia do time do bairro de Santa Rita que ainda colocou uma bola na trave do Ypiranga no final do jogo.



Em jogo válido pela segunda rodada do primeiro turno o Oratório Recreativo Clube venceu o Ypiranga Clube pelo placar de 1 x 0, e assumiu, juntamente com o São Paulo, com 4 pontos, o primeiro lugar na classificação geral do primeiro turno.

O Ypiranga Clube além de não jogar bem, escapou de sair batido por um placar bem maior. O time da Torre não se encontrou em campo e não convenceu nem o menos exigente dos torcedores.

Para o técnico Vitor Jaime o Ypiranga tem apenas um time o que hoje, no futebol moderno, não é suficiente para vencer os jogos e muito menos ganhar campeonatos. Saiu dizendo que precisa, pelo menos de mais 4 jogadores para poder ter esperanças nos próximos cinco jogos que ainda falta realizar nesse primeiro turno.

Ficou claro para a torcida ypiranguista que o time não foi bem e na passagem dos jogadores para entrar no túnel, rumo ao vestiário, foram cobrados pelos torcedores que fizeram coro com a expressão “queremos jogador”.



O JOGO

Antes do jogo ninguém apostaria em uma derrota do Ypiranga para o Oratório, mas bastou a bola rolar no primeiro tempo para que as opiniões fossem se modificando.

Nada dava certo para o Ypiranga que errava muitos passes e não conseguia jogadas na vertical e ficava tocando bola horizontalmente, nas laterais do campo.

Enquanto isso o Oratório começa a tomar conta do jogo, fazendo a movimentação conforme a sua vontade e contrariando todas as projeções feitas pela imprensa e pela própria torcida que apostava que o Ypiranga tinha um time forte o suficiente para vencer o jog.

Já depois da metade do primeiro tempo o Oratório tinha o completo comando do jogo, como a sua defesa dominando completamente o ataque ypiranguistas, ganhando as disputas no meio de campo e sempre levando vantagem sobre a zaga do adversário e perigo para o goleiro do Ypiranga.

Mesmo com a nítida vantagem do Oratório, ninguém mexeu no placar no primeiro tempo pois quando o juiz encerrou essa etapa o placar teimava em 0 x 0 mas com o Oratório muito melhor que o Ypiranga.

Veio segundo tempo o time do Bairro Santa Rita não demorou para mostrar que iria manter a supremacia da partida e ainda no primeiro quarto do segundo tempo marcou, Patrick marcou o gol que viria ser o da vitória para os bicolores.

Mesmo vencendo por 1 x 0 foi o Oratório que continuou procurando o gol e dominando todas as principais ações do adversário.

O apito final e o placar de 1 x 0 deixou o Ypiranga com a obrigação de vencer o jogo de domingo contra o São José, no grande clássico que abre a terceira rodas do campeonato, domingo, às 5 da tarde, no Estádio Glicério de Souza Marques.

domingo, 29 de abril de 2012


CAMPEONATO AMAPAENSE DE FUTEBOL 2012



Empate no primeiro jogo do campeonato



Emerson Bala, do Ypiranga, e Esquerdinha, do Santos, foram os que marcaram os gols. Um em cada tempo.

Terminou empatada a primeira partida do Campeonato Amapaense de Futebol Profissional 2012.

Santos e Ypiranga fizeram um jogo pegado desde o início, mas, como é natural em inicio de competição, ficou claro que as equipes ainda estão se acertando e os técnicos terão muito trabalho para aproveitar o potencial de cada jogador.

No primeiro tempo a melhor presença foi do Ypiranga que dominava completamente as jogas pelo lado direito e tinha um razoável aproveitamento no meio de campo até que saiu o gol, depois de uma jogada que teve a conclusão de Emerson Bala o melhor atacante negro anil, fazendo 1 x 0 para o Ypiranga.

Depois do gol o Ypiranga continuou pressionando e só não marcou o segundo gol por falta de tranquilidade de seus jogados.

No segundo tempo quem tomou conta do jogo foi o Santos, mas não tinha objetividade, mesmo depois da expulsão de um jogador do Ypiranga. O Santos não sabia usar o maior número de jogadores em campo, até que, de uma bola parada, Esquerdinha acertou o alvo e empatou o jogo.

O Santos continuou martelando mas seus jogadores, a partir do 35º minuto passaram a sentir o desgaste do esforço para empatar a partida e passaram a errar muito passes.

Depois do apito final o placar foi considerado absolutamente normal para um inicio de campeonato e para duas equipes que estão se candidatando ao título.



FORMA DA DISPUTA

Os oito clubes que estão disputando o campeonato de 2012, jogam todos contra todos, ao final do turno serão conhecidos os dois clubes que irão decidir quem vence o primeiro turno, em partida única, e os dois clubes que não participarão do segundo turno que vai contar apenas com seis clubes.



AUSÊNCIA

Não compareceu no Estádio para a solenidade de abertura o presidente da Federação de Futebol, Roberto Góes, que foi representado na solenidade pelo vice, Paulo Rodrigures, que contou com a presença do secretário de Estado do Esporte e do Lazer, Luiz Pingarilho.

O vice-presidente da Federação de Futebol, Paulo Rodrigues, o secretário de estado de Esporte e do Lazer, Luiz Pingarilho, e o ex-jogador Bira, foram os responsáveis pelo hasteamento das bandeiras no momento da tocada do Hino Nacional Brasileiro pelos membros da Guarda Municipal de Macapá.

Em seguida foi declarado aberto, oficialmente, o campeonato de 2012.