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domingo, 10 de agosto de 2014

Dia dos pais

Hoje é o Dia dos Pais.
Um momento que vem se consolidando com o passar dos anos. Antes apenas um contraponto com as demais datas comemorativas anuais, agora uma realidade que se impõe.
Muitos aspectos têm contribuído para isso, mas o principal está na nova consciência social que procura valorizar a figura do pai, devolvendo aos filhos os direitos inerentes e se tornando membro importante da família, com todos os defeitos e suas pessoalidades.
Um dia para homenagens, para agradecimentos, para procurar compreender a importância do pai na família, na sociedade e na relação com os filhos.
O formato das homenagens ainda está em construção, nem mesmo o comércio, antes o principal e único interessado, definiu a melhor maneira para tratar a data e se vale de apelos emocionais desinteressantes, que pode ser debitado ao reflexo da busca.
Os familiares estão mais atentos: esposa, filhos e netos já entenderam a oportunidade da homenagem, momento em que pode ser iniciado um novo modelo de relacionamento, onde o respeito sobrepõe-se ao que se convencionou chamar “arroubos da juventude”.
É maravilhoso compreender o sentido da paternidade, tanto a partir do ambiente do pai, como do ambiente dos filhos. É um momento especial para reflexão, para compreensão das dificuldades que são próprias da relação familiar, mas que podem ser domadas pela compreensão, pelo perdão e pela indulgência de pais e filhos.
Não dá para ignorar os momentos de dificuldades enfrentados pela família, mas neste domingo deve prevalecer a compreensão e o entendimento entre todos.
Hoje, Dia dos Pais, é um dia para ser comemorado, destacado no convívio e reverenciado quando o filho não puder mais contar com o pai nesta vida, ou mesmo dele esteja distante no momento.
Cabe a cada um refletir, profundamente, sobre esse momento, sobre o Dia dos Pais, dedicando a sua atenção para aquele que sempre esteve atento a tudo o que diz respeito ao filho e quando não, acompanhar as voltas que o coração dá, para não deixar escapar qualquer questão que possa prejudicar a vida do filho ou da família.
Então, que cada filho tenha a clareza desse momento, interprete a importância do seu pai e que cada esposa, nesse dia, possa compreender o que representa o pai na estrutura da família, mesmo quando não está composta da forma convencional.
Abraçar muito deve ser a regra!
Saber a melhor maneira de ajudar deve ser o comportamento.

Mas, em qualquer circunstância, amar o pai deve ser não uma obrigação, mas a consequência de tudo o que ele representa. 

sábado, 11 de agosto de 2012

Dia dos Pais

Rodolfo Juarez
Hoje a festa é para reverenciar uma das importantes colunas da família – o pai.
Mesmo assumindo novos papéis nos tempos de hoje, o pai é um autodidata.
Não tem escola para pai.
Mesmo assim ele, desde sedo sai pelo mundo, às vezes em segredo, procurando saber como é para ser pai.
Os colegas, os amigos, que também pouco ou nada sabem, são os seus primeiros orientadores. Na escola os jovens, mesmo sem saber, fazem de tudo para aparentar conhecimento sobre tudo, mesmo que de nada saiba.
Sabe que tem amor, amizade, namoro, sexo, sabe uma porção de coisa, as define, segundo os seus conceitos, detalhadamente, mas entre aqueles colegas e aqueles amigos.
Como o tempo não para, o futuro pai vai descobrindo, sem ajuda de ninguém, que os seus conceitos sobre amor, amizade, namoro e sexo, que também descobre que precisavam de correções as quais se esforça muito para fazê-las.
Já vivendo adolescência e com as primeiras experiências sobre namoro, amor, amizade e sexo, algumas frustrantes, percebe que precisa de um mínimo de informação.
Antes, sem a internet, continuava se aconselhando diretamente com os amigos e os colegas. Agora, com a internet, procura informações, vê as experiências, imagina senti-las e depois, mostrando-se conhecedor da “matéria” conversa com os mais velhos – ainda colegas ou amigos -, para afinar os conceitos que havia feito a partir dos elementos colhidos nas redes sociais.
Mas nem todos têm à sua disposição, ou mesmo o costume de pesquisar qualquer assunto na internet. Nesse caso a método adotado pelo jovem é o tradicional.
Na fase adulta ou um pouco antes, o futuro pai sente-se pronto para buscar as suas parceiras, para, dentre elas escolher aquela com a qual aprendeu que vai dividir os espaços mais próximos de suas vidas.
Vêm os filhos, nestes tempos em número menor do que antes, não que o pai tenha aprendido alguma coisa diferente de antes, uma vez que freqüentaram a mesma escola – a da vida -, mas porque entraram no leque de informações, outras modelos de família.
Nesse momento, quando os filhos ainda estão começando a viver, o pai só é reconhecido porque tem os filhos. Quando os filhos chegam aos sete anos, que os deixa na escola, vai às reuniões de pais e mestres, leva para o cinema, oferece o lazer, a pizza, senta à mesa com eles, então nesse momento o pai existe porque está sendo avaliado o talento que tem  para exercer o papel de pai.
E que bom ser reconhecido pelo filho como pai, como um das colunas da família, ficando claro que o tripé pai, mãe e filhos constituem a organização primária da sociedade e que, quando bem forte a relação, maior contribuição para todos os da família: ascendentes, descendentes e colaterais.
E hoje é o dia de colocar de frente para todos, aquela coluna, aquele autodidata, aquele esforçado aprendiz da vida, que agora está na berlinda, sendo avaliado e homenageado.
Quem pode avaliar um pai é o seu filho!
Os outros podem dar uma opinião, dar informações e até intrometer-se, mas quem sabe o tamanho da homenagem que o pai deve receber é o filho, ou são os filhos.
Por isso, hoje, para todos os pais que tiverem a oportunidade de serem reconhecidos pelos filhos, ver-se amado por eles, até paparicados, são merecidos os parabéns e que sejam felizes, pois garantiram a continuação da espécie e preparam o caminho para os futuros pais que, mesmo ainda não sabendo, serão a coluna indispensável das futuras famílias.