Mostrando postagens com marcador Enem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Enem. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de maio de 2015

As datas da prova do Enem

Provas do Enem serão aplicadas em 24 e 25 de outubro deste ano
Taxa de inscrição subiu de 35 para 63 reais. São esperados mais de 9 milhões de candidatos.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 será realizado nos dias 24 e 25 de outubro, e terá taxa de inscrição mais cara: 63 reais, contra os 35 reais  cobrados nos últimos anos.
O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.
O período de inscrição começa às 10 horas do dia 25 de maio e vai até às 23h59 do dia 5 de junho, sempre considerando o horário de Brasília.
As inscrições serão feitas pelo site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Os cartões de confirmação de inscrição não serão enviados pelo correio - estarão disponíveis na página do exame.
O horário de início das provas também mudou. Passará a ser às 13h30 de Brasília, meia hora mais tarde em comparação aos anos anteriores. No entanto, o horário de abertura dos portões nos locais de prova continuará sendo às 12 horas e o fechamento, às 13 horas (de Brasília).
Faltas
O edital do exame será publicado na próxima segunda-feira. A prova será aplicada em 1.714 municípios do país e a expectativa é que mais de 9 milhões de candidatos façam o exame.
Uma preocupação para este ano é reduzir o número de abstenções. Para tentar coibir faltas, o ministério determinou que o participante que for isento da taxa de inscrição e não comparecer ao exame perderá o benefício na próxima edição da prova.
No ano passado, dos 8,7 milhões de inscritos,  quase 2,5 milhões não realizaram o teste, o equivalente a 28,64% dos candidatos.
"Uma pessoa não pode ter isenção graças a recursos da sociedade e jogar isso fora. Há uma responsabilidade moral que é preciso assumir", disse Janine Ribeiro.
São isentos da taxa de inscrição estudante que estejam concluindo o ensino médio este ano em escolas da rede pública, além de pessoas que se declararem carentes.
O ministro da Educação também afirmou que a edição de 2015 continuará considerando o nome social para travestis e transexuais.
"Será considerado errado se qualquer monitor chamar essas pessoas pelo nome que está no documento", disse Janine Ribeiro. O candidato também terá direito a usar o banheiro relativo ao nome social.

A nota do Exame Nacional do Ensino Médio pode ser usada para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec).

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O Enem escancara um novo problema

O ENEM ESCANCARA UM NOVO PROBLEMA
Rodolfo Juarez
Durante os primeiros dias em que foram divulgadas as notas do Enem, os estudantes amapaenses acessaram os resultados e foram se inscrevendo em cursos cada vez mais distantes daquele que tinha sonhado.
A cada nota de corte, uma nova tentativa e uma nova mudança ou, até a desistência por absoluta falta de condições de competir com os concorrentes de outros centros que tomavam conta das vagas dos principais cursos da Universidade Federal do Amapá.
O último dia das inscrições também foi um dia triste para a maioria dos estantes amapaenses que haviam participado dos dois dias de prova do Enem, mesmo para aqueles que já sabiam, antecipadamente, que teriam grandes dificuldades para competir com os concorrentes de outros estados que, reconhecidamente, está com a qualidade de ensino muito acima daquela comparada com a do Amapá.
Os indícios já vinham sendo apresentados, mesmo antes das vagas da universidade federal ser comprometida, todas elas, com o Enem, uma necessidade política do Ministério da Educação e da Presidência da República, mas um golpe nos sonhos dos estudantes das regiões mais desassistidas com a educação, como o Estado do Amapá.
Os índices ainda não foram anunciados oficialmente, mas extraoficialmente, está se prevendo que menos de 20% das vagas oferecidas na Unifap serão preenchidas por alunos que completaram o ensino médio no Amapá.
Cursos como Medicina e Direito, estes então, terão ainda muito mais estudantes de fora do Amapá do que daqui do Amapá.
Daqui a pouco estes alunos estarão chegando para conhecer a cidade, ir até a universidade, talvez levados por motoristas especialmente contratados, pois é esperado um grupo de alunos de classe média e que estão dispostos a passar os próximos quatro ou cinco anos como aluno da Unifap ou, quem sabe, até conseguirem transferência para outra universidade, mas já levando os conhecimentos para ser aplicado em suas regiões.
Esse é um problema do Enem?
Claro que não.
Esse é um problema que precisa ser enfrentado pelo sistema público de educação no ensino médio, com aproveitamento do tempo do aluno na sala de aula, recebendo o ensinamento de professores treinados.
Os resultados apurados, nacionalmente, pelo MEC para as escolas de todo o Brasil vem deixando as escolas públicas e privadas, do Amapá, em posições muito distantes das primeiras escolas no ranking das escolas em todo o Brasil.
O problema é urgente, pois, doutra forma, haveremos de amargar situações vexatórias, com os recursos destinados a educação superior no Amapá, sendo usufruídos por alunos que fizeram o ensino médio fora daqui, prejudicando todo o projeto que havia para as famílias que moram no Amapá.
Essa situação só pode ser modificada com um pacto pela educação, um pacto verdadeiro, onde a Secretaria de Estado da Educação passe a encarrar a situação com a eficiência que precisa ser encarada e os professores, mesmo continuando com sua luta, devem compreender que não haverá melhoria sem a dedicação dos professores aos alunos e ao conteúdo que precisa ser repassado aqueles alunos.
Levantamento recente, divulgado pelo próprio Ministério da Educação, indica que no Estado do Amapá é o Estado da Federação que dispõe do melhor índice de professores preparados para exercer a profissão, perdendo apenas para o Distrito Federal.
Considerar o resultado deste ano como uma indicação de que o sistema educacional local precisa melhorar, e muito, pode ser a primeira decisão propositiva a ser tomada pelo sistema de gestão na educação pública no Amapá e um indicador para que também tenha esse mesmo rumo a educação exercitada pela privada daqui.

Deixar ficar como está não é uma atitude clara de responsabilidade com o sistema local de educação!

domingo, 20 de outubro de 2013

As provas do Enem

Rodolfo Juarez
No próximo final de semana os estudantes brasileiros e, entre eles, os estudantes amapaenses, estarão experimentando uma nova forma de habilitar-se aos cursos superiores. No sábado e no domingo, mais de sete milhões de provas serão distribuídas por sete milhões de jovens que estão inscritos para fazer a grande prova.
O Brasil, assim, começa a se integrar à comunidade internacional entre os países que já realizam o provão para admitir os jovens nas diversas academias publicas e privadas que estão funcionando no país.
No começo foram flagrados os aproveitadores que serviram para chamar a atenção dos organizadores mostrando que o nível de segurança adotado não garantia a inviolabilidade material dos envelopes e muito menos o vazamento das informações sobre o conteúdo das provas.
Isso não quer dizer que envelopes não serão violados ou que o conteúdo não será repassado fora da hora que os organizadores definiram.
Será um grande momento para a juventude que quer mudar as referências da nação e que está certa que tudo precisa passar pelo crivo daqueles que detêm o conhecimento.
O vestibular, ao longo dos anos veio perdendo a força, algumas instituições de ensino superior, segurava o seu prestígio através das provas de vestibular, não só pelo histórico de resultados apresentados, mas através de peças publicitárias que ataiam, cada vez mais, um maior número de candidatos, engordado a conta bancária dos donos das faculdades e gerando frustrações para os jovens, que se viam diminuídos por não obter sucesso nas provas que faziam.
Para não perder o préstito algumas instituições de ensino superior, principalmente as militares, mantinham o mesmo número de vagas ofertadas a cada vestibular, mesmo que o número de candidatos dobrasse, triplicasse ou quadruplicasse naquele ano.
Um castigo para aqueles que viam no mercado possibilidades de sucesso futuro ou que, simplesmente, definiam-se como vocacionados a realizar aquelas provas.
A frustração de não ter o nome entre os aprovados motivava a festa dos cursinhos e dos aprovados, em uma dança incrível animada pela mediocridade dos que, eventualmente, tinham obtido sucesso em um país que precisa de todos aqueles que estão dispostos a aprender, imaginem daqueles que se submetem a uma prova para credenciá-lo a continuar exercendo o direito que tem de aumentar o seu conhecimento.
O sistema estava frustrando jovens no começo de suas pretensões profissionais, deixando a grande maioria fora do sistema universitário nacional, um castigo imerecido e injustificado.
Não quer dizer, entretanto, que o Enem não oferecerá esses críticos momentos. Alguns terão a oportunidade de dividir, com quem quer que seja, a disputa por uma das vagas é muito grande.
Como ainda não existe uma rampa contínua que evite esses abismos entre as etapas da educação (infantil, fundamental, médio e superior), uma invenção que prejudica o país, então que se tenha uma disputa universal, onde todos têm a certeza que disputaram as vagas, tendo o conhecimento avaliado pelo mesmo nível.
É um avanço, muito embora ainda não satisfaça as condições nacionais.
Haveremos de chegar ao tempo em que todos se submeterão a avaliação no processo educacional, deixando essas estressantes provas, de longa duração, que não levam em consideração as condições físicas do aluno e muito menos emocional, mas que, pretende, através do anonimato, ser justa.
 O provão é, indiscutivelmente uma avanço que está se ajustando às questões nacionais e garantindo a inviolabilidade por processos de tentativas e ainda tendo a subjetividade como fator decisivo como no caso da redação.
Os que estão se preparando para o Enem estão na reta final, cansados, alguns completamente esgotados, mas basta lembrar que falta pouco e a regra atual é essa.

Então que venha o final de semana decisivo.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Enem 2013

MEC fará blitz contra 'miojo' e erros na redação do Enem; veja as regras
Corretores terão que justificar nota máxima em redação com erro, diz MEC. Enem abre inscrições na segunda; provas serão em 26 e 27 de outubro.
A partir da edição de 2013, a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não tolerará deboches, como receita de miojo ou hino do Palmeiras, ou provas com nota máxima que contenham erros. As novas medidas foram anunciadas nesta quarta-feira (8) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que considera o aumento no rigor como "a grande mudança" do exame neste ano. O Ministério da Educação vai também aumentar o valor pago por redação a cada corretor, de R$ 2,35 para R$ 3,00.
As inscrições serão abertas na segunda-feira (13) e poderão ser feitas até o dia 27 de maio. A taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até 29 de maio para confirmar a inscrição. As provas serão realizadas nos dias 26 e 27 de outubro.
Segundo Mercadante, três mudanças devem garantir uma correção mais rigorosa neste ano: a proibição do deboche, a exigência do domínio da norma culta para receber a nota máxima e a redução da discrepância máxima nas notas dos dois corretores para que a redação seja encaminhada por uma terceira avaliação independente.
"A avaliação nossa é que [a correção das redações em 2012] foi muito positiva. No entanto, seis redações foram debatidas publicamentes, em [um universo de] mais de 4 milhões. É um nível de problema muito específico, muito localizado. Mas mesmo assim a gente aprende com essa avaliação", disse o ministro.
Entenda abaixo o que mudou nas regras da redação do Enem.
Deboche dará nota zero
Para coibir tentativas de deboche na prova, um item será acrescentado no artigo do edital que fala sobre as razões para que uma redação receba nota zero do MEC. O item 14.9.5 do edital que deve ser publicado na quinta-feira afirma que a redação "que apresente parte do trecho deliberadamente desconectada com o tema proposto, que será considerada 'anulada'".
A nova regra já estava em debate pela comissão que elabora o edital do Enem, depois que candidatos que no último Enem inseriram receita do miojo e o hino do Palmeiras no texto ganharam notas 560 e 500, respectivamente. Esse tipo de teste ao Enem, agora, será punido com a nota zero.
Veja como ficam as regras do edital para a anulação da prova
14.9 Em todos as situações expressas abaixo, será atribuída nota zero à redação:
14.9.1 que não atender a proposta solicitada ou que possua outra estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo, o que configurará “Fuga ao tema/não atendimento ao tipo textual”;
14.9.2 sem texto escrito na Folha de Redação, que será considerada “Em Branco”;
14.9.3 com até 7 (sete) linhas, qualquer que seja o conteúdo, que configurará “Texto insuficiente”;
14.9.3.1 linhas com cópia dos textos motivadores apresentados no Caderno de Questões serão desconsideradas para efeito de correção e de contagem do mínimo de linhas;
14.9.4 com impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, que será considerada “Anulada”.
14.9.5 que apresente parte do trecho deliberadamente desconectada com o tema proposto, que será considerada "Anulada"
Nota mil com erro
Segundo Mercadante, a partir deste ano, o candidato terá que "ser muito mais rigoroso para tirar a nota máxima". Ele afirmou que a primeira competência (demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita) terá o item 5, que equivale à nota mais alta da competência, alterado para aumentar a exigência.
A partir deste ano, para tirar a nota máxima nesta competência, a redação só poderá ter erros de português considerados como uma "excepcionalidade" e quando "não caracterizem reincidência". O objetivo é evitar que redações com poucos desvios gramaticais ou convenções de escrita recebam a nota máxima na prova.
Veja as competências na tabela:
COMPETÊNCIAS AVALIADAS NA PROVA DE REDAÇÃO DO ENEM
Competência 1
Competência 2
Competência 3
Competência 4
Competência 5
 
 
 
Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita (*)
Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
(*)
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
 
 
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação.
Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
Valor: 0 a 200
Valor: 0 a 200
Valor: 0 a 200
Valor: 0 a 200
Valor: 0 a 200
(*) Dentro desta competência, o nível 5 foi alterado para reduzir a tolerância a desvios gramaticais
(**) OBS: Caso o candidato tenha nota zero na Competência 2, ele terá a prova anulada

Fonte: MEC/Inep

A nota 1.000, então, só será atingida se o candidato garantir a pontuação máxima na competência 1. "Todas as notas mil os avaliadores vão ter que justificar com rigor. Só será aceito desvio se for excepcional, portanto, eles vão ter que justificar a excepcionalidade", disse Mercadante.
Correção feita por três avaliadores
Todas as redações do Enem são corrigidas por pelo menos duas pessoas. A necessidade de um terceiro corretor para reavaliar provas com notas discrepantes deve aumentar neste ano. Segundo o MEC, agora, todas vezes que as duas notas tiverem uma diferença de mais de 100 pontos, um terceiro avaliador corrigirá a prova para que se chegue à nota final. No ano passado, essa tolerância era de 200 pontos.
Se a nota em um das cinco competências (que vai de 0 a 200) tiver discrepância de 80 pontos, a redação também vai para o terceiro corretor.
Por causa da mudança, Mercadante afirmou que estima um aumento no número de redações que passem pela terceira correção. Em 2012, 21% das provas estiveram nessa situação. Agora, ele afirma que essa porcentagem chegue a um terço.
Para garantir uma correção mais rigorosa, Mercadante anunciou um aumento no número de corretores. Em 2012, foram contratados 5.692 corretores, 234 supervisores de avaliação, 468 auxiliares e dez subcoordenadores pedagógicos para o processo de avaliar as redações, mas mais de 300 deles forma afastados por não cumprirem os requisitos de qualidade.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Enem: O desempenho das escolas amapaenses

Vinte escolas amapaenses, 9 pública e 11 privadas, tiveram notas do Enem
A Escola Barroso Tostes foi a primeira das escolas públicas e Aquarela a primeira entre as escolas privadas.
Foram divulgadas na semana passada, pelo Ministério da Educação, as notas, por escola, do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, realizado em 2011. As notas levam em conta as médias obtidas pelos alunos de cada escola nas provas objetivas – ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e códigos, e matemática -, alem de redação, esta não conta para a média final.
O critério utilizado para inclusão de uma escola na lista é o mesmo sistema da “Prova Brasil”, apenas com unidades em que, pelo menos, 50% dos alunos matriculados e com um mínimo de 10 alunos que estavam concluindo o ensino médio e que participaram do Exame. Os números levaram em consideração os dados do Censo Escolar.
No Amapá 9 (nove) escolas pública e 11 escolas privadas atenderam o critério estabelecido pelo Ministério da Educação e os resultados foram diferentes do apurado em 2011 levando em consideração o Enem de 2010.
Mais uma vez as escolas privadas superaram, por muito, as escolas públicas, muito embora, nenhuma das escolas privadas tenha alcançado a média nacional apurada para essas escolas que ficou em 596,20. A melhor classificada, a Escola Aquarela, alcançou a média de 585,80.
Já com relação às escolas publicas, a Escola Barroso Tostes, em Santana, ficou  acima da média das escolas públicas de todo o país, com uma média de 480,09. A média apurada para as escolas públicas de todo o pais foi de 474,20
 
I - ESCOLAS PÚBLICAS
de
Ordem
 
Nome da Escola
 
Local
 
Taxa
 
Média
Final
01
E. E. Barroso Tostes
Santana
75,63%
480,09
02
E. E. Alexandre Vaz Tavares
Macapá
63,08%
470,08
03
E. E. Tiradentes
Macapá
59,12%
467,20
04
E. E. Augusto Antunes
Santana
65,35%
467,11
05
E. E. Prof. Lucimar Del Castilo
Macapá
60,87%
442,40
06
E. E. Raimunda Virgulino
Macapá
55,47%
442,04
07
E. E. Fagundes Varela
Mazagão
59,09%
441,87
08
E. E. Alzira de Lima Santos
Tartarugalzinho
56,03%
428,31
09
E. Bosques
Bailique
61,90%
413,20

II - ESCOLAS PRIVADAS
de
Ordem
 
Nome da Escola
 
Local
 
Taxa
 
Média
Final
01
Escola Aquarela Ensino e Cultura
Macapá
79,49%
585,80
02
Colégio Santa Bartolomea Capitânio
Macapá
67,27%
556,74
03
Colégio Equipe Macapá
Macapá
77,14%
555,87
04
Núcleo de Educação Integrada
Macapá
51,72%
552,93
05
Moderno
Macapá
58,97%
550,48
06
Centro de Ensino Podium
Macapá
82,72%
532,65
07
Colégio Seama
Macapá
64,15%
507,02
08
Centro de Ensino Atual
Macapá
50,00%
506,86
09
Grupo Perspectivas
Santana
55,00%
498,28
10
E. E. B. P. Janary Nunes
Santana
80,72%
478,18
11
Escola Meta
Macapá
68,97%
470,06