Rodolfo Juarez, João Gouveia, Otaci Bosques e Amauri Farias em reunião de trabalho em dia de folga
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Estádio Zerão - Junho/1990
Aspecto da construção do Estádio Zerão em junho de 1990. O construção do Estádio Estadual Milton de Souza Correa demorou 9 meses e foi executada pela Empresa Estacom Engenharia S.A
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sábado, 2 de junho de 2012
PARABÉNS!
Rodolfo
Juarez
Estou convencido
que os momentos de alegria são construídos parte por parte e quanto menor for a
parte, mas detalhes nelas são colocadas e mais estruturado fica o momento
especial, o momento da alegria.
Mas a alegria
tem a ver com prazer, satisfação, acontecimento, exultação, jovialidade,
júbilo, ledice, regozijo, aleluia, entrega e confiança nos que estão próximos,
nas iniciativas que toma e no que faz.
Percebe-se que
essas qualidades são verdadeiros predicados daquelas pessoas que se sentem
completada e que garantem cooperação e repartição de esforços e entrega em
todas as iniciativas que toma.
Esse ambiente só
pode ser concebido com naturalidade. Não há como ser produto de atividades
obrigatórias ou de ações elaboradas sem que se tenha capacidade de ver o que se
terá ao final, principalmente quando se pretende um final que tenha a marca da
alegria e da responsabilidade.
As pessoas que
conseguem chegar a esse estágio estão confiantes, sabem o que querem e já têm a
certeza que não vão falhar. Pelo menos é o que se percebia todas as vezes que
procurava entender a dedicação e a forma como estava planejado o momento da
alegria e os passos que estavam sendo tomado para a sua construção.
Olhos
brilhantes, claros e transmitindo expectativa e convidando todos para repartir
a alegria que iria acontecer daqui a pouco, no simples encontro, na festa de
aniversário, na platéia de um show, em uma visita a um museu, a um ponto
turístico, em um almoço com os descendentes ou ascendentes diretos ou
indiretos.
Tudo com todos
os detalhes!
Não precisava
perguntar nada, as situações e coisas quando não se auto- explicavam estavam
tão evidentes que as dúvidas, se é que existiam, perdiam a importância quando
suscitadas por aqueles menos avisados ou pelos mais curiosos.
Para a recepção,
o encontro, o show ou o simples almoço ou lanche estavam reservados os momentos
de alegria. Garanto que era difícil encontrar a tristeza quando se estava sob o
comando e a orientação dela.
Filhos, irmãos,
pai, tios, tias, sobrinhos, amigos, colegas, auxiliares e eu ficávamos atraídos
pelo magnetismo que sempre transmitiu e pela segurança que passava a cada um.
Mesmo
considerando-se frágil posso garantir que era uma verdadeira fortaleza. Sempre
contou com um leque de iniciativas e todas independente das dificuldades, tidas
como factíveis, senão pelos que duvidavam, mas por ela mesma, que conseguia
provar a sua capacidade de entender e fazer o momento.
Companheira de
estar ao lado a qualquer hora e em qualquer situação, sempre priorizando a
família e deixando as questões individuais para serem analisadas em momentos
próprios, mas sempre de acordo com os fatores que poderiam trazer tranquilidade
para todos.
Mãe exemplar,
irmã, tia, sobrinha, filha, prima e amiga como poucas.
Deus lhe
permitiu pouco tempo de avó, mas, mesmo nesse pouco tempo, aplicou-se de
maneira diferente, construindo uma relação não só nova, mas absolutamente
diferente, onde, mais uma vez, o amor e a dedicação foram colocados no centro
de tudo.
Hoje, dia 2 de
junho, a Josi estaria completando 53 anos, mas ela foi chamada antes, há seis
anos, pode ter ido para preparar o grande encontro, com outros momentos de
alegria, tendo o amor como referência, o companheirismo como modelo e o
respeito como indispensável à construção daqueles momentos que sempre teve
prazer em oportunizar a todos que considerava e amava.
Saudades dela e
dos momentos que ela construía.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
JANARY NUNES
Rodolfo
Juarez
Por mais que se
esforcem todos para homenagear aquele que foi o primeiro governador do Amapá,
poucos compreenderão a importância que teve Janary Gentil Nunes na implantação
do que é hoje o Estado do Amapá.
Os limites
geográficos são os mesmos, o clima é o mesmo, os recortes físicos no território
são os mesmos. A fauna e a flora estão relativamente pouco modificadas daquele
tempo, mas as características estão mantidas e não dá para dizer que houve
depredação do ecossistema e muito menos a quebra do equilíbrio natural.
Janary veio
governar o Amapá com a incumbência de ocupar a área, afinal de contas, a área
sempre fora motivo de cobiça de outros povos, principalmente os franceses, que
ainda remoíam a derrota no Tribunal de Haia e não se conformavam com o recuo do
que consideravam as suas fronteiras.
Janary Nunes foi
objetivo nessa parte do plano e, como primeira providência, propôs a capital do
Território Federal do Amapá ao invés de ficar de frente para o oceano, em
Amapá, ficaria de frente para o Amazonas, em Macapá.
Mais tarde a
história local, que pouco fala sobre esse episódio, registraria o acerto da
medida, pois rapidamente, Macapá saiu dos seus mil habitantes, em 1944, para 30
mil em 1950.
Janary transmitia
confiança e se fazia claro quando o assunto era acreditar que poderia modificar
as condições sanitárias e sociais dessa área brasileira. Ao mesmo tempo em que
se instalava, estabelecia os pilares da estrutura que daria as condições para
que as pessoas se sentissem segura. Foram construídas, ao mesmo tempo, escolas,
hospitais, portos, aeroportos, usinas de força e luz, estação de tratamento de
água, adquiridas unidades de transporte, aberas as primeiras estradas,
construídas casas para funcionários e à medida que as necessidades iam
aparecendo eram analisadas e resolvidas.
Macapá e as pequenas vilas passaram a ser
tratadas como cidades, colocando como prioridade as necessidades dos
habitantes. Além do que Janary era incansável no dia a dia e se agia,
naturalmente, como um comandante em chefe, um líder disponível.
Janary
Gentil Nunes nasceu em Alenquer, sede do Município de Alenquer, no Estado do
Pará, no dia 1º de junho de 1912. Veio pela primeira vez ao Amapá em 1940,
quando ainda era primeiro-tenente do Exército.
Na
época comandava o Pelotão Independente do Oiapoque, na fronteira do Brasil com
a Guiana Francesa, atualmente Colônia Militar de Clevelândia do Norte, onde
permaneceu até o final de 1941.
O
Amapá, antes de ser Território Federal pertencia ao Estado do Pará. Foi
desmembrado politicamente das terras paraenses por meio do Decreto-Lei nº
5.812, de 13 de setembro de 1943, quando Getúlio Vargas era o presidente do
Brasil.
Em
27 de dezembro de 1943, o presidente Getúlio Vargas nomeou para ser o primeiro
governador do Território Federal do Amapá, o capitão do Exército, Janary gentil
Nunes, então com 31 anos de idade, onde exerceria o cargo por 12 anos. A
implantação efetiva da Administração Territorial aconteceu em 25 de janeiro de
1944.
O
capitão Janary Nunes foi nomeado governador do Território Federal do Amapá para
administrar e conduzir o desenvolvimento da fronteira com o objetivo de
promover a segurança nacional, realizar o controle político, o controle social
com adoção de medidas tutelares que garantissem a ocupação da grande área
vazia.
O
Amapá de então possuía aglomerados urbanos e forma de vilas e lugarejos. Tinha
pouco mais de 25 mil habitantes e em Macapá moravam, aproximadamente, mil
pessoas.
As
primeiras obras executadas por Janary Nunes foram: casas para funcionários,
Escola Barão do Rio Branco, Escola Industrial de Macapá, Escola Doméstica,
Escola Normal, Escola de Iniciação Agrícola, Escola Técnica de Comércio e
Hospital Geral de Macapá. O HGM foi a primeira unidade de saúde de Macapá. A
doença mais comum da época era a malária.
Em 5
de fevereiro de 1956, Janary Nunes deixa o Amapá para presidir a Petrobrás, por
designação do Presidente Juscelino Kubitschek. Teve a oportunidade para indicar
o seu sucessor, o médico Amilcar Pereira.
Foi
deputado federal por dois mandatos, 1963-1967 e 1968-1971. Nas eleições de 1971
foi derrotado pelo professor Antônio Cordeiro Pontes para a vaga de deputado
federal.
Janary
Gentil Nunes faleceu aos 72 anos de idade, no Rio de Janeiro, no dia 15 de
outubro de 1984.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Campeonato Amapaense 2012
Oratório vence e dispara na liderança, agora com 11
pontos
Com um gol de Patrick no final do jogo, a
artilharia do Oratório se igual à do Trem com 6 gols em cinco jogos.
O Oratório
entrou em campo sabendo o que queria e nem mesmo a falta de energia no Estado,
em dois momentos do jogo, desanimou o bicolor de Santa Rita que, desde o
primeiro minuto de jogo foi o time que mostrava que queria vencer a partida.
O São Paulo
reagia e, nos contra ataques chegava à meta do
Oratório com frequência. Esse foi o tom do primeiro tempo.
No segundo
tempo, nos primeiros 20 minutos desse tempo as equipes se respeitaram muito e
não queriam arriscar. O jogo ficou feio e só melhorou com as substituições que
foram feitas nos dois times.
A partir dos 25
minutos o jogo esquentou, os dois times resolveram tentar vencer a partida,
muito mias o São Paulo que veio com o propósito de vencer o jogo, mas, pouco a
pouco o Oratório foi impondo o seu jogo e, a partir dos 35 minutos do segundo
tempo, passou a ser muito mais agressivo até que, aos 44 minutos do segundo
tempo, Patrick recebeu livre na frente da área e chupou fora do alcance do
goleiro malhado, fazendo 1 x 0 para o bicolor, placar que se manteve até o
final dos 47 minutos pois foram dados, pelo árbitro, 2 minutos de acréscimos.
Com o resultado
o Oratório ficou mais distante na ponta da tabela, com 11 pontos ganhos e,
praticamente, garantindo uma vaga na final; já o São Paulo permaneceu com os 6
pontos que tinha mas perdeu a posição para o Independente que tem os mesmo seis
pontos do São Paulo, mas com 1 gol de saldo.
A classificação
é seguinte:
1º lugar:
Santos, com 11 pontos; 2º lugar, Independente com 6 pontos e um gol de saldo;
em 3º lugar o São Paulo, com 6 pontos e menos cartão vermelho que o Ypiranga;
em 4º lugar o Ypiranga, também com 6 pontos mais com cartão vermelho; em 5º
lugar o Santos, com 4 pontos e uma vitória; em 6º lugar, o Trem, com 4 pontos e
nenhuma vitória; em 7º lugar, o Santana, com 3 pontos e saldo negativo de 1
gol; e em 8º lugar, o Trem, com 3 pontos e dois gols de saldo negativo.
Nesta
quinta-feira, dia 31 tem Santos x Independente às oito e meia da noite, no
Glicerão.
RENDA PARA ELEGER MELHOR
Rodolfo
Juarez
Os gestores
públicos e até alguns parlamentares insistem em entender errado o significado
dos programas sociais que resultaram do excedente de arrecadação e que são
propostos por todos os níveis de Governo.
Como a pobreza,
a miséria e o analfabetismo são qualificativos sociais não aceitos pela imensa
maioria da população, fica facilitado para aqueles gestores justificarem, na
maioria das vezes, o seu falso comportamento no enfrentamento dessas questões,
sempre pela face mais facilitada – a da ajuda financeira.
Preferem deixar
longe o adágio, que é popular, e que está baseado na tese de que “é melhor dar
o caniço para pescar do que o peixe”. Não, aqueles gestores sempre optam por “dar
o peixe” e, se possível, já devidamente cozido ou assado.
E por que isso?
Porque, sabem
eles, estão lidando com uma parte (grande parte) da população que tem
dificuldades para compreender o que realmente está acontecendo. Para essa
parcela da população, o Brasil não melhorou, não evoluiu e muito menos dispõe
de oportunidades que podem ser aproveitadas por essa mesma parcela da
população.
Os problemas
mais presentes, além da falta de condições para o sustento básico, que os leva
ao cenário da miséria, são: a falta de moradia, de atendimento médico, de
segurança, de educação e assistência social.
O que eles sabem
é que estão sempre sendo apontados, pelos membros da mesma sociedade a qual
pertencem, com miseráveis e pessoas que terão muitas dificuldades para produzir
e mesmo se colocar de pé perante eles mesmo.
Aproveitam essa
condição e essa análise simplista para transformar o que seria um programa de
recuperação social, em um programa de manutenção das pessoas como estão, tendo
as mesma dificuldades que já têm e aumentando a dependência daqueles agentes
públicos que fazem questão de propor, mesmo que solto no ar, uma troca: a “ajuda”
pelo voto.
Um programa, por
exemplo, como o “Programa Renda Para Viver Melhor” passa por transformação
subjetiva e vira “Programa Para Eleger Melhor”, isto é, deixa de ser um
programa de apoio social temporário para virar um programa de apoio eleitoral
permanente, ou pelo menos, pelo tempo que for possível.
Mas não é só
aqui no Amapá que isso acontece. Brasil a fora se repete esse agressivo
comportamento contra os mais carentes, ou os de carência total. Esses programas
são tão disputados que viram motivo de propaganda dos Governos e exportam
modelos para outras áreas sociais.
Uma dessas áreas
que está copiando o modelo do Programa Renda Para Eleger Melhor é o da casa
própria. Já se percebe, em profusão, a tentativa que os agentes públicos fazem
para relembrar e lembrar o que fizeram e o que estão fazendo, tudo isso com uma
coloração eleitoral nítida, aonde as disputas chegam ao ponto de negar, nas
peças publicitárias, êxitos de uns e destacar fracassos de outros.
Uma pena que
isso aconteça!
Mas os
marqueteiros não vêm limites nas vontades dos gestores e produzem peças que tangem
a irresponsabilidade, tanto que colocam pessoas humildes para fazer declarações
que jamais fariam em outras circunstâncias ou se tivessem falando em nome de,
pelo menos, parte daqueles que estão na faixa mais pobre da população.
Até mesmo os
aumentos obrigatórios, definidos em lei, são motivos para reuniões e para
declarações de pessoas, que deveriam servir de alerta para os administradores e
fazê-los definir outros programas de apoio social, do que usar a ingenuidade de
pessoas humildes para fazê-las declarar o que entendem que será bom para a
administração ou para o administrador.
A própria ilusão
de que melhorou precisava ser explicada aos mais carentes, ao invés de divulgar
a declaração de que “melhorou muuuuuuuuuuuuuuito”.
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sábado, 26 de maio de 2012
ACRISE
Rodolfo
Juarez
Este é o último
domingo de maio, o quinto mês do ano 2012, e até agora, próximo do meio do ano,
os órgãos que estão com a incumbência de gerenciar os interesses do Estado têm
encontrado grandes dificuldades para fazê-lo
O problema é
que, enquanto essas dificuldades se mantêm e algumas até aumentam de
significado, o tempo vai passando e a população ficando na expectativa da
execução do plano mínimo elaborado para o exercício de 2012.
O atual momento
é o mais crítico já experimentado por, pelo menos 4 dos 5 órgão incumbidos de
comandar as locomotivas do desenvolvimento local.
Não há uma
explicação lógica para o que está acontecendo, pois se percebe que todos estão
empenhados em fazer o melhor que podem, considerando a capacidade de cada um e
as condições que dispõe.
Olhando por essa
vertente, se observa que a questão não era a falta de recursos alegada, durante
muito tempo, pelos diferentes Poderes do Estado, inclusive o Poder Executivo
que sempre insistiu em defender condições financeiras mais favoráveis para
desenvolver os projetos que o Estado precisa.
O Governo atual,
que tem como governador Camilo Capiberibe, com o maior orçamento estadual de
todos os tempos, tem ainda a sua disposição uma significativa parcela do
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), dispõe também, dos recursos do
empréstimo do BNDES e de significativa parcela das emendas parlamentares feitas
ao Orçamento da União, pelos oito deputados e os três senadores que representam
o povo e o Estado em Brasília, respectivamente.
O Governo também
tomou a decisão política (ou estratégica) de não gastar dinheiro em ações que
seriam de responsabilidade originária da Prefeitura do Município de Macapá, o
que levantou vários posicionamentos, alguns contra, outros a favor, sob a
alegação de que cada unidade federativa no Estado cuidaria de suas atribuições,
não sendo incentivadas ao que se convencionara chamar de parceria.
Os argumentos de
que quase 60% da população do Estado mora em Macapá e que também 60% dos
eleitores votam em Macapá, na foram suficientes para convencer que uma eventual
ação conjunta poderia oferecer as condições que a população espera até agora.
Mas o grande
problema desse primeiro semestre de 2012 foi a forma como as relação entre os
órgãos foram se deteriorando até chegar próximo do rompimento, só não
acontecendo por que eles não dispõe de força suficientes para interromper as
relações sem ter que abdicar de sua significação na própria composição do
Estado.
O que se viu
foram ações primárias no Governo do Estado, no Ministério Público e na
Assembléia Legislativa que funcionaram como elemento inflamável que poderia
explodir a qualquer momento como aconteceu no dia 22 de maio, com a deflagração
pela Polícia Judiciária do Estado, da Operação Eclésia, atendendo ordem do
Judiciário local, motivado por representação do Ministério Público Estadual.
A reação dos
deputados foi imediata, consideraram exacerbada a ação que levou documentos e
computadores das repartições da Assembléia e de casas dos seus dois principais
dirigentes – o presidente e o primeiro secretário - e votaram, no mesmo dia da
Ação, a criação de mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar
possíveis vícios ocorridos no MP/AP ou através de alguns dos seus promotores e procuradores.
A situação ficou
tensa e, pior, imediatamente pessoas estranhas aos meios afetados – Governo,
Ministério Público e Assembleia Legislativa -, passaram a pretender tirar
vantagem. Aliás, esses oportunistas são os únicos que têm conseguido “se dar
bem” aproveitando a fragilidade de um ou outro Poder do Estado.
Com os ânimos
acirrados será difícil encontrar uma saída, mas precisa ser levado em
consideração que as soluções mais duradouras para questões de interesse geral
vêm sempre depois o acirramento das crises.
Então,
aguardemos as melhoras.
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