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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Macapá não merece essa punição.

Rodolfo Juarez
Outra vez Macapá, capital do Estado do Amapá, é mal avaliada em uma pesquisa nacional realizada por uma empresa de consultoria e publicada em uma revista de alcance, também nacional.
A metodologia adotada está perfeitamente definida na publicação e o universo abrangido também, deixando pouca margem para se duvidar dos resultados publicados que, certamente, devem motivar contra argumentações daqueles que foram escolhidos pela população, através do eleitor nas eleições regionais e municipais.
A nós, como na estória do sapo na água fervente, resta lamentar a situação, sem que isso influa na forma como queremos continuar aqui, mesmo sabendo que temos que exigir daqueles que a população escolheu e paga bem para exercer o poder decorrente da escolha, e que façam o que precisa ser feito.
Basta considerar que Macapá é banhada pelo maior rio do mundo e, ainda, que está na margem esquerda desse rio, em posição para receber, frontalmente, os ventos filtrados pela vegetação amazônica, para entender que Macapá está em posição certa da geografia e errada da pesquisa, ou seja, muito mais pela inação dos governantes do que por qualquer “castigo” da natureza.
Além de tudo isso, Macapá tem a primazia de “ver” em seu território o que seria a projeção da linha imaginária do Equador, com fenômenos únicos em nossos quintais, como os equinócios. Dois por ano.
Então, o que nos falta?
Não é possível que o eleitor esteja sempre errando. Não é possível que a população seja tão passiva para deixar a cidade se apresentar para o Brasil como uma das piores capitais brasileiras para se viver.
A natureza nos deu tudo o que precisávamos em termo de situação, localização, condição para exercitar a engenharia urbana com praças, parques, reservas, vias largas, bem sinalizadas, feiras, mercados, tudo com muita água, muito sol, exuberante floresta, rios e lagos que encantam a todos.
Mesmo assim os dirigentes deixaram chegar ao penúltimo ponto da escala de capitais brasileiras na listagem decrescente das cidades com melhor qualidade de vida.
Os pontos levantados na pesquisa já foram apontados por mais de um dos que analisam a vida urbana em Macapá, todas as vezes que a coloca em comparação com as outras 25 cidades capitais de estado. Já nos resta apenas ser ultrapassado por uma cidade para ficar em último lugar.
Educação e cultura, penúltimo lugar, só ficou à frente de Maceió; saúde, penúltimo lugar, só à frente de São Luiz; saneamento e sustentabilidade, penúltimo lugar, à frente apenas de Porto Velho; e segurança, oitavo lugar, melhor posição, à frente de 18 capais. Na avaliação geral de todos os índices, Macapá ficou na última posição. Ninguém depois e distante com 0,434 contra 0,470 da que ficou em 25º lugar.
Precisamos fazer por onde mudar esse quadro. Não podemos ficar apenas querendo dizer que amamos Macapá e ficar por isso. É exatamente o que os irresponsáveis dirigentes querem que a gente diga e faça, além de reclamar, ficar irritado e negar o resultado.
Temos que criar pontos de referência, indicadores, para apurar para onde está indo a cidade de Macapá. Não dá mais para permitir que o desenvolvimento de Macapá seja utilizado para ser bandeira de campanha política, maneira de disfarçar os erros dos agentes públicos, e motivo para desculpas pela falta de resultados.

Precisamos levar Macapá a sério, todos, inclusive os desleixados dirigentes!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Pesquisa de Satisfação Popular

Estamos publicando agora o resultado da pesquisa de satisfação popular referente à avaliação do governador Waldez Góes.
Foram ouvidas 1970 pessoas em Macapá e Santana, respeitando a proporcionalidade de sexo, grau de instrução, faixa etária e nível de renda, sendo 470 em Santana e 1500 em Macapá, nos dias 15, 16 e 17.

O erro é de, no máximo, 2% para mais ou para menos, com uma confiabilidade de 95%.



sexta-feira, 26 de julho de 2013

Pesquisa

PESQUISA

ESPONTÂNEA PARA GOVERNADOR
De forma espontânea o número de entrevistados que disse que não sabia ou que não queria responder a pergunta para governador foi de 51,91%. O restante lembrou os seguintes nomes: Waldez (16,34%), Nenhum (10,67%), Lucas (7,77%), Randolfe (6,85%), Camilo (5,53%), Aline (0,92%). Quando a pergunta foi estimulada, os nomes que se destacaram na espontânea, foram os seguinte: Waldez (30,17%), Nenhum (18,31%), Randolfe (17,00%), Lucas (16,86%), Camilo (8,43%), Aline (5,01%) e não sabe ou não quis responder (4,22%).

NÃO VOTARIA
Essa pergunta foi a que precisou de mais explicação sobre a sua finalidade na enquete. O eleitor sempre reluta em dizer em quem não votaria, mas depois dos esclarecimentos foram obtidos os seguintes números: Camilo (51,78%), Waldez (18,58%), Não sabe ou não quis responder (13,04%), Nenhum (8,96%), Aline (3,29%), Randolfe (2,37%) e Lucas (1,98%).

DEPUTADO FEDERAL
A consulta foi estimulada e, por isso, foram considerados apenas os nomes dos atuais detentores de mandato, ficando assim a consolidação da pergunta “em quem você votaria para deputado federal considerando apenas os atuais mandatários?”: Nenhum (32,09%), Davi (13,04), Vinicius (10,54%), Fátima (9,09%), Janete (8,56%), Dalva (8,43%), Bala (6,32%), Milhomen (5,40%), não sabe ou não quis responder (5,01%), Luiz Carlos (1,58%).

REJEIÇÃO PARA DEPUTADO FEDERAL
Quando a pergunta foi para saber em quem o entrevistado “não votaria para deputado federal” foi obtido o seguinte resultado: Nenhum (37,29%), Janete (23,06%), Bala (15,68%), Fátima (5,67%), Vinicius (5,53%), Dalva (4,22%), Milhomen (2,77%), não sabe ou não quis responder (2,64%) , Davi (2,11%) e Luiz Carlos (1,05%).

PARA SENADOR
Primeiro o entrevistador quis saber em que o entrevistado votaria para senador em 2014. As respostas foram as seguintes: Nenhum (31,88%), Sarney (21,48%), Cristina (16,47%), Promotor Moisés (14,10%), Sueli Pini (11,33%) e não sabe ou não quis responder (4,74%). Quando o entrevistador quis saber “em quem você não votaria para senador?”, eis as respostas obtidas: Sarney (29,61%), não sabe ou não quis responder (28,68%), Cristina (26,32%), Nenhum (7,63%), Promotor Moisés (4,21%), Sueli Pini (3,55%).

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO GOVERNADOR
Os eleitores também avaliaram o desempenho do governador Camilo à frente do Governo do Amapá. O resultado apurado foi o seguinte: Regular (33,33%), Ruim (26,99%), Péssimo (17,79%), Bom (15,55%), não sabe ou não quis responder (4,60%) e Ótimo (1,74%).

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PREFEITO CLÉCIO

Os eleitores também avaliaram o desempenho do prefeito Clécio à frente da Prefeitura Municipal de Macapá. O resultado apurado foi o seguinte: Ruim (32,21%), Regular (28,98%), Péssimo (18,78%), Bom (11,69%), Ótimo (4,35%) e não sabe ou não quis responder (3,99%).