segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Carnaval 2013: ordem do desfile oficial


CARNAVAL 2013
ORDEM DO DEFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA DE MACAPÁ E SANTANA

PRIMEIRO DIA: 08/02 – SEXTA-FEIRA
de
Ordem
 
Hora
 
Escola
 
Enredo
01
22:00
Império da Zona Norte
Batuque e Marabaixo, sons de reis que ecoam da Mãe África
02
23:30
Emissários da Cegonha
Criar é dar forma ao próprio destino
03
01:00
Embaixada de Samba Cidade de Macapá
Energia: Fonte da vida que gera calor, progresso, samba e amor.
 
04
 
02:30
 
Piratas Estilizados
Bar do Abreu é tradição. Estilizados vivencia a sua história na apoteose da ilusão.
05
04:00
Boêmios do Laquinho
Nação Pernambucana:  um frevo no Meio do Mundo

SEGUNDO DIA: 09/02 – SÁBADO
de
Ordem
 
Hora
 
Escola
 
Enredo
01
22:00
Unidos do Buritizal
Da Capadócia para o mundo, salve Jorge e os guerreiros de Ogum Yê.
 
02
 
23:30
 
Solidariedade
Da lança à dança, da espada à fé: amor ferro e aço – sarava São Jorge! És Ogunhaê-Babá.
03
01:00
Piratas da Batucada
Sonho e amores do mito caboclo
04
02:30
Império do Povo
Pedra Branca do Amaparí, o tesouro da Amazônia.
05
04:00
Maracatu da Favela
Tic-tac, tic-tac, tic-tac... Acertem os seus ponteiros: é tempo de folia.

 

O novo piso nacional para o salário dos professores

Rodolfo Juarez
O Ministério da Educação anunciou esta semana o novo piso salarial dos professores que veio com um reajuste de 7,97% em relação ao que fora estabelecido para 2012 e chega a R$ 1.567,00.
Reconhece o próprio governo, entretanto, que o desafio é fazer com que os estados e os municípios cumpram a lei. A manifestação do Conselho Nacional dos Municípios, sobre o assunto, centra na tese de que a leio do piso salarial pesa nos orçamentos municipais.
O ministro da Educação reconheceu que o reajuste pode sobrecarregar ainda mais as prefeituras, principalmente devido à desaceleração sofrida pela economia, e chegou a exaltar o esforço dos prefeitos para realizar o pagamento. Mas preferiu não posicionar-se com relação àqueles que ameaçam não cumprir o piso. Entende o ministro que quando houver impasse vale a lei.
O ministro anunciou ainda que, para ajudar os estados a cumprir o pagamento do piso, o governo federal vai repassar neste ano, por meio do Fundo Nacional de Educação Básica (Fundeb) – recurso responsável por cerca de 60% do pagamento dos salários –, 14,2 bilhões de reais extras. Assim, o total chegará a 116,8 bilhões de reais.
Os professores amapaenses, através dos seus respectivos sindicatos, já travaram enfrentamentos com o governo e as prefeituras municipais tendo como motivação principal o não pagamento do piso salarial definido para o professor de 40 horas semanais.
Enfrentamentos que deixaram as salas de reuniões e foram para as ruas. Os professores decidiram por greve e os resultados estão sendo reclamados por professores, pais de alunos e alunos, que continuam estudando durante estas férias e vão ter estudar durante as férias do final de 2013 para “normalizar o calendário escolar”.
A expectativa agora é quanto ao comportamento do governo e das prefeituras com relação ao cumprimento da lei do piso. Como terceiros muito interessados estão os pais de alunos e alunos, já ressabiados com o que aconteceu no ano passado.
Apesar de todas as alegações feitas pelas autoridades do setor educação no Amapá, trata-se de uma regra nacional, aprovada pelos legisladores, com participação dos representantes amapaenses no Congresso Nacional e que precisam ser cumpridas.
Não serão nem os governantes do estado e dos municípios que haverão de modificar o que está posto. As modificações, se é que são possíveis, terão que ser propostas em negociação com a Presidência da República, pois cabe ao Executivo a iniciativa desse tipo de regra.
Mesmo assim é preciso haver muita compreensão, principalmente por parte dos governantes, que terão que honrar o que manda a lei e ter na cabeça que, enquanto não houver modificações, é preciso que se parta do princípio do cumprimento  da lei do piso.
O governo local e as prefeituras municipais daqui precisam declarar se estão alinhadas ou não com o plano que pretende melhorar a educação dos brasileiros dentro dos próximos 10 anos. Não adianta apenas o discurso. A prática tem que sugerir que há esse compromisso.
Os resultados que o Estado do Amapá tem obtido nas provas de nível nacional indicam que é preciso melhorar muito o nível de escolaridade dos que estudam no Amapá. Então, reconhecer que há necessidade de uma intervenção no processo para alcançar a melhoria é evidente.
Professores e governos precisam entender o momento, cooperar com todo o sistema e reconhecer que não pode ser alcançada qualquer melhoria se não houver atração de novos agentes e melhoria em todos os sentidos, inclusive naqueles que remuneram professores.
Greve não. Já está provado que só aumenta as dificuldades. Mas isso tem que ser entendido pelos governantes.
Então, que se entendam.

Carnaval 2013: preço dos ingressos


CARNAVAL: PREÇOS DOS INGRESSOS

Continuam sendo vendidos na Central do Carnaval, na área do Mercado Central, os ingressos para os desfiles das escolas de samba, que ocorrerão nos dias 8 e 9 de fevereiro. Os preços variam conforme o local e são os seguintes: Arquibancadas de Concreto (setores 4 e 5) : R$ 15,00; Arquibancadas Metálicas (setores 6 e 7) : R$ 15,00; Arquibancadas Metálicas/Populares (setores 1, 2 e 3) : R$ 5,00; Camarote Executivo 20 lugares (setor 8) : R$ 8.000,00; Camarotes Prêmium 12 lugares (setor 11) : R$ R$ 3.000,00; Área VIP (setor 9) : R$ 50,00 por noite; Área Premium (setor 11) : R$ 70,00 por noite.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Prefeitura: os principais problemas não vão ao Gabinete

Rodolfo Juarez
O prefeito Clécio Luis está dando a impressão que está atento às questões internas da gestão e, por isso, se nota a desaceleração que levou à velocidade dos dois primeiros dias. Situação que liga o desconfiômetro da população.
Em uma comparação primária, Clécio Luis passa a impressão era muito mais ativo quando vereador do que agora como prefeito. Essa a impressão está ganhando corpo e sendo a referência, também, para analisar as suas primeiras promessas depois que assumiu o cargo de prefeito.
Quando anunciou que sabia que tinha que “trocar os pneus com o carro em movimento” deixou claro que teria compreendido a realidade do Município de Macapá e sabia como se comportaria nesses primeiros dias como administrador.
A participação e o desempenho do prefeito nesses primeiros dias à frente da administração da prefeitura são decisivos e fundamentais para que os seus auxiliares definam o tom que precisam dar para acompanhar o gestor.
Se começar a se prender às questões triviais e delegáveis, então pode começar, desde agora, ficar sabendo que não será fácil alcançar os objetivos que desenhou e disse que tinha quando da campanha para chegar à prefeitura.
Apesar de ser ainda tempo de deslumbramento para alguns da gestão municipal, pelo menos o aviso tem que ser dado para que não digam o que vão fazer se não sabem se realmente podem fazer.
Os problemas são graves, não porque eles não foram solucionados pela prefeitura em tempos que passaram, mas são graves porque afetam, gravemente, a população ou parte dela.
Pois, apesar de administração ter começado agora, no dia primeiro de janeiro, desde o dia primeiro de novembro, no mínimo, já sabia que tinha que escolher entre colocar em prática o plano que usou para desenvolver a campanha ou o plano emergencial que anunciou para os próximos 100 dias.
É bom lembrar que esses planos de 100 dias nunca deram certo. Foram até bem feitos, mas tiveram uma péssima execução, ou por falta de verba; ou por falta de pessoal.
A verba porque ela toda vem da receita estimada, que foi distribuída por títulos de despesas que, em regra, não levaram em consideração o plano de emergência; e o pessoal porque as tarefas são planejadas pelos chefes, mas a execução é de responsabilidade direta dos servidores.
O prefeito, nesse momento da administração, deve dosar a sua permanência no gabinete com a sua permanência nas frentes de serviço. Observando e cooperando com os auxiliares que escolheu, todos eles ou a maioria deles, experimentando pela primeira vez a lida com os problemas próprios do município.
Os funcionários, sejam eles das atividades meio ou das atividades fins, precisam confiar nos novos gestores, pois, afinal de contas, são eles os estranhos e se não perceberem isso, claramente, enfrentarão dificuldades e de toda ordem.
Os trabalhadores, funcionários da Prefeitura, precisam ser conquistados. Eles sabem disso. Têm essa prática e durante toda a sua vida funcional, como funcionários da Prefeitura, viram e acompanharam outras chegas triunfais que se transformaram em saídas melancólicas.
O Município de Macapá está precisando de um prefeito junto dos problemas pessoalmente, não que ele vá resolvê-los ali, mas vai deixar claro que está junto com a população e descontente com a situação, trabalhando para modificá-la para melhor.
Então, não ser atraído pelo ar condicionado do Gabinete que está reservado para despacho do prefeito, e considerar que os executores diretos dos serviços que precisam ser feitos necessitam de ânimo, compromisso e, até, de acompanhamento para sentir-se seguros de que estão contribuindo, mas não só isso, tendo o seu desempenho aprovado por aqueles que contaram com eles para executar os planos, inclusive o dos 100 dias.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Porque a transição de governo não dá certo.

Rodolfo Juarez
Mais uma vez uma equipe de transição trabalhou e não pode avaliar os resultados. São tão precárias as informações e tão inexatos os dados que a equipe fica como se tivesse nas mãos um verdadeiro quebra cabeça.
E estamos no tempo em que o acesso a informação deveria ser para todos e não uma equipe de transição.
Por isso as informações são buscadas nos empoeirados escaninhos da administração, alcançados apenas por mecanismos comparados a GPS, comandados sabe lá por quem.
Tomara que os vereadores que tomaram posse este ano tenham aprendido a lição e discutam o projeto de lei que vá determinar, não só a forma de se fazer a transição na Prefeitura, mas também a obrigatoriedade de ser feita esta transição com o conhecimento da população.
No próximo ano, em outubro, tem eleição para o cargo de Governador do Estado e, até agora os legisladores estaduais ainda não iniciaram a discussão para definir a forma de fazer a transição de governo.
Como não há dificuldade para se elaborar uma lei dessa espécie, não se deve esperar que haja interesse, seja lá de quem for, em manter a troca de governo sem regra, por mais evidente que se entenda que essa não é a melhor estratégia.
E porque os legisladores estaduais e municipais não cuidam disso logo se a União já tem a Lei da Transição?
Os governos têm que aproveitar todo o tempo disponível e caminha para se comportar como se estivessem em uma corrida de revezamento, onde as transições do bastão são feitas aproveitando a velocidade de quem entrega o bastão e a capacidade de reação daquele que segue na corrida com o mesmo bastão.
A eficiência dessa entrega, na maioria das vezes é mais importante do que a velocidade ou a capacidade técnica individual de cada um dos corredores. E essa é a tendência administrativa.
As soluções dos problemas de uma gestão, comprovadamente, deixaram de estar diretamente relacionada com as propostas individuais ou de grupos partidários. Primeiro porque o gestor, quando chega para participar de um processo, todas as regras estão postas e é ele que precisa entender o cenário e não o conjunto entendê-lo e seguir os as suas propostas, apesar de algumas delas serem ‘milagrosas’.
O faz tudo, o sabe tudo, está mais para aquele que não faz nada e que não sabe nada, a não ser favorecer as minorias e dificultar a vida para todos.
É preciso entender que a Administração Pública se renova a cada dia, se modifica a cada ano e exige muito mais profissionalismo do que particularidades. É por isso que as ideologias com pretensão global, não conseguiram avançar e aquelas com propostas ortodoxas estão perdendo o espaço que imaginaram ter para todo o sempre.
A transição, que no momento mais parece uma incógnita, pode ser um elemento importante para a transparência, e fundamental para que os gestores que entram se alinhem aos interesses da população e deixem de fazer testes com a paciência e o dinheiro de todos.
É preciso, entretanto, que haja respeito às regras, todas elas, inclusive da transparência que pode, a curto tempo, deixar a transição um instrumento obsoleto, tão geral seja o conhecimento de todos.
Por enquanto a vontade e esconder tudo durante todo o tempo que puder.
Parece que o gestor tem receio informar o que está fazendo, mesmo que seja para aquele ou aqueles que serão os objetos diretos do que esteja fazendo.
E não se trata de costume ou mania. O sentimento mais parece de medo. E um medo que assusta, inibe e deixa os gestores inseguros.
Por isso e nesse sentido, não seria inoportuno considerar que os governantes passam, também, por um momento de transição.

Novo piso salarial dos professores chega a R$ 1.567,00

Piso salarial dos professores tem reajuste de 7,97%
Valor chega a 1.567 reais. Ministro Aloizio Mercadante reconhece que, para algumas cidades e estados, pagar aumento será desafio de caixa.
O piso salarial dos professores da educação básica será de 1.567 reais em 2013. O novo valor, anunciado na tarde desta quinta-feira pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, representa um reajuste de 7,97% em relação à remuneração vigente no ano passado. O desafio do governo, no entanto, é fazer com que todos os estados e municípios cumpram a lei.
A alegação do Conselho Nacional dos Municípios é que a lei de piso salarial pesa nos orçamentos locais. O ministro da Educação reconheceu que o reajuste pode sobrecarregar ainda mais as prefeituras, principalmente devido à desaceleração sofrida pela economia, e chegou a exaltar o esforço das prefeituras em realizar o pagamento. Mas preferiu não entrar na briga com aqueles que ameaçam não cumprir o piso. “Enquanto houver impasse, vale a lei”, disse.
O ministro anunciou ainda que, para ajudar os estados a cumprir o pagamento do piso, o governo federal vai repassar neste ano, por meio do Fundo Nacional de Educação Básica (Fundeb) – recurso responsável por cerca de 60% do pagamento dos salários –, 14,2 bilhões de reais extras. Assim, o total chegará a 116,8 bilhões de reais.
No ano passado, o governo concedeu um reajuste de 22% no salário dos professores, quase o triplo deste ano. Apesar de o reajuste deste ano ser inferior, o aumento está acima da inflação e do crescimento do Produto Interno Bruto de 2012, lembrou o ministro. “E fica acima também do reajuste que a maioria dos brasileiros recebeu”, disse.
O ministro voltou a defender que 100% dos royalties provenientes da exploração do petróleo sejam destinados à educação. “Essa é a única receita que pode provocar um salto significativo no setor.”

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Calendário para a eleição de Pedra Branca

Definido o calendário para a eleição suplementar de Pedra Branca
A eleição está confirmada para o dia 31 de março e a diplomação para o dia 15 de abril com a posse sem realizada em seguida.
Ficou estabelecida a data de 31 de março de 2013 para a realização da eleição suplementar de prefeito e vice-prefeito do município de Pedra Branca do Amaparí. A data foi definida na primeira sessão do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá em 2013, realizada na quarta-feira, dia 9 de janeiro.
Também na sessão foram decididas as datas limites para convenções, que devem acontecer no período entre 31 de janeiro e 03 de fevereiro. O último dia para a apresentação de requerimento de registro de candidaturas no Cartório Eleitoral da 11ª Zona é 08 de fevereiro.
No dia 17 de fevereiro inicia a veiculação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que seguirá até o dia 28 de março.
A diplomação do prefeito e do vice-prefeito eleitos na eleição suplementar do município de Pedra Branca do Amapari acontecerá no dia 15 de abril.