quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

A campanha vitoriosa do Flamengo em 2019


Rodolfo Juarez
Hoje pretendo destacar o desempenho do Flamengo nas diversas competições de futebol que disputou em 2019. Antes de qualquer interpretação diferente destaco que sou torcedor do Fluminense no Campeonato Brasileiro, detentor de 4 títulos de campeão da competição (1970, 1984, 2010 e 2012).
O Flamengo em 2019 compensou os dez anos de janela esperando pelo título de campeão nacional, pela forma inequívoca de sua superioridade técnica, que fez a torcida confiar e se constituir no plus tão importante para uma equipe que disputa qualquer competição.
O ano do Flamengo foi quase perfeito. Começou a temporada participando do que se convencionou chamar de pré-temporada, na Flórida, nos Estados Unidos, disputando a 5.ª Florida Cup, com Ajax, Eintracht Frankfurt, e São Paulo. Foi o primeiro título do ano depois de um empate com o Eintracht (2 x2) e uma vitória sobre o Ajax (1 x 0). Os jogos foram realizados nos dias 10 e 12 de janeiro.
O Flamengo estreou no dia 20 de janeiro pelo Campeonato Carioca, vencendo o Bangu (2 x 1). Na partida final, da Taça Rio, enfrentou o Vasco da Gama e depois de um empate em (1 x 1), ganhou o desempate nos pênaltis e conquistou, no dia 31 de março de 2019, o 9º título da Taça Rio, que corresponde ao primeiro turno do Campeonato Carioca.
No dia 21 de abril o Flamengo volta a enfrentou o Vasco da Gama, pela final do Campeonato Carioca e vence por 2 x 0, conquistando pela 35.ª vez o Campeonato Carioca.
A Copa do Brasil acabou sendo a competição que não foi vencida pelo Flamengo em 2019. O Flamengo entrou nas oitavas de final disputada por 16 equipes, sendo cinco vencedoras da fase anterior (quarta fase), e outras 11 equipes pré-classificadas, com partidas eliminatórias de ida e volta. Sendo que, em caso de empate no placar agregado, a vaga será definida na disputa por pênaltis. O Flamengo, depois de eliminar o Coríntias nas oitavas, foi eliminado no dia 17 de julho, pelo Atlético Paranaense, depois de dois empates (1 x 1) e (1 x 1) e perder nos pênaltis por 3 x 1.
O Flamengo estreou no Campeonato Brasileiro de 2019 em 27 de abril, contra o Cruzeiro e venceu por 3 x 1, iniciando a vitoriosa jornada que levou o Flamengo ao Título, no dia 24 de novembro, sem jogar, pois havia antecipado o jogo com o Vasco da Gama, com quem empatara por 4 x 4. O recebimento do Troféu de Campeão Brasileiro aconteceu no dia 27, jogando contra o Ceará, jogo que venceu por 4 x 1.
Na Copa Libertadores da América de 2019 o Flamengo estreou no dia 5 de março enfrentando o São José da Bolívia, em Oruro e venceu por 1 x 0, terminando em 1.º lugar, no Grupo D, onde estavam também, LDU de Quito, Peñarol e São José.
Nas quartas eliminou o Emelec nos pênaltis, por 4 x 2, depois de perder uma e vencer a outra pelo mesmo placar (2 x 0). Na semifinal o Flamengo eliminou o internacional depois de uma vitória e um empate (2 x 0) e (1 x 1). O Grêmio foi o adversário na semifinal e depois de empatar o primeiro jogo em Porto Alegre, goleou o time gaúcho, no Maracanã, por 5 x 0.
A final foi no dia 23 de novembro, em jogo único, realizado em Lima, no Peru, e o Flamengo venceu, de virada, por 2 x 1, se tornando o campeão da Libertadores da América de 2019. É o segundo título continental e credencia o Flamengo para as disputas da Copa do Mundo, no Catar, com estreia marcada para o dia 17 de dezembro, contra o vencedor da partida entre o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e Espérance de Tunis, da Tunísia. A final está confirmada para o dia 21 de dezembro, em Doha, no Qatar.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

A benção, meu pai!


A BENÇÃO MEU PAI!
Hoje, dia 3 de dezembro de 2019, representa uma data de muitas lembranças e que nos leva às comparações de épocas vividas e que foram tão importantes para todos na família.
Meu pai, Heráclito Juarez Filho, aos 51 anos, no dia 3 de dezembro de 1973, nos deixava, a todos nós, com uma saudade que nem o tempo está sendo capaz de diluir e evaporar.
Meu pai, um caboclo da Amazônia, tinha a perfeita noção do equilíbrio entre tirar o sustento da região e a preservação do ambiente. Mas, a verdadeira preservação, como até hoje muitos ribeirinhos continuam fazendo, sempre teve objetivo bem definido pela própria vivência do morador e a indução do que representava o meio.
Por isso, e por todo o entendimento que meu pai tinha de que a educação é o principal motor de todas as melhorias individuais e coletivas, ele faz muita falta.
Meu pai tinha nas suas entranhas que o trabalho e a organização representavam elementos indispensáveis aos bons resultados.
Temos noção de que, onde estiver o seu espírito, lá está um exemplo de dedicação, respeito e obediência.
A benção meu pai!
Seu filho, Rodolfo Juarez.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

As redes sociais e a avaliação dos resultados


Rodolfo Juarez
Chegamos ao final de novembro e já se começa a fazer o balanço do que foi o ano de 2019 para o Estado Brasileiro e a população do Brasil. No Amapá as dificuldades devem aparecer mais densas do que no resto do Brasil, em consequência da fraca atividade econômica, principalmente industrial, que retrata uma condição estável, mas em patamar de poucos resultados.
A desinformação foi, este ano, um teste para os brasileiros que tiveram que conviver com notícias no mínimo duvidosas e que pareciam ter a pretensão de confundir cada um da população, conforme o interesse daqueles que continuaram imaginando que detinham a primazia da informação e através dela, a possibilidade de conduzir o povo para onde fosse do seu direto interesse.
A recorrência dos acontecimentos representaram os esforços de alguns que queriam fazer do certo, errado e do errado certo, às vezes com uma insistência que beirava à imbecilidade ou a dissintonia que mantinha com as forças sociais que sempre reagiam na intensidade que os fatos exigiam.
Até mesmo a tendência em distorcer os fatos, bem como a tentativa de mostrar a fantasia do caos em alguns dos mais importantes momentos sociais, não convenceram a população, mesmo que o canal de comunicação utilizado fosse experiente e até acostumado a indicar as coordenadas do caminho.
As redes sociais não permitiram quem quer que seja, ficar abrigado por qualquer manto, especialmente quando a cor daquele mando tinha a predominância da cor da mentira.
Mas ninguém se livrou dos exageros!
Mesmo assim alguns conseguiram avançar etapas importantes, aquelas mesmas  que foram prometidas ao povo brasileiro no ano passado e nas quais o povo acreditou e decidiu lançar luz sobre o outro lado da moeda.
O Poder Legislativo, responsável pela discussão dos projetos sociais, econômicos e de segurança, elaborado e enviados,/em regra, pelo Poder Executivo, tem conseguido dar respostas importantes quando o endereço dos poderes é Brasília, entretanto, quando o endereço é, por exemplo, é Macapá, ou qualquer uma das outras 15 sedes municipais no Estado, ai as questões ficam mais conservadoras e dentro de um ambiente que pouco interessa à população do Amapá.
A inteligência humana foi aprimorando as regras da gerência do interesse público e com a criação do ano fiscal, deu uma oportunidade temporal para que todos avaliem o que foi feito com o dinheiro dos muitos tributos, pagos pela população, durante um ano, para que sejam bem aplicados e em áreas que possibilitem retorno direto ao cidadão.
Ainda sem uma conta fechada, mas sentindo diretamente as consequências, a população não gostou do desempenho daqueles que são responsáveis pelo Poder Executivo Estadual e pelo Poder Legislativo do Estado do Amapá.
O mês de dezembro que entra, para a população é mais de festa do que de fiscalização, entretanto para os responsáveis pelos resultados é o momento de uma avaliação honesta e real.
Será que dá para fazer?

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Estado do Amapá - Parte VIII


A HISTÓRIA DA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS – PARTE VIII
Rodolfo Juarez
A expansão dos serviços do Departamento Regional do DR-SESI/AP e do DR-SENAI/AP, listada no plano estratégico do Sistema, aprovado para o período 1997-2001 com prioridade, orientava que, em 1988 dever-se-ia iniciar as tratativas para definir o local e o projeto para a consecução da expansão dos serviços do sistema para a sede do município de Santana, onde estava o endereço do polo industrial do Estado.
Nesse período a ICOMI havia criado a empresa Santana Participações tendo como objetivo principal negociar o patrimônio que havia construído em Santana. A diretoria da Federação das Indústrias do Amapá (Fiep), com o aval do Conselho de Representes da instituição habilitou-se para a aquisição de parte do que vinha sendo oferecido para a comunidade: o prédio da administração da Vila Amazonas, o prédio onde funcionava a sede social do Santana Esporte Clube, o prédio do supermercado da Icomi, o prédio do cinema da Vila Amazonas e toda a área terra corresponde às quadras onde estavam as edificações.
Também foi pedido proposta para o complexo esportivo Augusto Antunes com: um campo de futebol, com arquibandas, vestiários, o sistema de iluminação, o sistema de iluminação, estacionamento, uma piscina semiolímpica e uma quadra de esporte multiuso, descoberta, com iluminação.
Foi o projeto de viabilidade apresentado e defendido durante reunião do Conselho Nacional do SESI, que autorizou a negociação com a empresa Santana Participações, tendo a frente o presidente do Conselho Regional do SESI/AP.
Bem sucedida a negociação entre o Departamento Regional do SESI/DR/AP e a empresa Santana Participação, foi autorizada a aquisição tanto da área de administração e lazer como da área de esportes, cujo pré-contrato foi assinado no dia 25 de maio de 1998.
Com o negocio fechado e a forma de pagamento acertada, foi feito o projeto para restauração dos prédios, estádio, piscina e dos demais ambientes adquiridos, e a construção de salas de aula para atender ás necessidades tanto da escola do Sesi, como das oficinas do Senai.
Foram autorizados os serviços de reforma, adaptação, restauração nos prédios antigos e a construção de um bloco de salas de aula, bem como a construção de toda a cerca das áreas adquiridas e o asfaltamento dos acessos internos e do estacionamento do estádio de futebol, o Estádio Augusto Antunes.
Os serviços foram realizados de acordo com o cronograma estabelecido para os executores e a entrega dos prédios, todos restaurados, entrega da piscina semiolímpica e do estádio de futebol à gestão do DR-SESI/AP no dia 14 de dezembro de 1998, dia da fundação da Federação das Indústrias do Estado do Amapá.
Em janeiro de 1999 assumia, depois de ser reeleito em outubro, para governar o Estado por mais um mandato de 4 anos, João Alberto Rodrigues Capiberibe, o mesmo acontecia para o governo do Brasil com a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. Annibal Barcelos entrava para o seu terceiro ano de mandato como prefeito de Macapá e o Dr. Tadeu como prefeito de Santana.
Na Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) assumia para completar o mandato de presidente do Engenheiro Rodolfo dos Santos Juarez, o também engenheiro, Leônidas Cardoso Platon, isso a partir do mês de abril, depois de realizada a reunião ordinária do Conselho de Representantes.
Antes, no dia 11 de janeiro de 1999, Rodolfo dos Santos Juarez (presidente da Federação) e os presidente de sindicato: Joferson Costa de Araújo e Silva (Sindicato da Madeira), Jose dos Santos (Sindicato da Panificação), Leônidas Cardoso Platon (Sindicato da Construção), Izaias Matias Antunes (Sindicato Oleiro-Cerâmico), José Góes de Almeida (Sindicato da Industria do Mobiliário) e Walter Sampaio Cantuária (Sindicato das Industrias Gráficas) estiveram em audiência com o presidente da Confederação Nacional da Indústria, o senador Fernando Bezerra, para pedir ao presidente da República, Fernando Henrique Cardoso a manutenção e a urgente liberação dos 50 milhões de reais prometidos para a BR-156 como parte do Projeto Brasil em Ação, considerado pela Fiap como fundamental para o desenvolvimento do Amapá e que seria a prioridade do engenheiro presidente Rodolfo dos Santos Juarez.
Em 19 de janeiro de 1999 veio a resposta do senador, presidente da CNI, através do Ofício n.º 27/99-GPB, comunicando que estivera com o ministro dos Transportes tratando o assunto e informado que a CNI “estará unida ás demais forças que se posicionam em favor dessa justa reivindicação.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Amapá -Parte VII


Rodolfo Juarez
No dia 14 de dezembro de 1996, Francisco Leite da Silva, havia sido reconduzido para o mandato de 4 anos (97/98/99/2000), que encerraria uma fase importante da Federação das Indústrias do Amapá, com a grande reforma e ampliação do CAT Homero Charles Platon, do Departamento Regional o SESI/AP, que implicara no aumento da capacidade de atendimento da comunidade industriaria do Amapá em educação, saúde.
O CTP Francisco Leite, do Departamento Regional do SENAI/AP, começaria o ano de 1997 com mais oferta de cursos de pequeno, médio e longa duração.
Também estava programada para o final do ano, dia 14 de dezembro, dia do aniversário de fundação da Federação das Indústrias do Amapá, a inauguração da Casa da Indústria, na Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd, n.º 2000, Bairro de Santa Rita, construído para ser a sede própria da Federação das Indústrias do Amapá.
O presidente Francisco Leite não chegou a ver o prédio da Casa da Indústria concluído (seu sonho), mas quando morreu já sabia que haveria destinação de verba para a construção do Teatro do SESI, que recebeu o nome de Leonor Barreto Franco, uma forma de agradecimento do Conselho Regional do SESI/AP, pelo apoio da então presidente do Conselho Nacional do SESI.
Com 1.200 metros quadrados, com acabamento do piso em Korodur, com granilite polido, filetação para dilatação plástica e rodapé de 15 cm do mesmo material. A cobertura em telhas de zinco tratado, fixada com elementos próprios, com esquadria de alumínio e vidro, conjunto motogerador e estacionamento interno para 24 veículos e entrada e saída para carros e pedestres pela Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd. A entrada para o estacionamento era pela Avenida Cora de Carvalho.
O prédio da Casa da Indústria e a área de estacionamento como a arborização ornamental e de porte tiveram os serviços executados em 240 dias, com a inauguração realizada no dia 14 de dezembro de 1997. Os filhos do presidente Francisco Leite da Silva, José Enock Carneiro Leite e José Enoilton Carneiro Leite foram os que fizeram o descerramento da placa dando por inaugurado o prédio, momento que contou com a presença do governador do Estado, João Alberto Rodrigues Capiberibe (1995/2001) e o prefeito de Macapá. Annibal Barcelos (1997/2000).
Ainda em 1997, durante a última reunião ordinária tanto do Conselho Regional do SESI como do Conselho Regional do SENAI, como também do Conselho Superior do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e do Conselho de Representantes da Federação, fora aprovada a gestão integrada de todas as casas o que foi homologado durantes as últimas reuniões ordinárias dos conselhos nacionais daqueles organismos, ocorridas em novembro de 1997.
O Plano Estratégico para o Sistema FIAP (DR-SESI/AP, DR-SENAI/AP, IEL e FIAP), aprovado em 1997, para ser executado em 1998 definia o orçamento e projetava os investimentos.
Dentre os investimentos que constavam do plano, constava a construção do Teatro do SESI (construído em 1988) e a expansão das atividades do Sesi e do Senai para o município de Santana.
A Icomi havia criada uma empresa Santana Participações com o objetivo de negociar o patrimônio que havia formado e que estava em Santana, como: a sede Administração da Vila, o prédio do Supermercado, o Cinema, o prédio que servira para sede do Santana Esporte Clube, e toda a área onde estavam localizados esses prédios, bem como o Campo de Futebol Augusto Antunes e todo o sistema de apoio (arquibancada, vestiários, estacionamento etc), e a Piscina Semiolímpica.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

O motivo relevante e as mentiras oportunas


Rodolfo Juarez
Vou quebrar a sequência de artigos que vinha publicando sobre a história dos 10 primeiros anos da Federação das Indústrias do Amapá. O motivo é relevante e tem a ver com mentiras oportunas e com a principal liderança política do Estado do Amapá no momento.
Gustavo Aschar já dizia que as pessoas só jogam pedras em árvores que estão dando frutos, e quanto mais frutos, mais pedras. Geralmente aqueles que jogam pedras são pessoas que não plantaram a árvore apedrejada, pois quem planta, cuida.
Há pessoas que não plantam, mas querem os frutos das árvores que não plantaram, por isto jogam pedras, com o intuito de colherem os frutos dos outros ilicitamente.
Há situações em que o simples fato de a árvore do vizinho estar dando frutos incomoda, e, neste caso, as pedradas são carregadas de ira, de inveja, de vontade de ferir e de matar a árvore frondosa.
Hoje Davi Alcolumbre é uma dessas árvores frondosas e para a sorte de todos nós é amapaense legítimo, não só de nascimento, mas comprometido com a população do Estado, por uma simples razão, conhece os problemas e tem mostrado que está com disposição para resolvê-los.
Muito diferente daqueles que atiraram pedras para todos os lados, para ver se algumas daquelas pedras acertavam o amapaense que está conseguindo melhorar as condições de vida do povo do Amapá, com ações concretas exatamente porque tem o conhecimento suficiente para agir nesse sentido.
O que escreveu o agente do The Intercept Brasil pretende, como diz anota de esclarecimento do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, “induzir o leitor ao erro com afirmações imprecisas, misturando pessoas”. Na mesma nota de esclarecimento está destacado que não é sócio de nenhuma das empresas citadas na matéria, como também não é dono de fazendas e nem proprietário de terras.
A população amapaense conhece Davi Alcolumbre como todos os demais familiares do senador e, por isso, não vai ser influenciada pelas equivocadas afirmações feitas, mas que, sabe Davi, da estratégia principal dos mentirosos contumazes é de que uma mentira acaba virando verdade se contadas muitas vezes.
Mas também vale o adágio popular de que a “mentira tem pernas curtas”, às vezes curtíssimas, como no caso do Estado do Amapá que, com menos de um milhão de habitantes, as mentiras são imediatamente desmascaradas por aqueles que, antes, foram o alvo do mentiroso.
Lendo com atenção a matéria do site percebe-se também que, em todo o seu desenvolvimento, o autor procura atingir a família a qual pertence o senador Davi Alcolumbre, o que acaba por desafiar um costume que ainda prevalece em todo o Estado do Amapá – a valorização exatamente da família.
Apenas aqueles que não se conformam por ser Davi Alcolumbre um amapaense de sucesso nacional, que não seja do seu partido político ou de um partido aliado, acabam por ter as informações inverídicas como instrumento para enfrentar a capacidade política do atual presidente do Congresso Nacional.
Lendo a matéria com cuidado e separando os fatos apontados, nenhum deles tem a ver com a integridade moral de Davi Alcolumbre e não atinge o potencial político gerencial que o senador tem mostrado, na prática e em suas decisões, algumas estratégicas e que reacende as esperanças do povo do Amapá.
Outras tentativas de atingir o principal líder político do estado, no momento, serão feitas. Cabe aos amapaenses avaliarem a origem e os objetivos desse tipo de matéria.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

A história da Federação das Indústrias do Amapá - Parte VI


Rodolfo Juarez
Em 1995 foi deliberado pelo Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que os mandatos para presidente da Confederação e das Federações passariam para 4 anos (anteriormente era de 3 anos) com as eleições sempre realizadas em anos que não coincidissem com eleições Gerais (presidente da República. governado de Estado e do Distrito Federal, senadores, deputados federais e deputados estaduais) ou eleições Municipais (prefeitos e vereadores).
O mandato da Diretoria e demais Poderes da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap) terminaria em 1996 (triênio 94/95/96), ano de eleição municipal e, por isso, por decisão do Conselho de Representantes, foi prorrogado por mais um ano, para terminar em1997.
Em 1995, foi iniciada um dos mais profícuos projetos da Federação das Indústrias do Amapá – o Encontro da Indústria.
Tendo como o principal parceiro o IRDA, o Instituto Regional de Desenvolvimento do Amapá, vinculado à Indústria de Comércio e Mineração (ICOMI), que indicou e deu condições para que o Encontro da Indústria, realizados sempre na semana do Dia da Indústria (25 de maio), fosse realizado nas dependências da Icomi, em Serra do Navio, oferecendo o alojamento, a alimentação e o espaço para os três dias do evento.
O grande anfitrião, presidente do IRDA e diretor adjunto da Federação das Indústrias do Amapá, era o engenheiro Fernando Guimarães, um entusiasta do desenvolvimento do Amapá e que percebia na instituição Federação das Indústrias, um canal importante para atingir os objetivos e contribuir com os resultados.
O Encontro da Indústria sempre realizado a partir da última sexta-feira do mês de maio de cada ano, quando havia o deslocamento das equipes técnicas e da direção da Federação, do IRDA, do Governo do Estado e dos dirigentes dos municípios convidados para, no começo da noite, ser instalado o encontro e anunciado os temas em debate, todos de direto interesse do desenvolvimento industrial do Estado.
O sábado era reservado aos debates dos temas selecionados previamente e no domingo, pela parte da manhã, votada a proposta-resumo que seria entregue às autoridades estaduais, regionais e nacionais. Depois do almoço, o retorno para Macapá.
O terceiro Encontro da Indústria, no Amapá, levado a efeito em Serra do Navio, teve um viés turístico e, por esse motivo, boa parte da delegação, suficiente para lotar o vagão de passageiros da Estrada de Ferro do Amapá, foi de trem, observando e tirando conclusões sobre o potencial que seria avaliado durante o encontro.
Governava o Estado do Amapá nesse período, João Alberto Rodrigues Capiberibe, que participou durante os três dias do encontro, presidindo a sessão de abertura e de encerramento.
Foi derradeira participação do presidente Francisco Leite da Silva em um evento de grande porte pois, em seguida, começou a sua luta contra os males que acabaram por tirar a sua vida em 8 de outubro de 1997, deixando aberta uma lacuna que nunca mais foi preenchida na gestão da Federação das Indústrias do Amapá.
Já em outubro de 1997 estava em andamento a construção do prédio da Casa da Indústria, para onde fora projetado o funcionamento administrativo da Federação das Indústrias do Amapá, do Instituto Euvaldo Lodi, a Direção do Departamento Regional do SESI, do Departamento Regional do SENAI. A Casa da Indústria estava adequada ao funcionamento integrado da gestão contábil, administrativa e financeira do Sistema Fiap, compromisso assumido perante os departamentos nacionais respectivos e o Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI).