terça-feira, 8 de julho de 2014

Eleições 2014 - candidatos ao governo do Amapá

Sete homens e um objetivo. Desde agora tudo depende da avaliação dos eleitores amapaenses.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O BRASILEIRO ESTÁ DESCONFIADO
Rodolfo Juarez
A seleção brasileira finalmente entrou em campo nessa fase final de preparação pra a Copa do Munda da FIFA que começa no dia 12.
Foi um jogo que serviu para mostrar que não são “favas contadas”, para ninguém, inclusive a seleção brasileira, nem o título de campeã e nem mesmo a classificação na primeira fase.
Enfrentando um adversário muito fraco, atualmente e historicamente, a seleção brasileira precisou desafiar a incompetência do sparing para ganhar confiança e sair para vencer a partida.
Teve necessidade do talento individual de alguns jogadores para, então, poder acalmar o torcedor que não se empolgou com o que viu no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.
Coletivamente – e o futebol é coletivo -, não se viu qualquer evolução. Parecia que os jogadores estavam jogando cada qual no seu próprio time. Foram raras as jogadas em que se pode observar parte do que se tem notícia que cada um deles joga.
Um goleiro inseguro que exige cuidados especiais dos defensores em cada bola que vai na direção do gol e que deu mostras de que não está pronto para enfrentar todas as reviravoltas que tem um jogo. Falta-lhe confiança, inclusive, presença no comando da zaga na grande área.
Uma zaga que precisa de mais coordenação no momento que justifica a presença de 3 ou 4 jogadores na defesa. A falta de um dos considerados titulares bastou para que os demais deixassem um sentimento de desconfiança no torcedor.
No meio de campo, normalmente onde estão as garantias da seleção, muito mexido e modificado, tanto no estilo de jogo como no posicionamento dos atletas, prejudicou demais a evolução do sistema de jogo como um todo.
As modificações foram importantes para esse setor que pareceu o mais fraco do time durante o jogo, um espaço onde não aconteceu nada de extraordinário e que, na primeira parte do primeiro tempo levou desvantagem no confronto com os adversários que estavam, simplesmente, “batendo uma bola de final de semana”.
Com as alterações havidas no segundo tempo e já contando com o cansaço dos gordos adversários, a bola correu mais, o tempo de permanência da bola, com os jogadores brasileiros melhorou e se pode observar alguma criatividade.
O ataque, não fosse as facilidades oferecidas pelos zagueiros adversários e a habilidade individual de alguns dos jogadores brasileiro, não teria funcionado.
O placar de 4 x 0 – veja bem -, 4 x 0 serve para a propaganda dos jornalistas das emissoras que detêm a autorização para transmitir os jogos.
Esse é outro ponto que deve estar pronto para ser derrubado, não só por causa dos males da exclusividade, mas porque essa exclusividade está alienando muitas pessoas a teses indefensáveis e aonde precisa ser chamada a atenção dos que dirigem a seleção brasileira e o futebol brasileiro.
Mas esse foi o primeiro jogo treino. Ainda tem outro no final de semana e os brasileiros estão atentos, muito diferente daqueles brasileiros que foram manipulados principalmente nas copas de 94 e 2002.
O torcedor de agora quer mais informação, quer outras coisas, muito mais do que ficar alegre no memento da vitória.

A enganação havida com relação ao “legado da copa” precisa ter os seus efeitos analisados pelos gestores públicos, pois, o brasileiro não está disposto a jogar os seus problemas para debaixo do pano, para expô-los apenas a partir do dia 13 de julho quando a copa acabar. 

terça-feira, 3 de junho de 2014

Pré- candidatura de Bruno

Rodolfo Juarez
Pronto.
Agora sim uma posição conjuntural.
Depois das manifestações fundamentalmente individuais, eis que uma avaliação conjuntural é arranjada para ser interpretada por aliados, não aliados, contrários e não contrários e, até, inimigos e não inimigos – uma candidatura alternativa, não necessariamente forte ou fraca, mas nascida de composições.
Comece onde começar, o fato é que os partidos que estão conversando para apresentar a candidatura do deputado estadual Bruno Mineiro saíram do lugar comum onde sempre o individual prevalece ou, no máximo, um restrito grupo está interessado em conquistar o Poder.
Isso não quer dizer que o nome escolhido é o melhor ou identifica o mais preparado para atender as exigências do cargo que se credencia a disputar.
Muito menos quer dizer que seja ou não candidato de um órgão do Estado ou representante de uma instituição, mas é o resultado de uma avaliação contextual e que mostra muito bem a falta de convicção de muitos dos que se esforçam para parecer candidato.
Bruno Mineiro, que está sendo aventado como o nome que poderia catalisar os meios para vencer a disputa, até poucos dias era aliado de confiança do governador do Estado, respondendo por uma dos maiores orçamentos setoriais e detendo informações privilegiadas sobre a ação, mas principalmente, sobre o desempenho do Governo Estadual.
A tentativa de desqualificar a candidatura do deputado estadual Bruno Mineiro ao cargo de Governador do Estado, principalmente pelos aliados do governador, chama a atenção pela pressa na reação.
Também chama a atenção a composição que teria a benção do senador José Sarney e a participação de partidos novos, mas que está formado por políticos experientes e que tem vontade e necessidade de se manter no Poder.
Por outro lado, trata-se de uma articulação política que define um nome e não necessariamente um chefe.
Até agora as candidaturas, todas elas, vêm de uma vontade individualizada, onde prevalece que pode falar mais alto. As estruturas partidárias servem apenas para homologar a vontade de um “chefe” ou de um grupo muito pequeno.
Se o eleitor, principal interessado nessa questão, fizer uma varredura na lista de pré-candidatos ao governo do Amapá, vai encontrar candidatos que ainda não falaram, sequer, com os convencionais. Eles estão entendendo que “são os melhores”.
Isso não quer dizer que o deputado Bruno Mineiro seja candidato dele mesmo, ou do PT do B, ou do Sarney, ou da Assembleia Legislativa, ou seja lá de quem for, quer dizer que é o nome encontrado e que está disposto a ir para a campanha.
Não se pode dizer também que o deputado Bruno Mineiro, quando esteve secretário de estado dos transportes fez um bom trabalho, isso não. Aliás, a avaliação geral é que, com secretário, esteve abaixo da média.

Um candidato assim, entretanto, tem mais dificuldade para “negociar” a sua própria candidatura e garantir um emprego por 4 anos, ou então ficar ganhando para compor e cantar “rap” de qualidade indiscutivelmente inferior.

domingo, 1 de junho de 2014

Os enganadores do dia-a-dia

Rodolfo Juarez
Na medida em que se aproxima o dia da eleição deste ano, algumas pessoas vão perdendo o senso de respeito e de responsabilidade com relação o que realmente é dirigir um Estado ou representar uma população.
Dá impressão que as pessoas estão dispostas a um vale-tudo para não perder as benesses que a eles vieram devido ao cargo que ascenderam ou à confiança que receberam do eleitor nas eleições passadas.
O importante é que todos, mas principalmente os eleitores, reflitam com tranquilidade para poder selecionar, entre os mais de 300 candidatos aqueles que irão receber os diplomas em dezembro e o exercer os cargos a partir do ano que vem.
Esse vale-tudo de agora está prejudicando os candidatos que estão sendo apresentados ao eleitor por terceiros, às vezes acrescentando créditos que não tem e, na maioria das vezes, destacando débitos que também não tem.
Há um desespero por parte de alguns!
Os próprios candidatos estão sem saber o que fazer. Alguns desses muito fracos ficam sujeitos a avaliações daqueles que sentem que podem estar perdendo a oportunidade que lhes foi dado em outras eleições e nem percebem o que estão fazendo com o nome.
Alguns aproveitam para derramar toda a sua frustração sobre os seus adversários, agredindo-os sem limite e outros, para destacar virtudes que inexistem, de tal forma que ficam os eleitores sem acreditar em ninguém.
Os discursos do dia-a-dia praticados nas emissoras de rádio e de televisão não contribuem em nada, a não ser com a desmoralização do processo.
A quem interessa um processo de escolha banalizado, desmoralizado e sem verdade?
Apenas para os medíocres. Aqueles que sobram todas as vezes que uma eleição é perdida, aqueles que não têm emprego e, que normalmente se aproveitam de situações para serem ativos e efetivos dentro da sua linha de atuação.
São assessores daqueles que estão no poder; são desempregados que recebem os por-fora para esgoelar-se no rádio; são os noticiaristas enrustidos que fazem de tudo para agradar com as notícias que faz veicular nas redes sociais, nos sites, no rádio ou na televisão.
Pode-se dizer que são os enganadores do dia-a-dia ou os enganadores de todos. A missão pessoal é de fazer veicular factoides capazes de influir na aceitação de um e na repugnância do outro.
Os eleitores se veem no meio dessa guerrilha de informações, algumas dessas informações “fabricadas” pontualmente por lideranças, outras não, são frutos da imaginação de alguns que não têm o que dizer.
A vontade da sociedade é ver um resultado eleitoral que apresente algumas expectativas para a população e não que sirva apenas para acomodar interesses de pessoas frustradas ou grupos montados, que não conhecem outra forma de trabalho a não ser exercitando novas maneiras de enganar a população e especialmente ao eleitor.
O momento do eleitor amapaense é de observação. O momento é de análise para selecionar dirigentes comprometidos com o Estado e representantes que façam com que o povo sinta-se presente nas grandes e nas pequenas decisões que são importantes para o Estado.

Tirar o pano, virar o tapete, limpar todas as dependências do Estado é uma necessidade e o eleitor precisa fazer esse papel para, então, reativar a força que pode melhorar a vida de cada um dos que aqui moram. 

sábado, 31 de maio de 2014

Copa do Mundo

Rodolfo Juarez
Daqui a menos de duas semanas começa a Copa do Mundo da Fifa. Um momento muito esperado e também, muito importante para medir os desafios que o povo brasileiro está disposto a enfrentar.
Dentro do país foram construídas mensagens que viajaram o mundo, pregando uma situação que nem os brasileiros conheciam.
Pelo menos essa é a impressão que se pode ter daqueles que fizeram as primeiras análises, ufanistas ao máximo, chegando a descaracterizar a alegria dos brasileiros, acreditando os responsáveis que o povo está alienado e embebido pela própria Copa.
Os brasileiros, entretanto começaram a ver que estavam com um andor de barro nas mãos e que, aos poucos, ele ia crescendo, chegando ao tamanho que o torcedor desconfia que não pudesse aguentar devido o peso.
As primeiras ordens para “parar para ver como está” vieram no ano passado, às vésperas da Copa das Confederações, quando os brasileiros, de cara limpa na maioria dos casos, foram para as ruas cobrar explicações.
As explicações não vieram, os aborrecimentos aumentaram, os mascarados aproveitaram a confusão para colocar nas mãos da força pública as justificativas para os confrontos com as balas de borracha, spray de pimenta, gás lacrimogênio, tudo com o objetivo de afastar as teses reivindicadoras dos responsáveis pelas forças nacionais, que passaram a agir em nome da Copa.
O Congresso Nacional foi acionado, as forças da justiça foram convocadas, as elites do futebol foram refinadas e o que se percebeu como resultado dessa mistura foi a blindagem de algumas pessoas dos temas centrais da copa.
A mobilização urbana, mesmo a mais simples, passou a fazer parte dos cortes devido ao deslocamento de verbas para a conclusão dos estádios, sempre mal planejado com relação ao tempo de obra e precisando ser testado devido a sua funcionalidade.
O prestígio da presidente do Brasil foi diretamente abalado pelo disse-me-disse e o resultado pode ser atestado nas pesquisas de opinião pública que mexeram na tangência das curvas de medição apresentada pelos pesquisadores.
A economia reagiu, a inflação se apresentou forte, os mecanismos de contenção falharam e a intensidade da luta dos controladores passou a ser para conter a bolha que se agiganta e faz o desequilíbrio do que estava mais protegido.
Esportivamente a Copa do Mundo da FIFA não mudou em nada. Continuou com a mesma proposta do dia do anúncio que vestiu de verde-amarelo o egoísmo do presidente Lula e sua equipe.
Agora, daqui a duas semanas, os últimos esforços serão feitos para acalmar a população que já sabe que não vai assistir ao espetáculo, a não ser pela televisão, mas de forma a não ter todas as informações.
Reconhece o torcedor e o brasileiro de um modo geral, que a Copa do Mundo é feita para os organizadores ganharem dinheiro, nem que seja parte do rico dinheirinho, suado e que o ex-dono passou um mês inteiro para ganhar.
É por isso que os discursos de algumas autoridades foram tirados de foco. A providência é para que não se repita o que aconteceu na abertura da Copa das Confederações, quando a presidente do Brasil e o presidente da FIFA foram vaiados por longos cinco minutos.

Que o superfaturamento já detectado em algumas das obras da Copa do Mundo da FIFA não tenha corroído as entranhas da seleção, que tem tudo para ser vitoriosa, desde que dela se exija dela apenas jogar futebol.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Tapa na cara

Rodolfo Juarez
Os gestores públicos precisam entender o seu papel na sociedade ou, pelo menos, conhecer as suas atribuições no conjunto de atividades dos diferentes órgãos da estrutura dirigente montada por eles mesmos.
Não é possível imaginar que alguns desses gestores não se importem com os problemas que seus colegas estejam enfrentando, como se todos não tivessem responsabilidade pelo bem-estar da população.
O Estado do Amapá, paga bem para esses gestores.
A população faz um sacrifício sobrenatural para manter as condições desses gestores, sem reclamar dos tributos que paga proporcional ao que adquire e consome.
A esperança é de que, no conjunto, haja pelo menos uma expectativa de melhora e todos os problemas que possa levar a piora devam ser resolvidos e completamente anulados, para que a garantia mínima de estar, ir ou vir, seja percebido e usufruído pelo contribuinte-pagador.
O Estado precisa oferecer garantia para aqueles que decidem que o domingo é o momento para fazer as coisas diferentes, contemplar o que a vida oferece.
Ninguém desconhece que a orla de Macapá é um dos locais aonde as pessoas vão para contemplar o belo: seja o rio, seja a própria orla, seja ambos.
Pois bem!
O relaxamento natural dos visitantes, próprio daquele que está disposto a apreciar a vida, exige que tenha a segurança que paga à sua disposição.
Não está sendo assim. São comuns as cenas de furto, de roubo e de assalto, quando não de lesão corporal ou mesmo assassinato.
Os protagonistas são menores que sabem o que estão fazendo e se valendo dos equívocos dos legisladores que decidiram que furto, roubo, lesão corporal ou assassinato, para o menor, são punidos com a mesma pena.
Os menores infratores sabem, perfeitamente, que esses crimes, em tese e no caso deles, são crimes com a mesma pena, então arriscam até a extrema ação – a morte.
E para onde vão aqueles que queriam apenas namorar, contemplar, reanimar a alma e animar o corpo?
A lesão corporal praticada no final de semana na orla da cidade, às proximidades do Trapiche Eliezer Levi, quando um jovem, no começo da vida saiu ferido por causa de um assalto protagonizado por pivetes é uma afronta a capacidade funcional dos agentes públicos do Estado que são garantidores da paz naquela área.
Foi um “tapa na cara” do sistema de segurança, do sistema turístico e gestão estadual que, mesmo assim, se contentou com as providências policiais, muito embora saiba que essas providências não preveem nada, não garantem qualquer mudança e que só piora o conflito entre as pessoas.
Já passou a hora de mudar essa situação, mudar esse comportamento, essa parcimônia oficial. Enfrentar o problema é um dever de cada um daqueles que recebe do erário, sem qualquer atraso, o pagamento do que disse que estava disposto a fazer, que sabia fazer e que faria pela população.
Ora, que perspectiva é deixada para a população pelos órgãos oficiais, se o momento já está muito prejudicado?
Que confiança esse sistema demonstra?

O assunto é extremamente grave e está deixando a população, cada vez mais, com vontade de testar outros modelos.

terça-feira, 27 de maio de 2014

A grande chance

Rodolfo Juarez
Os agentes públicos não podem ser tão ruins assim.
É provável que haja, da parte de alguns, interesses inconfessáveis que cultivam uma “horta de problemas” interessados em criar confusão sem perceber a imensa responsabilidade de que foram investidos pelo povo.
Não é possível que o eleitor erre coletivamente e tenha “costas largas” o suficiente para receber a pecha de que não sabe votar, não sabe escolher e que, por isso, é o responsável pelo que de ruim acontece.
Esses premiados: governador, senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos e vereadores, além daqueles que, mesmo não recebendo o prêmio do povo de forma direta, de forma indireta, ocupam os cargos de confiança nas diversas formas de administração do Estado, não têm respeitado o eleitor, pois bastaria uma breve verificação no número de votos que receberam na eleição para saber que é muito mais do que os minguados números que estão disponíveis para as passeatas, servir de massa de manobra, mesmo que seja para pagar as ocupações eventuais nos momentos de irresponsabilidade e de barulho.
Observa-se que essas pessoas não respeitam o eleitor, não respeitam o morador. Tomam decisões importantes sem ouvir ninguém, dão ordens a partir das torres dos mandatos para intervir na vida das pessoas e das organizações.
Esse ano, por exemplo, os eleitores estarão indo às urnas para escolher algumas das pessoas da sociedade para as quais vai entregar, por quatro anos, a sua confiança, a sua força, transferir o seu poder de decisão.
A eleição tem a possibilidade de distribuir os mandatos entre pessoas de diversos modos de pensar, de diversas maneiras de agir, desde que todos eles sejam pelo bem comum.
Quando o candidato ao mandato se inscreve para ser observado pelo eleitor, mostra-se de um jeito amoldado àqueles eleitores, depois, quando eleito, nem lembra mais o que disse ou o que, às vezes, de mãos postas, prometeu.
Nesse momento o eleitor é ofendido na sua confiança e, algumas vezes, ouvem a acusação de que “não sabe votar”. Essa observação é feita sempre por aquele que se candidatou e não logrou êxito na eleição.
Mas porque dizer que o eleitor não sabe votar?
O eleitor sabe votar sim. O que tem acontecido é que alguns candidatos são pessoas mutantes: quando na campanha é um; quando eleito é outro.
Então é o candidato que se acostumou a não cumprir o que prometeu ou a não exercer o papel que disse que estava pronto para exercer em caso de vitória.
O que se tem visto nos últimos anos, principalmente no Amapá, é esse descompromisso dos mandatários que preferem se alinhar a estranhos, às vezes adversários, ao invés de se aliara com o povo, exatamente aquele povo para o qual fez as promessas durante a campanha.
A grande chance de começar a resolver essa questão se repete de quatro em quatro anos e, agora, no dia 5 de outubro, mais uma vez o eleitor pode definir um novo rumo, fazendo novas exigências, algumas que possa brecar a irresponsabilidade daqueles que receberem o diploma em dezembro.
Quem pode mudar o rumo de tudo é o eleitor.
Não há como deixar-se abater pelas mazelas de agora, pois não dá para culpar a democracia pela oportunidade.

Quem sabe se isso não é um truque daqueles que não deram certo e que reconhecem as dificuldades quando até para ouvir a verdade.