Mostrando postagens com marcador Davi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Davi. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Davi: o trator que empurra a economia do Estado do Amapá


Rodolfo Juarez
Certamente que o senador Davi Alcolumbre deve ter desenhado um plano macro na cabeça que ainda não revelou para todos os seus interlocutores, mas que tem lógica de planejamento e de organização.
Não fosse isso, já teria havido algum prejuízo por causa da falta de referências para o desenvolvimento do Estado. Observa-se que ele procura uniformizar a distribuição dos recursos que consegue nos ministérios do Governo da República pelos 16 municípios do Estado, ouvindo cada um dos prefeitos, em momentos criado por ele e pela sua experiente assessoria.
O líder precisa ter características bem definidas e uma das principais e a distribuição justa com o povo de tudo o que consegue em nome do povo.
Pensa, ao mesmo tempo, do Oiapoque a Vitória do Jari, de Itaubal a Tartarugalzinho, como pensa nas duas maiores populações – a de Macapá e a de Santana.
Por óbvio que conta com assessores político-administrativos que lhe favorece o caminho, apesar do volume de propostas e das alternativas reais que se apresentam.
Na lida pública os recursos que o líder precisa, na maioria das vezes, não está onde gostaria que estivesse e, muitas vezes a condição de prioridade é substituída pela condição de disponibilidade de recursos, como pode ter sido  o caso dos 83 milhões de reais acumulados e “raspados” dos ministérios do Desenvolvimento Regional e do Turismo, no final de 2019.
O recurso da ponte sobre o Jari, por exemplo, é do ministério da Infraestrutura. Neste caso veio imediatamente a pergunta: e quem faz a obra? A resposta, lógica, tem que ser dada com certeza suficiente para despertar a confiança da equipe do ministério, das equipes de controle de gastos para que, mais tarde, não venha funcionar como um esconderijo de votos.
A mesma coisa foi com os anúncios feitos no Oiapoque, em Vitória do Jari, em Amapá, em Santana, em Pedra Branca do Amapari. Tantos lugares, com tantos interesses diversificados dos moradores.
Além disso, já vinha “jogando o prumo” para manter viva a obra do Hospital Universitário e, logo depois, apresentar a forma de funcionamento e convencer o Ministério da Saúde a assumir a despesa com pessoal e serviço.
Também não é fácil!
Botar o pessoal burocrata para trabalhar, incluindo governador, prefeito, vice-governador e secretários não é tarefa fácil. O período é de férias escolares e muitos profissionais funcionários públicos, estão acostumados a confundir “férias das crianças” com “férias das famílias”.
Mas, de qualquer maneira, precisa ter um mínimo de plano, nem que seja aquele da cabeça, antes referido, pois o líder não pode errar e nem vacilar. Precisa transmitir confiança e ter também confiança em tudo que está fazendo, pois, em última análise, está colocando dificuldades para serem vencidas por ele mesmo.
O apelido de trator é balbuciado até pelos os seus principais assessores, mas sabe ele que, se não for dessa forma, nada vai sair do lugar, nada vai mudar, nem mesmo a disposição daqueles que têm que fazer.
Sabe também, que são essas propostas que vão trazer as oportunidades de emprego e a possibilidade de renda para muitos pais de família que estão na informalidade ou em desvio profissional.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

A responsabilidade está com a equipe técnica da Prefeitura de Macapá


Rodolfo Juarez
Depois de tanta falta de dinheiro e de tantos problemas, tenho a impressão que a cidade de Macapá tem de volta a oportunidade de se atualizar com os contribuintes e a população em geral.
O empenho do senador Davi Alcolumbre e o comprometimento que demonstra ter com a população amapaense, renderam, no apagar das luzes e na “raspa do taxo” dos ministérios do Desenvolvimento Regional e do Turismo, a disponibilização de um pouco mais de R$ 83,2 milhões de reais para aplicação no sistema viário de Macapá e na construção de um elevado no cruzamento da Rodovia JK com a Rua Hildemar Maria.
A consequência foi a assinatura dos contratos respectivos com um dos agentes financeiros dos recursos do Tesouro Nacional, a Caixa Econômica Federal, para admissão dos projetos de engenharia e a respectiva liberação dos recursos conforme o cronograma aprovado e que integra o contrato.
Ainda não se falou na contrapartida do Tesouro Municipal, entretanto é possível o dimensionamento dessa contrapartida com apropriação das horas trabalhadas e pagas pelo município aos seus técnicos, aqueles envolvidos nos projetos, o que, em tese, cumpriria as recomendações dos órgãos de acompanhamento da aplicação das verbas oriundas da União.
Até agora o papel destinado aos políticos da bancada federal está sendo muito bem cumprido por alguns deles, bem como pelo prefeito da capital, a expectativa está agora por conta da equipe técnica da Prefeitura de Macapá que passará ter uma exigência que não estava planejada, muito embora faça parte de suas atribuições.
Acontece que os técnicos envolvidos, principalmente os do município, já estão com uma carga de trabalho que, segundo eles mesmos, atinge ao limite do seu tempo, e ainda têm, além das incumbências estritamente técnicas, a responsabilidade administrativa, não apenas em gerir o processo, mas também em estar atendo ao cumprimento das exigências legais.
Outro ponto que é relevante para a administração dos projetos é o relacionamento com a equipe técnica da Caixa Econômica que, em regra, tem definições de parâmetros muito mais rígidos para liberação dos recursos do que aqueles constantes das rotinas internas da administração municipal.
A sintonia fina entre as equipes da administração municipal precisa estar ativada. Não pode haver ruído entre as medições das obras de engenharia efetivamente realizadas e as do controle administrativo para liberação dos pagamentos das empresas executaras das obras.
Neste ponto deve-se, principalmente e neste momento, atenção especial para os responsáveis pela seleção das empresas que vão executar os serviços especificados pela área técnica de engenharia da prefeitura. Desde os editais de licitação, passando pelo processo de seleção da empresa executora e a contratação, há de se ter um rígido controle para que esse momento não implique: 1) na ordem de serviço; e 2) no inicio da realização do objeto contratado.
É preciso haver um entendimento perfeito entre a autoridade gestora e as equipes responsáveis pela consecução de cada um dos contratos, respeitando a capacidade de trabalho e a habilitação de cada um.
Já tivemos experiências desse tipo, tanto no Governo do Estado como na Prefeitura de Macapá, que os objetivos não foram atingidos por sobrecarga ou especificidade de equipes de trabalho.
Alerta! Neste momento vale lembrar as várias experiências com os recursos do PAC, Programa de Aceleração do Crescimento.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

O motivo relevante e as mentiras oportunas


Rodolfo Juarez
Vou quebrar a sequência de artigos que vinha publicando sobre a história dos 10 primeiros anos da Federação das Indústrias do Amapá. O motivo é relevante e tem a ver com mentiras oportunas e com a principal liderança política do Estado do Amapá no momento.
Gustavo Aschar já dizia que as pessoas só jogam pedras em árvores que estão dando frutos, e quanto mais frutos, mais pedras. Geralmente aqueles que jogam pedras são pessoas que não plantaram a árvore apedrejada, pois quem planta, cuida.
Há pessoas que não plantam, mas querem os frutos das árvores que não plantaram, por isto jogam pedras, com o intuito de colherem os frutos dos outros ilicitamente.
Há situações em que o simples fato de a árvore do vizinho estar dando frutos incomoda, e, neste caso, as pedradas são carregadas de ira, de inveja, de vontade de ferir e de matar a árvore frondosa.
Hoje Davi Alcolumbre é uma dessas árvores frondosas e para a sorte de todos nós é amapaense legítimo, não só de nascimento, mas comprometido com a população do Estado, por uma simples razão, conhece os problemas e tem mostrado que está com disposição para resolvê-los.
Muito diferente daqueles que atiraram pedras para todos os lados, para ver se algumas daquelas pedras acertavam o amapaense que está conseguindo melhorar as condições de vida do povo do Amapá, com ações concretas exatamente porque tem o conhecimento suficiente para agir nesse sentido.
O que escreveu o agente do The Intercept Brasil pretende, como diz anota de esclarecimento do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, “induzir o leitor ao erro com afirmações imprecisas, misturando pessoas”. Na mesma nota de esclarecimento está destacado que não é sócio de nenhuma das empresas citadas na matéria, como também não é dono de fazendas e nem proprietário de terras.
A população amapaense conhece Davi Alcolumbre como todos os demais familiares do senador e, por isso, não vai ser influenciada pelas equivocadas afirmações feitas, mas que, sabe Davi, da estratégia principal dos mentirosos contumazes é de que uma mentira acaba virando verdade se contadas muitas vezes.
Mas também vale o adágio popular de que a “mentira tem pernas curtas”, às vezes curtíssimas, como no caso do Estado do Amapá que, com menos de um milhão de habitantes, as mentiras são imediatamente desmascaradas por aqueles que, antes, foram o alvo do mentiroso.
Lendo com atenção a matéria do site percebe-se também que, em todo o seu desenvolvimento, o autor procura atingir a família a qual pertence o senador Davi Alcolumbre, o que acaba por desafiar um costume que ainda prevalece em todo o Estado do Amapá – a valorização exatamente da família.
Apenas aqueles que não se conformam por ser Davi Alcolumbre um amapaense de sucesso nacional, que não seja do seu partido político ou de um partido aliado, acabam por ter as informações inverídicas como instrumento para enfrentar a capacidade política do atual presidente do Congresso Nacional.
Lendo a matéria com cuidado e separando os fatos apontados, nenhum deles tem a ver com a integridade moral de Davi Alcolumbre e não atinge o potencial político gerencial que o senador tem mostrado, na prática e em suas decisões, algumas estratégicas e que reacende as esperanças do povo do Amapá.
Outras tentativas de atingir o principal líder político do estado, no momento, serão feitas. Cabe aos amapaenses avaliarem a origem e os objetivos desse tipo de matéria.

segunda-feira, 11 de março de 2019

O resultado só vem com a participação de todos


Rodolfo Juarez
O senador Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional, cumpriu no Amapá, durante o período do recesso do Carnaval, uma agenda que não há precedente na história política do Estado.
As reuniões havidas no último dia de toda a programação refletiu todo o esforço daqueles que acreditam que o Amapá é viável e que pode deixar os índices que refletem o atraso no desenvolvimento local.
Durante os primeiros dez dias de março o Estado foi movimentado com ações motivadoras e que começaram pelos municípios, quando prefeitos e vereadores foram chamados para conhecer as propostas do presidente, mas também apresentar as suas necessidades e dar indicações de solução para problemas que se arrastam há muito tempo.
Trazer obras inacabadas como a BR-156, a BR-210, a ponte sobre o rio Jari, o Hospital Metropolitano, o Hospital de Santana, para a ordem do dia é evidenciar interesse pelas obras estruturantes e não perder tempo com justificativas que visam apenas justificar o injustificável.
Para que esse contexto seja eficaz é importante haver a definição de quem está em condições de assumir a responsabilidade pelos serviços e pelas obras. De nada adianta se for mantida a preferência pelo caos até agora demonstrados, com alegações de que a responsabilidade pelo não feito ou pelo mal feito é sempre do outro.
Todos os agentes públicos precisam estar dispostos a interpretar o momento do Amapá como delicado, mas considerando a abertura que o momento oferece tendo um dos senadores do Amapá como presidente do Congresso Nacional.
Não dá para garantir que os atuais mandatários (governador e prefeitos municipais) têm o espírito público para compreender que a solução dos problemas do Estado ou do Município que administram pode estar com um adversário político, mesmo que investido em um cargo nacional e com capacidade de contribuir para a solução de alguns dos problemas que se arrastam ao longo do tempo e por muito tempo.
Não precisa ser seletivo ou imaginar que os interesses pessoais ou de grupos possa superar os interesses coletivos e que possam resolver problemas que já destacados e de outros que precisam ser cuidados, uma vez que pode levar à contribuir com a melhoria dos índices sociais e econômicos dessa Unidade da Federação.
Questões que ainda não foram tocadas, provavelmente por ser complexas e desafiadoras, como a questão da coleta do esgoto sanitário e o fornecimento de água tratada, precisam entrar no calendário de resolução para que se dimensionem as necessidades de recursos para ser aplicado nestes dois projetos.
Falar em desenvolvimento econômico sem o correspondente desenvolvimento social é um erro e uma frustrada empreitada como aquela que fez parte dos planos de governo, ao que parece, muito mais para atender a uma exigência da regra da eleição do que apresentar uma proposta séria de quem pretende eficiência na execução de um plano de interesse da população.
Trata-se de uma importante oportunidade e poderá ser abraçada por todos, evitando as preferências por este ou aquele município ou, mesmo, o atendimento aos interesses de um ou outro grupo político que está no poder ou a ele pretende chegar.
Por enquanto a realidade é a transpiração de poucos para uma plateia que não pode ser apenas de observadores, mas também, de executores dispostos a tratar os projetos como solução não para problemas do dia-a-dia, mas de médio e longo prazo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

A importância das redes sociais na eleição de Davi Alcolumbre


Rodolfo Juarez
Depois de saber que houve tantas vitórias que foram impulsionadas pela corrupção, pela propina, pela condescendência de autoridades e, em muitos casos, com a participação delas, ainda estou tendo a oportunidade de acreditar que posso ver o outro lado da moeda, que foi enterrado, escondido e que está sendo revirado pela força do novo comportamento dos brasileiros.
O quadro pintado por autoridade do mais alto escalão da república e dos mais importantes estados do Brasil tinha tons escuros, cheios de fantasmas, entremeados de ilusões que chamavam a atenção e prendia os menos avisados para servir de escudo ou testa de ferro de um comportamento completamente cruel e criminoso.
O convencimento era tanto que havia coopção de importantes personagens que atuavam na disseminação da informação, depois da tentativa de repartir, como num consórcio fechado, os canais de televisão e de rádio, entre eles e ainda, repassado para alguns que consideravam seus, de muita confiança, desde que estivesse disposto a fazer o seu jogo, jogando à sua maneira.
A opinião pública foi arrumada para ser conduzida por algum meio de comunicação, entretendo com uma programação adequada ao “projeto” e ganhando assento preferencial na mesa de “negócios” daqueles que estavam no Poder.
O Brasil, a cada eleição para presidente da República, começou a colocar contrapeso objetivando que o “outro lado” colocasse peso e assim os “carregadores de pesos” fossem se apoderando daquilo que era para o povo brasileiro e que passou a engordar a conta bancária daqueles que deveriam fazer ou conhecer a contabilidade.
O caminho estava perfeito. O “feitor” já podia dizer que colocava na cabeceira da mesa - que já considerava sua - até um poste, desde que ficasse sem falar, sem ouvir, cheirar ou sentir.
O povo foi profundamente enganado quando escolheu, pela segunda vez, o mesmo “poste” e, desta vez, reagiu com a firmeza suficiente para derrubar o tal “poste”, mesmo com importantes escoras.
Esta centelha mexeu com o eleitor que resolver ficar atendo e conseguiu perceber que mais rápido que os meios de comunicação social - rádio, TV, revista e jornal impresso -, se apresentavam as redes sociais depois da popularização da internet.
Essa nova ferramenta foi suficiente para permitir que os eleitores brasileiros elegessem um político, que apesar dos seus 28 anos de parlamento, não despontara para o eleitor brasileiro como um líder e era sempre tratado como sem chance pela grande mídia nacional confiante de que poderiam indicar três ou quatro nomes para que o eleitor escolhesse um.
As redes sociais foram, então, o meio que o deputado federal Jair Bolsonaro utilizou para lançar suas ideias. Os partidos que estavam nas manchetes da grande mídia não conversaram com aquele que tinha vontade de ser candidato a presidente do Brasil. Então, um partido considerado muito pequeno, o PSL aceitou e o resto da história todos nós conhecemos.
Antes, na lista dos novos eleitos para a Câmara Federal e o Senado da República surpreendeu aos que duvidaram das redes sociais.
Veio o tempo da posse e, logo depois, a escolha dos presidentes da Câmara e do Senado.
Enquanto o tempo passava os “analistas” já cravavam os políticos conhecidos como presidente da Câmara e presidente do Senado, não acreditavam que a história poderia ser muito diferente. Mas foi!
Pelo menos no Senado da República, cujo presidente é também o presidente do Congresso, a história surpreendeu aqueles que estão ficando distante do eleitor e do povo brasileiro. Davi Alcolumbre, do Amapá, foi eleito em primeiro turno de votação, presidente do Senado da República e passou a formar na linha de frente do comando da República Federativa do Brasil.