domingo, 9 de janeiro de 2011

Notícias

Data: 09.01.11

HELENA DE MACAPÁ (1)
A Helena de Macapá, a vice-prefeita do Município de Macapá, se viu obrigada, segundo anunciou, a fazer modificações no primeiro escalão da Prefeitura do Município e na Empresa Municipal de Transportes Urbanos. Dispenso, na EMTU, os serviços do presidente Haroldo Tavares e chamou para o seu lugar, Elynaldo Pantoja Cardoso.

HELENA DE MACAPÁ (2)
A prefeita em exercício ainda trocou o secretário municipal de finanças e o chefe de gabinete e disse ainda que “quem não gostar da minha administração será convidado a se retirar”. Helena ainda deixou um aviso para todos os outros secretários municipais que, de agora em diante, precisam “vestir a camisa da prefeitura” e trabalhar para resolver os problemas de suas pastas “e não esperar que as coisas caiam do céu”.

HELENA DE TRÓIA (1)
De acordo com a mitologia grega, Helena de Tróia seria a mulher mais bela da Grécia. Filha de Zeus e Leda, segundo algumas versões, ou Némesis e Zeus, de acordo com outras, Helena teria sido esposa do rei de Esparta, Menelau. Outras tradições defendiam que Helena era filha de Oceano e Afrodite.

HELENA DE TROÍA (2)
O rapto de Helena, levado a cabo pelo herói Teseu, que pensava desposá-la, teria ocorrido durante a sua infância. De acordo com a lenda, os seus irmãos Castor e Pólux tê-la-iam resgatado de Afidnas, onde Helena havia sido entregue aos cuidados da mãe de Teseu. De regresso a Lacédomon, Tíndaro, pai terrestre de Helena, teria decidido ser tempo de casar a filha.

HELENA DE TRÓIA
Perante a multidão de pretendentes que se apresentaram, entre os quais se encontravam quase todos os príncipes da Grécia e os grandes heróis do seu tempo, Tíndaro viu-se confrontado com uma difícil decisão. Seguindo os conselhos de Ulisses, determinou que todos os pretendentes deveriam jurar aceitar a escolha de Helena e socorrer o eleito em caso de necessidade.

TRÓIA X MACAPÁ
Um jornalista, pretendendo fazer um alinhamento entre as ações da Helena de Macapá e da Helena de Tróia, chegou a compará-las, e fui provocado para uma explicação. Como não há nada a explicar, expus os dados e fica para o leitor a comparação. As identidades e as distâncias ficam por conta do leitor.

INFLAÇÃO ACUMULADA
A inflação medida pelo IGP-DI (Índice Geral de Preços -- Disponibilidade Interna) fechou o ano de 2010 com alta acumulada de 11,30%, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). No mês de dezembro o índice desacelerou para 0,38%, ante alta de 1,58% em novembro.

COMPONENTES
Entre os componentes do índice que mais influenciaram na desaceleração, o chamado estágio das matérias-primas brutas teve grande recuo, passando de 4,27% em novembro para 0,74% em dezembro. O IGP-DI de dezembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

DEFASAGEM DO IRPF
No último dia de 2010, o governo confirmou que a tabela do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), que desde 2007 é corrigida pela meta de inflação de 4,5%, não teve mudança para o ano-base 2011. A defasagem desde 1995, que já superava 64%, deve passar de 70%, segundo cálculos do Sindifisco Nacional.

REAJUSTE
A tabela precisaria ter um reajuste de 71,5% para compensar toda a inflação acumulada entre 1995 e 2011. Isso significa que os contribuintes têm sido descontados bem acima da reposição dos salários, corrigidos ao menos tendo como base o índice de preços acumulado.

MOTIVO DA DEFASAGEM
De acordo com o diretor de Estudos Técnicos do Sindifisco, Luiz Antonio Benedito, esse cálculo leva em conta o centro da meta de inflação no ano, estipulada em 4,5%. A correção anual da tabela tinha como meta assegurar maior justiça tributária. Ao abandonar essa política, o governo expõe contribuintes a uma sobretaxação e provoca alta na arrecadação do IR.

GANHOS DO GOVERNO PENA NÃO CORREÇAO
Segundo especialistas, o ganho de arrecadação sem a correção é equivalente à inflação no ano. A arrecadação do IR deve se aproximar de R$ 18 bilhões em 2010. Sem contar a alta por fatores macroeconômicos, só os ganhos por não corrigir a tabela podem atingir R$ 810 milhões, informa reportagem de Mário Sérgio Lima, de Brasília.

MORDE E ASSOPRA
O relacionamento na base do “morde e assopra” do PMDB com o governo vem causando desgaste para o vice-presidente da República, Michel Temer. É que as chances de Temer controlar o partido residem justamente na expectativa de poder que seus pares depositam sobre ele. Na medida em que esta expectativa não se confirma, e que as demandas partidárias não são atendidas pela intervenção de Temer, seu poder se esvai, e o PMDB vira uma nau sem rumo, com cada um remando para um lado.

MEGA SENA
Como ninguém acertou as seis dezenas da Mega-Sena sorteadas nesta quarta-feira, dia 5, o prêmio de R$ 2.148.225,48 acumulou para o sorteio deste sábado. A estimativa da Caixa Econômica Federal para o próximo sorteio é de R$ 4,7 milhões.

HELICÓPETERO
Por ocasião da posse do Coronel Miranda como comandante do Corpo de Bombeiros, o governador Camilo Capiberibe mostrou-se simpático à compra, logo, do Helicóptero para a o sistema de segurança pública do Estado do Amapá, Justificou a primazia e a prioridade, dizendo que a aeronave seria adquirida para o patrulhamento de fronteira.

CONTAS NÃO FECHAM
Os técnicos do governo do Estado continuam procurando o fio da meada das contas públicas do Estado. Até agora nada bateu com o que consta no papel.

O RELATIVO VALOR DA VITÓRIA

Artigo publicado no dia 09.01.11

Como foi bom para o Estado a oposição vencer as eleições do ano passado. Estão todos agora atentos ao que o governador Camilo Capiberibe vai fazer e ele mesmo e seu grupo de trabalho, atentos a tudo o que o governo que saiu fez.
Pelos escândalos protagonizados pelos gestores que foram substituídos e que tiveram o seu clímax no segundo semestre de 2010, a parte da população que não havia percebido nada, acabou percebendo o rumo que a gestão pública do Estado tinha tomado.
É claro que nesse meio foram incluídos alguns “laranjas”, outros meio inocentes, mas também foram apanhados aqueles que ou efetivamente realizavam a má gestão ou que permitiram que ela fosse perpetrada, deixando como resultado problemas que não foram sanados por eles, não seriam sanados por outros e muito menos serão sados por quem quer que seja, justamente porque já forma consumados e, nesse caso, entrou na casa do sem jeito onde a punição resta como único e último remédio.
Os atropelos foram criados, os problemas foram deixados e as responsabilidades individuais estão sendo apuradas.
A parte ruim desses episódios fica por conta dos exageros. E o homem gosta de protagonizar exageros, festejar a desgraça dos outros, rejubilar-se com a tristeza do adversário daquele momento. E de tudo isso teve. Umas exageradas, outras contidas e outras discretas. Mas teve.
Mas os homens passam e o Estado continua. Ainda bem!
Já imaginou se fosse o contrário?
Se o Estado passasse e os homens continuassem? Como estaria o Estado nesse momento? Continuaríamos a construir “arenas”, “lugares bonitos” mesmo que o produto nada lembrasse uma arena ou um lugar bonito.
Estaríamos vendo a derrubada de outros prédios de escola, de início de novas obras e
de esqueletos de prédios públicos deixados ao longo das ruas e avenidas e ao lado de cada um desses esqueletos, os “novos ricos” passariam a construir prédios luxuosos, com uma residência, com duas residências ou com mais residências, garantindo o futuro do “novo rico” e de seus ascendentes, descendestes e colaterais.
Provavelmente os programas matutinos levados ao ar pelo rádio estariam pregando o “prazer de viver” em um Estado onde a “harmonia” seria a principal referência, muito embora, depois dos programas estivessem esquentando cadeiras das ante-salas de gestores públicos, cobrando contas atrasadas há mais de 6 meses.
Nem dava para perceber que todos estavam dentro de um tempo perdido, ou vivendo um sonho que mais tarde se transformaria em pesadelo.
Foram assim os últimos anos da década perdida. Dez anos que não conseguiram fazer avançar a qualidade de vida da população do Estado. Um período que maltratou a inteligência de quem tinha inteligência e exaltou a mediocridade dos medíocres.
Sei que isso vai demorar a mudar.
Só o fato de trazer dissabores para muitos daqui, o resultado não vai ser compreendido, as dificuldades de todos serão muitas.
O valor da vitória da oposição vai ser do tamanho de como a própria oposição vai interpretá-la. Se imaginar que foi uma vitória decorrente dos seus méritos, pode pegar a trilha errada; se entender que a vitória veio do demérito dos seus oponentes, também pode se enganar de rumo.
Medir a influência dos dois fatores na vitória é fazer da oportunidade que ganhou um passaporte para melhorar a auto-estima da população, de outra forma, pode encaminhar a população pra outros erros.

NO MARCO ZERO DO ANO

Artigo publicado no dia 02.01.11

E chegou o ano novo, trazendo a magia do recomeço, da renovação, do retomar de planos e projetos, de buscar novos rumos, de empreender, de acreditar nas pessoas, nas promessas e em milagres.
Todos nós, brasileiros do Amapá, certamente temos muito mais que acreditar em modificações, em mudanças, em novos rumos, em novas regras, novo tudo, para que possamos passar a energia que precisa sobrar, para os dirigentes do Estado, em todos os níveis e em todos os órgãos, para que exercem com sabedoria o papel que lhe foi entregue pela população.
Quem dera que no dia em que findou o ano de 2010 pudéssemos varrer de nossa memória tudo aquilo que nos faz mal quando pensamos e, principalmente, quando precisamos para justificar todo o esforço que tenhamos feitos para alcançar o objetivo que teimava em se afastar, ignorando a nossa vontade e a nossa necessidade.
Mas estamos aqui, no marco zero do ano, para, mais uma vez, participar da boa luta pelo desenvolvimento do Estado, pela consolidação social da Região e pela evolução conceitual do Brasil.
O ano de 2011 vem com um novo presidente da República, ou melhor, uma presidente, que tem dito que está disposta a continuar acelerando o passo para que o Brasil vença as suas dificuldades, algumas criadas por ele mesmo, e chegue cada vez mais próximo do pelotão que dá as diretrizes para os povos do mundo.
Afinal nos aproximamos muito da faixa dos 200 milhões de habitantes, e ainda estamos vendo muitos destes habitantes analfabetos, não tendo oportunidade de estudar, e para os que estudam não lhes são oferecidas as condições para avançar com mais anos na escola e mais conhecimento na cabeça.
O brasileiro tem dado mostras de que está disposto a lutar uma nova luta, muito embora, muitos dos seus importantes dirigentes, ainda insistem nas lutas velhas, cheias de paliativos, jeitinhos, grupinhos e situações que não são conhecidas por todos ou mesmo por aqueles que precisam conhecer.
Os amazônidas, depois dos sustos com as ameaças da internacionalização do começo da década passada, tiveram a oportunidade de construir uma barreira social que compreende que essas possibilidades levantadas e consideradas, não passavam de devaneios de chefes de estados pelo mundo, que continuavam acreditando que os amazônidas e os brasileiros gostavam de ter a tutela internacional, principalmente se fosse de um país rico.
Essa década que terminou também deu a lição que o jovem Estado do Amapá precisava conhecer, colocando às claras questões que vinham, desde o começo da gestão autônoma do Estado, prejudicando os interesses da maioria em troca do enriquecimento de uma minoria que se encastelava no Poder como sendo uma trincheira de defesa dos seus próprios e inconfessáveis interesses e daqueles que os seguiam.
Boa parte dessa modificação comportamental está entregue à segunda geração de um daqueles que não consertou o rumo do que tinha tomando o barco e prendeu-se em planos teóricos que não surtiram qualquer efeito, bom ou ruim, desde o momento em que não tinham mais os canhões do poder para lançá-los para onde apontava.
Estamos entrando em um período para retomada de crescimento e do desenvolvimento. Todos precisam fazer da paciência um dos dados mais importantes do trabalho que precisa ser desenvolvidos.
Os erros que serão cometidos não podem abalar a vontade de acertar dos dirigentes atuais e muito menos a paciência da população.


Aniversário da minha filha Liliane


João Guilherme, Cris, Lucivan, Ludimila, Liliane, Ian, Rodson, Ianna, Rainah, Rodolfo Jr., Katia, Renata, Adailsa, Reno, Rodolfo, Caio, Rodrigo e Iuri no jantar de aniversário da Mara Liliane Barroso Juarez de Pinho.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

OS ENGENHEIROS ESTÃO PREJUDICADOS

OS ENGENHEIROS ESTÃO PREJUDICADOS
Já faz algum tempo que os profissionais engenheiros vêm tendo dificuldades no item confiança dos gestores púbicos que ficam à frente dos executivos do Estado e do Município de Macapá.
Os governadores do Estado e os prefeitos do município têm encontrado ao que parece, muitas dificuldades para depositar confiança nos engenheiros, sejam aqueles que pertencem aos diversos quadros públicos, sejam aqueles engenheiros que não têm qualquer vínculo com o serviço público.
Desde o começo da administração do governador Waldez Góes que as secretarias de transporte e de infraestrutura não tiveram como titular um engenheiro e desde os tempos do prefeito João Henrique, que a secretaria de obras do município de Macapá não era ocupada por um profissional engenheiro.
Alcir Matos, arquiteto, comandou a secretaria de infraestrutura do Governo do Estado por quase todo o tempo em que Waldez esteve como governador. Da mesma forma, um bacharel em direito, Rodolfo Torres, comandava a Secretaria de Estado dos Transportes sem uma explicação convincente para os engenheiros.
Os resultados apurados a partir desses comandos não foram indicadores que justificassem a escolha. Com reação à cidade de Macapá, quando o protético João Trajano foi secretário de obras do município, se alcançou a maior crise urbana que a Capital do Amapá experimentara em toda a sua história.
Também foi constatada a maior dificuldade para o desenvolvimento do plano de obras do governo, gerenciado pela Secretaria de Infraestrutura, que foi sumindo, sumindo, até que desapareceu completamente, deixando uma lista incrível de obras inacabadas e outras com problemas de gerência que até agora padecem ao relento e sem qualquer perspectiva de ser concluída em curto prazo.
Na Secretaria de Transporte os resultados também não foram os melhores e nem se colocaram entre os períodos razoáveis de outros governos. Também os relatórios anuais sempre vinham cheios de justificativas para explicar o “porque” na não conclusão de pontes, asfaltamento de estradas, melhoria nos acessos em terra de chão e no transporte intermunicipal.
E para piorar a situação, a relação desses secretários com os engenheiros que formavam na hierarquia das secretarias acabavam por não ter oportunidade de fazer valer a técnica em prejuízo aos resultados nas finalizações das obras, como aconteceu com as obras do PAC/AMAPÁ e de outros setores sociais como as obras no Estádio Estadual Milton de Souza Correa, o Zerão; da Cidade do Samba; e de importantes escolas estaduais, entre outras.
Nem mesmo o acidente ocorrido durante a construção da ponte sobre o Rio Vila Nova, quando morreram quatro operários depois do deslocamento e queda de duas vigas sobre as pessoas, em um provável erro na técnica construtiva ou nas atribuições preventivas que deviam ser exercidas pela fiscalização da obra.
E os desafios aos engenheiros continuam.
Agora mesmo, depois da exoneração do bacharel em direito, Rodolfo Torres, do cargo de Secretário de Estado de Transporte do Governo do Estado, nenhum engenheiro foi chamado e para lá foi nomeado, mesmo que interinamente, um profissional que não tem a habilitação suficiente para responder por aquele órgão eminentemente técnico. Pode ser anúncio de novos erros, de outros resultados ruins.
As entidades como Sindicato dos Engenheiros, Clube de Engenharia, Conselho Regional de Engenharia, precisam buscar informações para responder, não aos engenheiros, mas à população, o que está acontecendo e o “porque” da discriminação.

Eleições 2010 - Eleitores, municípios e vagas

ELEIÇÕES 2010

ELEITORES POR ESTADO

Autor: Rodolfo Juarez - Setembro/2010

Notícias, 1º de setembro de 2010

NOVO SECRETÁRIO
Já está despachando normalmente no gabinete do secretário de estado de transportes do Governo do Estado do Amapá, Solângelo Fonseca, como secretário interino e que tem como atribuição executar o Plano Rodoviário Estadual, a execução das obras da BR-156, discussão dos projetos para novos trechos da rodovia e desenvolver o Plano de Transporte Intermunicipal do Estado.

PORQUE SOLÂNGELO
Até agora o governador Pedro Paulo não explicou para a população o motivo da escolha. Tem até alguns assessores que entendem que não precisa dar explicações sobre o assunto, entretanto, como se trata de uma secretaria eminentemente técnica e de muita exigência técnica, precisa de uma boa justificativa para a escolha de um leigo no assunto.

DEMORA
Até ontem o site oficia do Governo do Estado ainda não tinha trocado o nome dos gestores das secretarias de transportes e de planejamento, orçamento e tesouro. Continuam figurando como titulares: Rodolfo Torres e Sebastião Máximo. Essa demora confunde aqueles que precisam dos dados oficias para fazer chegar a informação à população.

PESQUISA
Está uma dificuldade e tanto fazer o registro de uma pesquisa de intenção de voto no Tribunal Regional Eleitoral, quando se trata da medição da tendência que se levanta para os postulantes aos cargos de governador e senador. Há uma espécie de desconfiança quando a pesquisa é feita por um instituto local. Diferente de quanto se trata de um instituto como o Ibope.

MESMO ASSIM...
Mesmo assim os eleitores vão fazendo a sua parte e esperando a chegada do dia “d”, 3 de outubro, quando todos haverão de se curvar à suas vontades. Pelo que se tem observado, já há uma cristalização da vontade do eleitor nos nomes daqueles que deverão disputar o segundo turno de votação, o cargo de governador, no dia 31 de outubro.

CONTINUA MUITO BOM
Continua muito bom o desempenho da coordenação da campanha do candidato ao senado Waldez Góes. Sempre com inovações e objetividade eleitoral. O estranho é que essa mesma eficiência não se nota nos programas elaborados para o candidato a governador da mesma coligação, Pedro Paulo. Estranho! Muito estranho!

FISCALIZAÇÃO
A comissão de fiscalização das eleições 2010 já começou a ter muito trabalho. Os candidatos, principalmente os desafiadores, já estão incluindo nas suas respectivas agendas, as datas das defesas que terão que fazer se quiserem continuar com os registros de suas respectivas candidaturas. Os fiscais estão fazendo tudo para não erra e fazer um enquadramento perfeito.

PRIMEIROS RESULTADOS
Já começaram a aparecer os primeiros resultados efetivos para os candidatos aos cargos que serão definidos nas eleições proporcionais (deputado federal e deputado estadual). Para os estaduais as pesquisas de intenção de votos já indicam que mais da metade dos eleitores já está decidida; para deputado federal, o índice de “não sabe ou não respondeu” ainda passa dos 50%. Todos à luta!

CONFIA NO LEITE PARA AS CRIANÇAS
Tem ex-político que está querendo voltar para a política depois de se aposentar do cargo que ocupa hoje. Mas não deixa de “se preocupar” com o “leite das crianças”. Aproveita para treinar nessas eleições pedindo voto para um dos seus apadrinhados. Se a fiscalização pegar, pode encruar a vontade de ser senador no ano da copa.

BEM AVALIADO
O prefeito de Macapá, Roberto Góes, e o gestor púbico melhor avaliado pelos eleitores em todas as pesquisas em que se pergunta o que acha da administração do prefeito da Capital. Com mais de 65% de aprovação, segue como ponteiro entre todos os executivos públicos amapaenses.

DESFIE CÍVICO
Quatro dias após desfile e comemorações alusivas ao dia 7 de setembro e 2 dias antes do desfile do dia 13, a comunidade da zona norte da capital promove a sua programação cívica. A data alternativa (11 de setembro) foi pensada para inserir os moradores dos bairros localizados ao norte da cidade nos festejos. O evento acontecerá pelo segundo ano na AP 70, rodovia do Curiau, a partir das 16h30.

DATA MAGNA
O dia 13 de setembro é, conforme definido na Constituição do Estado do Amapá, a data magna do Estado. Aquele dia está reservado no Calendário Cívico Amapaense para que seja homenageado o Estado com ente da Federação Brasileira. As autoridades, que ainda não se acostumaram com a data, precisam ficar atentas.

31 CANDIDATOS NO NORTE
Os estados da região Norte do País contabilizaram 31 pedidos de registro de candidatos ao cargo de governador nas eleições gerais de 2010. Trinta concorrentes estão aptos a participar do pleito, sendo que 25 destes já tiveram suas solicitações deferidas. No Acre, no Amazonas, no Amapá, no Pará, em Rondônia e em Tocantins todos os candidatos inscritos foram considerados aptos a concorrer.
CINCO NO AMAPÁ
No Amapá, todos os cinco pedidos de registro de candidatura ao cargo de governador foram aceitos pelo TRE-AP. Dessa forma, os candidatos considerados aptos pela corte eleitoral amapaense são: Carlos Camilo Goes Capiberibe (Coligação Frente Popular: PT e PSB); Genival Cruz de Araújo (PSTU); Jorge Emanoel Amanajas Cardoso (Coligação Amapá Mais Forte: PMDB, PTN, PSC, PPS, PV e PSDB); Luiz Cantuária Barreto (Coligação União Popular pela Mudança: PTB, PCB, PSDC, PRTB, PMN, PTC, PRP e PSOL); e Pedro Paulo Dias de Carvalho (Coligação O Trabalho Precisa Continuar: PRB, PP, PDT, PSL, PR, DEM, PHS, PC do B e PT do B).