quarta-feira, 22 de julho de 2026

BASTIDORES DO Jornal Aqui Amapá, 22 de julho de 2026

BASTIDORES - Rodolfo Juarez

UMA DO PRESIDENTE I

O presidente da República, durante a visita ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no Rio de Janeiro, afirmou que “saúde, é para quem pode pagar, quem não pode que morra no esquecimento e na negligência do Estado Brasileiro”.

 

REGISTRO

O a divulgação dessa fala foi imediata e o Jornal do Brasil, na edição do dia 19 de julho de 2026, domingo que passou. Segundo o presidente, havia uma visão defendida por setores que eram contrários à universalização da saúde.

 

CONTINUOU O PRESIDENTE

“Eu estou lembrando o que já ouvi falar muitas vezes neste país. Ainda bem que a gente teve coragem de mudar isso com a Constituição e o SUS”, afirmou.

 

SUS   COMPLETA 36 ANOS

Filas, falta de financiamento e desigualdades regionais marcam a trajetória do SUS. Criado pela Constituição de 1988, o SUS garante atendimento universal e gratuito a mais de 200 milhões de brasileiros.

 

PREÇO DA GASOLINA

O preço da gasolina no Brasil está elevado devido a uma combinação de fatores estruturais, tributários e internacionais. Os principais motivos incluem:preço do petróleo e o dólar, tributos estaduais, como o ICMS e tributos federais, como CIDE-Combustíveis (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), o PIS/Pasep e a COFINS. e custos de refino, distribuição e revenda.

 

FURLAN FAZ 4 X 2 NO TRE

Por 4 x 2 o TRE do Amapá rejeitou a Ação de Investigação Judicial Eleitoral: o desembargador Romel Araújo e o juiz Alex Lamy votaram pela inelegibilidade; os juízes Normandes Souza, Gelcinete Lopes, Paola Santos e Giulliano Cei, durante o voto afirmaram que não viram motivos para inelegibilidade de Furlan e Neto.

 

DESFALCADO

No momento o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá está desfalcado de um membro, um advogado que deverá ser apresentado pelo Tribunal de Justiça do Amapá para ser nomeado pelo Presidente da República.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Bastidores das eleições de 2026 - nomeação de membros da MRV

Rodolfo Juarez

Atualizado em 13.07.26

NOMEAÇÃO

A Justiça Eleitoral do Amapá, desde o dia 7 de julho, começou a nomeação dos mesários que irão trabalhar nas Eleições 2026. As juízas e os juízes eleitorais têm até 5 de agosto para publicar edital com a nomeação daqueles que atuarão no 1º e no eventual 2º turno das eleições. 

CARTA DE CONVOCAÇÃO

A Justiça Eleitoral comunica chamamento para os trabalhos eleitorais por meio de carta de convocação, que detalha a função a ser desempenhada pela eleitora ou pelo eleitor convocadoalém da data e do local da eleição e do treinamento. 

JUSTIFICATIVAS

Segundo o art. 120, § 4.º do Código Eleitoral, a mesária ou o mesário poderá alegar razões de impedimento até cinco dias depois da publicação do edital de nomeação. Para isso, deverá encaminhar o pedido de dispensa à juíza ou ao juiz da zona eleitoral que detém a sua inscrição, juntamente com a comprovação da impossibilidade de trabalhar. O pedido será avaliado, e a justificativa poderá ser aceita ou não. 

A MESA RECEPTORA DE VOTOS

A Mesa Receptora de Votos (MRV) é composta por quatro pessoas, que exercem as funções de: presidente, 1.ª mesária ou 1.º mesário; 2.ª mesária ou 2.º mesário; e secretária ou secretário. 

ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DA MRV

As principais atribuições do presidente da MRV são verificar as credenciais dos fiscais de partidos, federações, coligações e observadoras e observadores eleitorais, iniciar e encerrar a votação, realizando todos os procedimentos indicados pela urna, além de outras atribuições que lhes são diretamente atribuídas.

 

terça-feira, 30 de junho de 2026

As eleições de 2026 precisam deixar impressão diferente daquela de 2022

JAA, 30 de junho de 2026

As eleições de 2026 precisam deixar impressão diferente daquela de 2022.

Atualizado 30/06/26

Rodolfo Juarez

Os pré-candidatos que visam a escolha do seu nome, pelo eleitor, a um cargos públicos que as Eleições de 2026 oferecem aos filiados a partidos, além de esperar que os eleitores que estão listados para comparecer a um dos 383 locais de votação em todo o Estado e digitar o número dos candidatos que escolheu em uma das 1947 Seções Eleitorais, ainda não perceberam que estão em um período de pré-campanha e que, por isso, com limitação pré-informadas a todos os pretendentes a um dos 40 cargos só aqui no Estado do Amapá.

A desobediência dos candidatos parece ser regra geral. Não há respeito às condutas vedadas àqueles que dizem que querem ser governador, vice-governador, senador, suplente de senador, deputado federal ou deputado estadual.

Desafiar a fiscalização parece que faz parte do treinamento para ser candidato. Esquecem que, dentre outras coisas, precisam dar exemplo de ética, respeito às leis, respeito à população e demonstra que está interessado em mudar alguma coisa no processo político e quando no desempenho dos seus papéis nos cargos que deseja ocupar em caso de ser eleito.

O exemplo do senador que está em final de mandato, mas que pretende renova-lo por mais 8 anos, não pode ser visto como descuido ou simplesmente imaginar que ele não sabia que estava descumprindo a regra. Sabia sim e isso quando ainda faltam 47 dias para terminar a pré-campanha.

Hoje, dia 30 de junho, terça-feira, o Calendário Eleitoral (Resolução n.º 23.610/2019/TSE, art. 43, § 2.º) manda que, a partir desta data, é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitirem programas apresentados ou comentados por pré-candidata ou pré-candidato (lei n.º 9.504/1997, art. 45, § 1.º)

Da mesma forma que, a partir de agora (30/06) é proibido empenhar despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais ou das respectivas entidades da Administração indireta que excedam a seis vezes a média mensal dos valores empenhados e não cancelados nos três últimos anos que antecedem o pleito.

Os órgãos de fiscalização, principalmente do Tribunal Regional Eleitoral, precisam ficar atentos, se é que não estão, para o “fetiche” de que se apoderam ou agregam os pré-candidatos no sentido de desafiar a fiscalização ou, mesmo, descumprir as regras.

 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Partidos políticos no Amapá agem como se estivessem desistindo do Govenro e nã apresentam candidatos paraa disputar a chefia do Executivo

JAA, 25 de junho de 2026

Partidos políticos no Amapá agem como se estivessem desistindo do Governo e não apresentam candidatos para disputar a chefia do Executivo.

Rodolfo Juarez

 

A polarização do que poderá ser a disputa entre apenas dois candidatos ao Governo do Amapá, apresenta uma novidade que retoma acontecimentos dos tempos do PDS e do MDB ou da Arena com o mesmo MDB.

Naqueles tempos, depois do período dos governos militares iniciados em 1964 e encerrado 1985, quando foi inaugurado o marco central da transição política brasileira a chamada transição, representando a consolidação da “Nova República” e do processo conhecido como redemocratização, a dinâmica desse período pode ser dividida em dois momentos principais: o fim do regime militar (1985) a Constituição de 1988.

Para muitos historiadores o processo de redemocratização só foi completado em 1989, com as primeiras eleições diretas para presidente  No entanto, o recorte de 1985 a 1988 é o lapso temporal preciso para estudar a transição do modo de governar dos militares e o modo que foi adotado pela nova estrutura democrática.

No Amapá a mudança foi ainda mais forte e só não foi mais sentida porque foi eleito um candidato conhecido de tampos anteriores, Annibal Barcellos, eleito em 1990, para um mandato de 4 anos: de 01 de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 1994. Desta disputa participaram 4 candidatos.

Depois foram eleitos, João Capiberibe (dois mandatos), Waldez Goes (4 mandatos), Camilo Capiberibe (1 mandato) e Clécio Luis (que anuncia a sua pretensão em ser reeleito governador do Amapá.

No último pleito, realizado em 2022, 6 seis) candidatos disputaram a eleição: Clécio Luis (solidariedade), Gesiel Oliveira (PRTB), Lucas Abrão (Rede), Jaime Nunes (PSD, Piedade Vieira (PSB) e Professor Gianfranco (PSTU).

Para as eleições de 2026, os partidos não estão querendo enfrentar o favoritismo do candidato do MDB (Dr. Furlan) ou o poder do União Brasil (Clécio Luis) que, pelo menos até agora, deixou os demais partidos na toca. 

segunda-feira, 22 de junho de 2026

O voo 2705 da Azul Linhas Aéreas de Macaapá para Belém e seus problemas

JAA, 22 de junho de 2026

Rodolfo Juarez

O voo 2705 da Azul Linhas Aéreas de Macapá para Belém e seus problemas

Ontem, dia 21/06, fui passageiro de uma das aeronaves da empresa aérea Azul Linhas Aéreas Brasileiras, voo 2705 que era anunciado com “destino a Belém e conexões”.

A empresa orienta os passageiros, no corpo do cartão de embarque, que e oriente pelos 4 horários que ela mesma define\; a) inicio do embarque; b) fim do embarque, decolagem e aterrisagem.

Para o voo 2705 do dia 21/06/26, o início do embarque estava previsto para as 14:00 horas; fim do embarque às 14:15; decolagem às 14:35 e aterrisagem, em Belém, às 14;15:30 horas.

Para este voo de domingo, os problemas começaram uma hora antes do início do embarque, com chamado aos passageiros “que quiserem despachar gratuitamente as bagagens que não de mão, que poderiam se dirigir ao portão 3. Claro que isso cria um frisson entre os passageiros que pagaram a bagagem e aqueles que estavam chamando para ter a sua bagagem “despachada gratuitamente”.

A aeronave estava com atraso e logo que pousou, chamou pelo autofalante do aeroporto os passageiros para se dirigirem ao embarque: “primeiro os preferenciais por lei”. Ai se consta o segundo desfio à paciente cos passageiros. O primeiro havia sido consumado na oferta de despacho de bagagem gratuitamente.

Na chamada não tem fiscalização e tem passageiro, que mesmo não atendendo às condições da chamada (preferencial por lei), se apresenta na fila de preferência e, o pior, é atendida normalmente pelo funcionário da empresa que confere os passageiros em embarque.

O chamado dos idosos, passageiros com criança e todos aqueles passageiros que são listados na lei, começam a reclamar para o funcionário da empresa que está conferindo se os passageiros estão mesmo com a passagem marcada para o voo que faz ouvido de mercador.

Lembrem-se que a aeronave tinha pousado com atraso e mesmo antes do desembarque dos passageiros que vieram para Macapá, já estavam na fila, sob sol e um calor incrível mesmo os passageiros pagando mais de 50 Reais pela refrigeração que poderia lhe dar o conforto.

Depois de 10 minutos no “forno”, os comandantes da aeronave e os demais tripulantes saltaram e, ai, começou a embarque, por um único funcionário da empresa, o mesmo que estava, pouco antes, acalmando os passageiros.

Em seguida foi dada a autorização para o embarque, ou melhor para os passageiros irem para o finger que palavra do inglês que significa "dedo" (da mão) e que na aviação é o corredor coberto e telescópico que conecta o terminal do aeroporto diretamente à porta do avião (também chamado de ponte de embarque). Permitindo que os passageiros entrem e saiam com segurança, protegidos da chuva ou do sol. Essa é a definição, não é a realidade.

Pois bem, o finger estava sem refrigeração no sol das 15 horas de macapá. A temperatura ambiente medida, alcançava 43 graus centígrados. Depois de reclamação dos passageiros (que estavam na fila) o informação foi dada de que o avião só decolaria depois de resolvido o problema do calor na cabine da aeronave.

Não houve jeito. A razão foi dada ao comandante da aeronave e, então, depois do embarque fiz todo o trecho (Macapá-Belém) no calor. A empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras deve explicações aos passageiros do voo 2705 do dia 21/06/226. 

terça-feira, 16 de junho de 2026

Eleições 2026: no confronto de números Itaubal e Cutias desafiam a compreenção do eleitor

 

Eleições 2026: no confronto de números Itaubal e Cutias desafiam a compreensão do eleitor.

Rodolfo Juarez

Atualizado em 16.06.26

A 108 dias das Eleições Regionais de 2026, em torno de 350 filiados a partidos no Estado do Amapá, já se manifestaram em seus respectivos partidos, pleiteando uma vaga para disputar as eleições proporcionais (deputado federal ou deputado estadual) ou uma vaga para disputar  cargo de titular ou um cargo de vice ou de suplente nas eleições majoritárias (governador e senador). 

Ao todo, o eleitor amapaense vai escolher 40 gestores e legisladores que precisam trabalhar para melhorar a qualidade de vida dos 806.517 habitantes dos 16 municípios amapaenses, número estimado para 2025 pelo IBGE. 

São 588.256 eleitores que, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), estão aptos a votar nas eleições do dia 4 de outubro deste ano. 

A abstenção apurada nas eleições de 2022 alcançou 19,36%, o que, na hipótese de manutenção do mesmo índice, deixariam de ira às urnas no primeiro domingo de outubro mais de 100 mil eleitores, ou seja, 111.950 eleitores, considerado um índice de abstenção muito alto. 

Ainda há algumas apurações que escancaram erros de contagem ou coisa mais grave, como o que acontece em Itaubal e Cutias, as duas cidades da mesma Zona Eleitoral, a 10.ª. Itaubal tem uma população estimada de 5.378 habitantes (IBGE/2025) e um contingente de eleitores aptos de 9.001 (TRE/2026); e, em Cutias está com uma população de 5.097 habitantes (IBGE/2025) e 6.406 eleitores (TRE/2026 aptos).

terça-feira, 9 de junho de 2026

Os eleitores amapaenses já mandaram para o Senado 10 representantes

Sarney ficou por mais tempo (24 anos), Henrique Almeida e Jonas Pinheiro, menos tempo (4 anos)

 SENADORES

Faltam 116 dias para as Eleições Regionais de 2026. Se projeta como uma das disputas mais indefinidas a escolha dos dois senadores. Os candidatos àquele cargo se revezam nas posições das pesquisas de acordo com quem publica a pesquisa.

 

ELEITOS E FORA DO CARGO

Durante estes 32 anos, depois de realizadas 9 eleições, 7 nomes estiveram representando o Estado do Amapá no Senado da República: José Sarney (24 anos), Gilvan (14 anos), Papaleo (8 anos), Bala Rocha (8 anos), Capiberibe (10 anos), Henrique Almeida (4 anos) e Jonas Pinheiro (4 anos).

 

ELEITOS E QUE DEVEM DISPUTAR REELEIÇÃO

Os outros 3 nomes são os dos atuais representantes amapaenses no Senado da República: Randolfe (16 anos), Davi (11 anos) e Lucas (8 anos). Os 3 que estão no cargo estão dando a entender ao eleitorado que pretendem continuar.